Oficina de Educação Patrimonial direcionada a Guardas Patrimoniais do IPAC foi realizada pela DIMUS

“Depois de participar da oficina eu percebo ainda mais a importância da preservação do patrimônio.” comenta José Alves, 50 anos, funcionário do LabDimus e um dos 44 guardas de patrimônio do IPAC que participaram da “Oficina de Educação Patrimonial”. A atividade, que aconteceu nos dias 14, 16 e 18/12, das 9h às 12h, no auditório do MAB, deu continuidade a uma ação educativa, centrada no patrimônio cultural, já realizada em escolas e outras instituições da cidade. O objetivo da oficina é sensibilizar e contribuir na formação dos profissionais que trabalham com a guarda do patrimônio, nas suas diversas categorias, e atuam nos espaços administrados pelo Ipac e pela Dimus, incluindo o Passeio Público, localizado na Av. 7 de setembro, museus, praças entre outros.  “A gente trabalhava aqui mas não tinha aproximação com as coisas, hoje, a gente já sabe o que é patrimônio, não só do espaço que a gente trabalha mas da cidade toda.” comenta Luis Inácio, 46 anos, funcionário do Museu de Arte da Bahia.

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José Alves

“Mais uma vez a experiência de poder realizar a oficina foi rica e gratificante. Nós trabalhamos com diferentes públicos, e dessa vez, percebemos o quanto o tema foi importante para o pessoal que trabalha com a guarda do patrimônio, pois o nível de envolvimento e participação do grupo foi surpreendente.”, comenta Fátima Soledade, coordenadora do Núcleo de Articulação da DIMUS. A ideia de dar início à realização de processos de capacitação interna partiu de Ana Liberato, diretora da Dimus, com o intuito de fomentar o conhecimento e enriquecer a experiência dos funcionários, além de qualificar a sua relação com os mais diversos públicos frequentadores dos espaços vinculados à Diretoria de Museus.

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“Achei a iniciativa muito boa, nos permitiu buscar um conhecimento mais amplo sobre a origem de todo projeto arqueológico. Nós pudemos aumentar nosso conhecimento através da cultura”, comenta Antônio Ferreira, 42 anos, funcionário do Palacete das Artes. A oficina buscou trazer o conhecimento de forma dinâmica e interativa

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Antônio Ferreira

José Alves, 50 anos, funcionário do LabDimus mostra o interesse pelo assunto “A existência e preservação do patrimônio não é só para a gente entender o nosso passado, mas é também, para a gente entender o hoje e o amanhã. Moro no bairro da Liberdade e vejo que lá, a maioria das crianças, não conhecem os espaços culturais das cidades, acho que as escolas municipais deviam realizar esse tipo de atividade, além de levar as crianças nos espaços” .

“A oficina foi uma oportunidade de adquirirmos conhecimento. Foi muito gratificante e acho que deveria acontecer mais vezes, assim a gente só tem a ganhar.” comenta Marco Antônio, 46 anos, funcionário do Tempostal.

A “Oficina de Educação Patrimonial” foi uma realização da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC), através do Núcleo de Articulação Territorial e com a parceria do Museu de Arte da Bahia (MAB).

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A Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) é uma unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

 

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