Programação Dimus – 24 a 29/11

Confira a programação semanal dos espaços vinculados à Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC):

 

DESTAQUES

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Centro Cultural Solar Ferrão inaugura exposição “Festas Populares”

O Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho) inaugura em 25/11, às 19h, a exposição multimídia “Festas Populares”, produzida por jovens de comunidades populares do núcleo de produção da Escola Oi Kabum! Salvador de Arte e Tecnologia (a Kabum! Novos Produtores). Na mostra, arte e a tecnologia encontram as tradições populares, a fé e a devoção do povo baiano, resgatando a importância destas manifestações e propondo novas leituras sobre elas, a partir da visão das novas gerações. Serão apresentadas cerca de 120 fotografias, além de imagens em vídeo e animações criadas pelos jovens do Kabum! Novos Produtores, em projeções interativas que serão acionadas por sensores através da ferramenta de touchscreen, estimulando a participação do visitante.

Apresentação da Orquestra Museofôcia - Local Praça Pedro Arcanjo, Ft. Elias Mascarenhas (11)

Orquestra Museofônica

Apresentação de rua com a Orquestra Museofônica

A Orquestra Museofônica, proposta pedagógica musical idealizada pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), realizará, em 27/11 às 16h, uma apresentação de rua em parceria com a Cia de Balé Jovem e o Rumpilezinho. A ação, intitulada “Em parceria: Afoxé Agogô de Lata” integra a programação em homenagem ao mês da consciência negra, e fará um percurso que seguirá do Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, Pelourinho) em direção à Igreja do Rosário dos Pretos, passando pela rua Alfredo de Brito, Frei Vicente, e retornando pela Gregório de Mattos, encerrando no Centro Cultural Solar Ferrão.

Santa Isabel_Museu Abelardo Rodrigues

Figura de Santa Isabel

‘Mediação Especial: Santa Isabel’ acontece no Museu Abelardo Rodrigues

O Museu Abelardo Rodrigues (Pelourinho) promove a ‘Mediação Especial: Santa Isabel’ que acontece até o final do mês. Durante a mediação serão apresentados os principais elementos que compõe a etnografia característica das imagens barrocas do século XVIII. Essas imagens referem-se ao o episódio da “visitação” de Maria à prima Isabel que, pode estar em idade avançada, tem uma gestação considerada milagrosa. O nome Isabel significa “Deus é meu juramento” ou “Meu Deus jurou”. O Museu Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

  

Abertura da exposição “Nós Negros” no Parque Histórico Castro Alves

O Parque Histórico Castro Alves, localizado em Cabaceiras do Paraguaçu recebe, em 25/11, às 17h, a abertura da exposição “Nós Negros”, que contará com sarau e oficina de turbantes afro. A mostra é resultado do Estágio Curricular Supervisionado em Expografia de Gilvana Dias Cerqueira, e visa dialogar de forma reflexiva a importância do negro em nossa sociedade através dos tempos. Neste sentido, a escolha destas personalidades foi feita através da análise dos contextos biográficos de cada um, a fim de exaltar legados que edificam nossa memória, legitimando a igualdade.

 

“Cine no Museu” exibe filmes relacionados ao mês da consciência negra no Museu Udo Knoff

Em virtude das comemorações ao mês da consciência negra, o Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) promove, em 25/11, às 14h, o “Cine no Museu”, no qual ocorrerá a exibição do filme “O filho do vento”, seguido de uma roda de conversa e desdobramento lúdico. O filme trata-se de uma animação baseada no livro homônimo de Rogério Andrade Barbosa, e fala sobre o convívio do povo africano com as forças da natureza relacionados à cultura africana. A atividade tem entrada gratuita e é direcionada a crianças com faixa etária de 5 a 6 anos.

MUSEUS DIMUS

SOLAR FERRÃO 

Solar Ferrão - Foto Lazaro Menezes

Solar Ferrão

1- Coleção de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004. Permanente.

 2- Coleção de Arte Popular.  Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos, ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano. Permanente.

 3- Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita em suas experiências. Permanente.

 Coleção Emilia Biancardi ft. Lazaro Menezs (35)

4– Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. A coleção apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A exposição habita três salas na nova ala do museu, cujo acesso pode ser feito através da segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical. Permanente.

 

Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Matos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA)

(71) 3116- 6743

 

MUSEU ABELARDO RODRIGUES

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O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O Museu Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6440

 

MUSEU TEMPOSTAL

exxposição_museutempostal

1- O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Em cartaz.

2- A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX.  Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana. Permanente.

3 – A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão. Permanente.

 

Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6383

 

MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA

Exposição no Museu Udo ft. Lazaro Menezes (2)

Museu Udo Knoff

O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição “Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII.

No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o colecionador e ceramista.

Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O espaço sediado no Pelourinho, em Salvador, integra os museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da secretaria estadual de Cultura (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas

Entrada: grátis

Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6389

 

PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)

PHCA

Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, informações e objetos pessoais dele e familiares. Além do museu, o parque contém um anexo com sala multimídia, auditório, biblioteca, infocentro, reserva técnica, refeitório e administrativo. Na área de Mata Nativa, os visitantes podem fazer uma trilha e visitarem o Pouso de Adelaide, o Anfiteatro, a Cruz da Estrada, a Fonte e o Marco da Fazenda.

O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves. O Parque Histórico Castro Alves (PHCA), integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h

Entrada: grátis

Praça Castro Alves, 106, Centro – Cabaceiras do Paraguaçu (BA)

(75) 3681-1102

 

 A Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), é uma unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

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