Programação Dimus – 25/02 a 02/03

Confira a programação dos museus vinculados à Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/Ipac), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

DESTAQUES

 Centro Cultural Solar Ferrão recebe curso de violão em estilo africano

O Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Matos, Pelourinho) recebe às sextas-feiras, das 16h às 18h, um curso de violão em estilo africano, ministrado pelo professor Thon Nascimento, licenciado em música pela Universidade Metropolitana de Santos, com mestrado em Etnomusicologia pela Universidade Nova de Lisboa e mestrado em Estudos Africanos no ISCTE – Lisboa, Portugal. O curso requer um investimento de R$ 80,00 por mês ou, caso o interesse seja em realizar aulas esporádicas, cada aula custa R$ 20,00. A turma tem um limite de 10 pessoas por aula e as solicitações de inscrições devem ser feitas pelo email thonaci@gmail.com. Mais informações através dos números 3116-6743 ou 99288-3995.

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Fim da exposição “Festas Populares” no Centro Cultural Solar Ferrão

A exposição multimídia “Festas Populares” entra em sua ultima semana de visitação. A exposição receberá visitações até o dia 28/02 (domingo), no Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho), no horário de visitação do museu, terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h. Produzida por jovens de comunidades populares do núcleo de produção da Escola Oi Kabum! Salvador de Arte e Tecnologia (a Kabum! Novos Produtores), a mostra une arte e a tecnologia às tradições populares, a fé e a devoção do povo baiano, resgatando a importância destas manifestações e propondo novas leituras sobre elas, a partir da visão das novas gerações. São apresentadas cerca de 120 fotografias, além de imagens em vídeo e animações criadas pelos jovens do Kabum! Novos Produtores, em projeções interativas que podem ser acionadas por sensores através da ferramenta de touchscreen, estimulando a participação do visitante.

01_EXPOSIÇÃO - Cipo_Festas_Populares_ - Núcleo de Fotografia Oi Kabum! Salvador

 

Museu Tempostal promove Oficina de Fotografia: Cores do Pelourinho

O Museu Tempostal (Rua Gregório de Matos, Pelourinho) promove em 27/02 e 05/03, das 9h às 12h, mais uma edição da Oficina de Fotografia: Cores do Pelourinho. A atividade será ministrada pelo professor Alan Santos, e tem como objetivo apresentar conceitos básicos de linguagem e composição fotográfica, além de técnicas que permitam o participante fotografar e aplicar efeitos da maneira que achar mais interessante. Para participar não é necessário possuir uma câmera profissional, sendo permitida a utilização de máquinas compactas e celulares. As inscrições podem ser realizadas através do e-mail coresdopelourinho@gmail.com. O pagamento (R$ 10,00 + 1 kg de alimento não perecível) deverá ser realizado no primeiro dia de curso. O professor Alan Santos é fotógrafo e doutorando em Física. Sua tese é voltada para o ensino da física através da técnica fotográfica.

Oficina de foto_cores do pelourinho_foto de Hércules Bressy

 

 “Oficina de pintura em azulejos” no Museu Udo Knoff

O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) realiza em 26/02, das 9h30 às 11h e das 14h30 Às 16h, a “Oficina de pintura em azulejos”. O intuito da atividade é promover ações artísticas e culturais possibilitando aos participantes a manifestação da sua criatividade e integração em grupo. As três turmas da oficina serão ministrada por Geisiane Cordeiro e Tarciane Paim, estudantes de Belas Artes da Universidade Estadual da Bahia (UFBA) e estagiárias do setor educativo do museu. A oficina é aberta ao público e as inscrições podem ser feitas pelo telefone (71) 3117-6389 até a manhã do dia 24/02. Os jovens do Projeto Axé já confirmaram presença na atividade.

 Oficina_Udo knoff (5) - Cópia

 

Oficina de “Encadernação Tradicional: Um Ofício Medieval” no Museu Tempostal

Ensinar técnicas milenares da arte da encadernação e proteção de obras literárias, possibilitando, com isso, a formação de novos profissionais interessados em atuar nesta área. Este é o objetivo principal da oficina Encadernação Tradicional: um ofício medieval, que está sendo realizada no Museu Tempostal (Pelourinho), sob coordenação de três professores especialistas: Vanilda Mazzoni, Alícia Duhá e João Encaciel Pacheco. A oficina é gratuita e dirigida a 15 interessados. A ação conta com o apoio do Governo do Estado da Bahia através do Fundo de Cultura da Bahia, mecanismo de fomento das secretarias de Cultura (SecultBA) e da Fazenda (Sefaz), por meio do do edital Agitação Cultural – Dinamização em Espaços Culturais.  A oficina se desenvolve uma vez por semana (sempre às terças-feiras, das 14h às 16h40), abrangendo, no total, 80 horas de curso, com aulas até o mês de junho de 2016. A formação inclui métodos de encadernação em couro, pergaminho e revestimentos modernos. Inscrições e informações: tel. (71) 30174967 / 999267495/ memoriaearte@ig.com.br.

encadernacaotradicional

MUSEUS DIMUS

SOLAR FERRÃO

 1- Coleção de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004. Permanente.

 2- Coleção de Arte Popular.  Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos, ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano. Permanente.

 3- Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita em suas experiências. Permanente.

 4– Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. A coleção apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A exposição habita três salas na nova ala do museu, cujo acesso pode ser feito através da segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical. Permanente.

 Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Matos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA)

(71) 3116- 6743

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MUSEU ABELARDO RODRIGUES

O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado.Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O Museu Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6440

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MUSEU TEMPOSTAL

1- O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Em cartaz.

2- A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX.  Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana. Permanente.

3 – A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão. Permanente.

Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6383

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MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA

O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição “Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII.

No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o colecionador e ceramista.

Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O espaço sediado no Pelourinho, em Salvador, integra os museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da secretaria estadual de Cultura (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas

Entrada: grátis

Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6389

Exposição no Museu Udo ft. Lazaro Menezes (2)

 

PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)

Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, informações e objetos pessoais dele e familiares. Além do museu, o parque contém um anexo com sala multimídia, auditório, biblioteca, infocentro, reserva técnica, refeitório e administrativo. Na área de Mata Nativa, os visitantes podem fazer uma trilha e visitarem o Pouso de Adelaide, o Anfiteatro, a Cruz da Estrada, a Fonte e o Marco da Fazenda.

O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves. O Parque Histórico Castro Alves (PHCA), integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h

Entrada: grátis

Praça Castro Alves, 106, Centro – Cabaceiras do Paraguaçu (BA)

(75) 3681-1102

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