11º Primavera de Museus

Museus DIMUS/IPAC participam da 11ª Primavera dos Museus

com uma série de atividades gratuitas

De 18 a 24 de setembro, no Museu Udo Knoff, Centro Cultural Solar Ferrão, LabDIMUS e Museu Tempostal (Pelourinho) e Parque Histórico Castro Alves (Cabaceiras do Paraguaçu, Recôncavo baiano)

 

Convite.Primavera de Museus

Estudantes da Escola Municipal Vivaldo da Costa Lima e colaboradores do Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica e do LabDIMUS (Laboratório de Educação Digital: Museu, Arte e Cultura) realizam um cortejo performático no Pelourinho na abertura da 11ª Primavera de Museus, a partir das 10h da segunda-feira (18/09). O cortejo terá início na escola (Ladeira do Carmo) e termina no Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho), onde as crianças participam de uma contação de história e fazem uma apresentação com poesias musicadas voltada para a temática “Memórias da Infância”. Na chegada ao Ferrão, às 10h30, também acontece a abertura oficial da Primavera de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), na Galeria Ferrão, com a presença de autoridades estaduais, museólogos e especialistas da área.

A Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) participa da 11ª Primavera de Museus com uma série de atividades gratuitas, realizadas no Museu Udo Knoff, no Centro Cultural Solar Ferrão, no Museu Tempostal, no LabDIMUS – Laboratório de Educação Digital: Museu, Arte e Cultura – (todos no Pelourinho) e no Parque Histórico Castro Alves (Cabaceiras do Paraguaçu, Recôncavo baiano). Este ano, o evento acontece de 18 a 24 de setembro, com o tema “Museus e suas memórias”.

DiretorIPAC JoãoCarlosdeOliveira ftGeraldoMoniz2015 (7)

Diretor do IPAC, João Carlos de Oliveira

“Articular e dialogar anualmente com instituições museais locais, nacionais e internacionais, como nas campanhas de mobilização da Semana de Museus (em maio) e a Primavera de Museus (em setembro) é fundamental para manter a contemporaneidade da gestão e promover maior conhecimento da população por esses equipamentos culturais”, explica o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira. Ele lembra que a temática da ‘Memória’ nesse evento nacional da ‘Primavera’ marca coincidentemente os 200 anos da Missão Artística Francesa no Rio de Janeiro que chegou em 1816 e revolucionou o panorama das Belas-Artes no Brasil. A chegada artistas e artífices franceses marcou o sistema de ensino superior acadêmico de artes e o Neoclassicismo no país.

O cortejo é resultante da oficina ‘Poemusik – Poesia Musicada’ realizada no Museu Udo Knoff. “A oficina é uma experiência criativa com o mundo das palavras realizada pelos funcionários e músicos do Museu Udo Knoff, com mediação da poetisa e técnica do museu, Fabiana Pancho. Tem como referência a poesia de rua e a música de improvisação estabelecendo a relação do museu com a música. A partir de estímulos proporcionados pela mediadora, o grupo passa a exercitar as palavras de formas usuais e não usuais, montando, desmontando e remontando os vocábulos de forma inventiva, produzindo descobertas surpreendentes, estabelecendo uma nova relação entre o grupo e a música”, explica a coordenadora do Museu Udo Knoff, Renata Alencar.

“O tema proposto pelo IBRAM para a 11ª Primavera dos Museus é bem interessante, pois nos chama a refletir sobre a história das nossas instituições, em como ela se constrói através dos tempos, como elas se fazem presentes na vida das pessoas e dos lugares onde estão inseridas. São as memórias que se constroem para além dos afazeres técnicos e administrativos a partir da conexão entre o Museu e a Sociedade que, não só fortalece a memória institucional, mas, também, a da coletividade”, declara Fátima Soledade, assessora técnica da Dimus.

O evento – De 18 a 24 de setembro de 2017, acontece a 11ª Primavera dos Museus. O evento é internacional. No Brasil, é coordenado pelo Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM, e na Bahia é promovido e divulgado pelo Governo do Estado todos os anos, através da Secretaria de Cultura do Estado – SECULT e IPAC. Nessa edição, mais de 900 museus de todo o país oferecem ao público 2.500 atividades especiais, como visitas mediadas, palestras, oficinas, exibição de filmes, dentre dezenas de outras atividades.

Acompanhe a programação dos museus do Estado no blog: https://dimusbahia.wordpress.com/.

 

CENTRO CULTURAL SOLAR FERRÃO

Etnomusicóloga Emília Biancardi lança o livro ‘O Som

dos Esquecidos’ em homenagem aos indígenas

 

No próximo dia 22/09, como parte da programação da Primavera dos Museus 2017, a etnomusicóloga Emília Biancardi lança – em parceria com Terezinha Spínola – o livro ‘O Som dos Esquecidos’, às 16h, no Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho). O lançamento contará com a participação de integrantes da Orquestra Museofônica e uma apresentação de dança dos alunos da Escola de Dança da Fundação Cultural (Funceb), sob direção do professor Márcio Fidelis.

“Será um presente para esta mestre que muito me ensinou na época da Orquestra Popular da Bahia. Levaremos uma coreografia baseada na cultura indígena que é o que estamos trabalhando este bimestre na Escola de Dança. Apresentaremos os caboclinhos e o toré que, inclusive, aprendi tudo o que sei com Emília”, acrescenta Fidelis.

O livro, com fotos de acervo e de Nini Gondim e Luiz Fernando Gondim, reúne informações sobre a pesquisa de Biancardi com os indígenas na Reserva dos Índios Camaiurá, no Xingu, em 1975; além de trazer dados sobre a cultura indígena, em especial a música e os instrumentos musicais. Parte desta pesquisa, inclusive, faz parte da sala ‘Som dos Esquecidos’ da ‘Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi’, em cartaz no Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho).

Responsável pela maior coleção de instrumentos musicais dos índios no Brasil, a etnomusicóloga Emília Biancardi pretende contribuir para que a cultura musical indígena seja mais conhecida e levada a sério. “Temos exceções, mas no geral as pessoas esquecem que, quando os povos invasores chegaram no Brasil, e depois os negros, os índios já tinham seus instrumentos musicais, já tinham suas músicas e danças. Queremos transmitir esse conhecimento com a coleção e, agora, com este livro”, informa Emília.

“Os instrumentos musicais tradicionais indígenas da coleção Emília Biancardi formam um dos mais significativos conjuntos do país. Eu vejo o livro de Emília Biancardi e sua parceira Terezinha Spínola não só como um grande tributo à memória dos povos indígenas do Brasil, mas, também como um elemento importante para a manutenção e preservação dessa memória, aqui, alimentada pelos textos e imagens de ‘O Som dos Esquecidos’”, declara Fátima Santos, coordenadora da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC).

Entre os índios brasileiros predominam os instrumentos de sopro, seguidos dos chocalhos e em menor quantidade de percussão e de corda. Alguns destaques são os Chocalhos Maracás (instrumento de grande importância utilizado nos rituais da plantação e da pajelança de vários povos indígenas), as Buzinas (que servem basicamente para a comunicação), as Máscaras que Tocam (utilizadas em cerimoniais e representam personagens da mitologia indígena) e a flauta Uruá (tocada pelos povos da região do Xingu, somente por homens, sendo-lhe atribuído o poder de afastar os maus espíritos antes do Kuarup).

Pelourinho_orquestra (4)

A Orquestra Museofônica, considerada como um verdadeiro museu cênico, foi criada em 2012 e surgiu a partir da ideia da museóloga Ana Liberato em criar uma orquestra com os colaboradores dos museus sob a direção da DIMUS/IPAC, objetivando um aprendizado sobre o manuseio e conhecimento de instrumentos musicais, suas possibilidades, musicalidades, histórico, restauração e a possível recriação destes, em princípio, com a ‘Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi’.

EMÍLIA BIANCARDI – Etnomusicóloga, professora, compositora, pesquisadora da música folclórica brasileira e especialista nas manifestações tradicionais da Bahia. Criou em 1962 o ‘Grupo Viva Bahia’ (o primeiro e mais importante grupo parafolclórico do Brasil) e com ele levou para os palcos do mundo a materialização de sua incansável pesquisa sobre o repertório musical tradicional indígena e afrobaiano.

Nas viagens pelo mundo acompanhando o grupo, adquiriu instrumentos em países da Europa, África, Américas e do Oriente, e o seu interesse pelos instrumentos fez surgir a “Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi”, doada ao Governo do Estado em 13 de junho de 2011, e atualmente exposta no Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Matos, nº 45, Pelourinho) vinculado a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – DIMUS/IPAC.

A coleção é composta por mais de 1000 instrumentos, com destaque para as relíquias musicais de povos indígenas brasileiros, a exemplo dos Camaiurás e Kalapalos do Xingu e Carajás da Ilha do Bananal no estado de Tocantins, além de instrumentos representativos da Diáspora Africana e de povos da Ásia, América e Europa, e ainda outros criados ou recriados pela própria Emília Biancardi.

Ficha Técnica – Livro ‘O Som dos Esquecidos’

Texto: Emília Biancardi e Terezinha Spínola

Fotos: Nini Gondim e Luiz Fernando Gondim

Capa: Ana Júlia de Moraes Pereira

Diagramação: Anderson Paulo Pereira

Páginas: 151

Tiragem (1ª edição): 300

Distribuição gratuita

O espaço – Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. Museu Abelardo Rodrigues: o colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sábado, das 13 às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Matos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA)

(71) 3116-6743

 

MUSEU TEMPOSTAL

Exposição_MuseuTempostal

Diariamente – 15h30 – Visita Mediada – breve histórico do sobrado e contexto das exposições. Público visitante.

Data: 21/09

Abertura das atividades. Apresentação de Pocket Show com o cantor Chico do Crato

14h30 – Palestra ‘Museu Tempostal: uma viagem no Tempo’ – Historicidade e memória institucional contada a partir de relatos de Antônio Marcelino. Público: Estudantes de Colégios do Pelourinho e visitantes

 

Data: 22/09

14h – Contação de histórias com o Grupo Contadeiras.

15h – Recital com poetizas. Recital poético do livro ‘Antologia Poética Mulher Poesia’. Será apresentado pelas autoras do livro uma performance poética declamando poemas  autorais do livro. Haverá uma exposição de livros  e camisetas estampadas com versos de poetisas para o Projeto Versos de Mulher.

O Museu – O acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sábado, das 13 às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6383

 

MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA

Eliana Ursine_divulgação Museu Udo Knoff

Eliana Mello

Palestra: “O azulejar brasileiro: a construção de uma herança”

Palestrante: a doutoranda da UFBA Eliana Ursine Mello irá discutir como se deu a construção do patrimônio

azulejar brasileiro no Século XX

Data: 20/09

Horário: 14 às 16h

Estácio Fernandes_divulgação Museu Udo Knoff

Estácio Fernandes

3º Roteiro de Visitação aos Azulejos do Centro Histórico

Realizador/ Parceria: O restaurador e museólogo Estácio Fernandes fará circuito de visitação aos azulejos de fachada e de interiores citado no livro de Udo Knoff. O circuito será iniciado no museu, seguirá pelas ruas do Pelourinho, Igreja Rosário dos Pretos, Casa das Sete Mortes, Casa da Providência, Bairro da Saúde e Nazaré, onde fica o Lar Franciscano.

Data: 21/09

Horário: a partir das 15h

criando e recriando_udo 29 de agosto (7)

Criando e Recriando

Oficina de Origami do Projeto “Criando, Recriando e Transformando em Arte”

Parceria: grupo de artesãs “Criando e Recriando”.

Data: 22/09

Horário: 14h às 17h

Poemusik (20)

Oficina Poemusik

PoeMusik – Oficina de Poesia Musicada “Memórias de mim e de você: memórias individuais e coletivas”

Experiência criativa com as palavras, os conceitos de identidade, memória e museu com poesia e música

Data: 22/09

Horário: 09h às 11h

 

O Museu – O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. A área inferior expõe as peças criadas pelo ceramista Udo Knoff – idealizador do museu -, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII. Já a sua área superior, exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff.  O espaço sediado no Pelourinho, em Salvador, integra os museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da secretaria estadual de Cultura (SecultBA).

Visitação: terça a sábado das 13 às 17 horas

Entrada: grátis

Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6389

 

LABDIMUS

Oficina HQ_LabDimus_4.png

Oficina de Tirinhas – Ministrada por Emerson Alan (LabDimus)

Data: 19/09

Hora: 08h30 às 12h

Tema: Memórias da infância – Criação de tirinhas baseadas em lembranças da infância. Para alunos do Colégio Estadual Azevedo Fernandes

 

Oficina de HQ – Ministrada por Emerson Alan (LabDimus)

Data: 22/09

Hora: 08h30 às 16h

Tema: Criação de HQ relacionada a determinado conteúdo da disciplina na qual o professor atua. Para professores.

O espaço – O Laboratório de Educação Digital: Museu, Arte e Cultura desenvolve atividades direcionadas às novas mídias digitais, propondo, executando e avaliando as oficinas que desenvolve. Buscando atividades com grupos escolares e público em geral, o LabDIMUS faz a interlocução entre as novas tecnologias e as coleções em exposição nos museus DIMUS. Com isso, pretende manter o intercâmbio com as instituições de ensino de forma interdisciplinar, contribuindo para a melhoria da educação formal a partir da promoção de oficinas de interesse de professores e estudantes. As atividades integram as diversas linguagens da comunicação: sonora, visual, impressa e audiovisual. Acesse o canal no YouTube e conheça mais sobre o LabDIMUS e os projetos: https://www.youtube.com/channel/UCfcfomV5RhMQgPYlfp6Z3TA.

Endereço: Rua Gregório de Mattos, 39 – subsolo, Praça das Artes – Pelourinho, Salvador (BA)

Contato: (71) 3116-6714 / lab.dimus@ipac.ba.gov.br

 

PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES

Parque Histórico Castro Alves do IPAC 5

Oficina de porta-retratos – Visa resgatar as memórias dos mais velhos sobre o PHCA e expor os porta-retratos com fotos antigas do local durante as apresentações do Sarau no Parque.

Data: 18/09

Horário: 15h

Sarau no Parque_18Abril

Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte. Com Priscila Sales. Onde o público se manifesta artisticamente por meio de musicais, dramatizações, danças, declamações poéticas e expressão de ideias.

Data: 19/09

Horário: 19h

boinho de painho_phca

Boinho de Painho

Boinho de Painho – Uma representação do Boi Bumba apresentada por jovens da comunidade visando resgatar a cultura através da dança e do samba de roda.

Data: 19 e 20/09

Horário: 9h e 15h

 

Teatro de Fantoches – Apresentando da peça A Turma do IPAC visita o Parque.

Data: 21/09

Horário: 15h

 

Sopa de Letras – Contação de histórias, estimulando a prática da leitura.

Data: 19 a 22/09

Horário: 10h e às 13h

 

Visita monitorada – Relatando a história do Poeta Castro Alves; visitas aos jardins; as nascentes d’água e as trilhas ecológicas, conscientizando sobre a importância da preservação ecológica.

Data: 19 a 24/09

Horário: 9h às 13h

Grupo Teatral Frutos Utopia – Espetáculo: A Hora da Estrela. Baseado na obra de Clarice Lispector.

Data: 23/09

Horário: 20h

Feira de artesanato com produtos confeccionados pela comunidade local.

Data: 24/09

Horário: 9h às 13h

O Museu – Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, informações e objetos pessoais dele e familiares. Além do museu, o parque contém um anexo com sala multimídia, auditório, biblioteca, infocentro, reserva técnica, refeitório e administrativo. Na área de Mata Nativa, os visitantes podem fazer uma trilha e visitarem o Pouso de Adelaide, o Anfiteatro, a Cruz da Estrada, a Fonte e o Marco da Fazenda.

O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves. O Parque Histórico Castro Alves (PHCA), integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a domingo, de 9 às 13h

Entrada: grátis

Praça Castro Alves, 106, Centro – Cabaceiras do Paraguaçu (BA)

(75) 3681-1102

 

Anúncios