MAM-BA promove Oficina de História da Arte a partir de março

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Como você vê uma obra de arte? Com objetivo de estimular o olhar artístico e reforçar o conhecimento acerca da teoria e da história da arte, de modo a facilitar a compreensão da arte contemporânea, o artista baiano Almandrade ministra a “Oficina de História da Arte”, a partir do dia 15 de março (terça-feira), na Galeria 3 do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA).
Assuntos relacionados ao Renascimento, Arte Moderna e Contemporânea serão abordados na oficina. De acordo com o ministrante, a proposta do curso é provocar nas pessoas um olhar artístico que as façam entender as técnicas utilizadas em uma obra de arte. “Pretendemos propor uma igualdade de conhecimento para os vários públicos, já que a turma será bastante heterogênea. Seja o advogado, o arquiteto, o marceneiro, queremos que o capital cultural seja o mesmo”, diz Almandrade.
Os encontros da “Oficina de História da Arte” acontecem das 09h às 12h, uma vez na semana e são inteiramente gratuitos. Serão disponibilizadas 40 vagas. Para participar é necessário que os interessados se inscrevam através do formulário disponível no link: http://goo.gl/forms/7Rwt3HGxjD. Mais informações pelo telefone: (71) 3117-6141

Saiba mais sobre Almandrade (Antônio Luiz M. Andrade)

Artista plástico, arquiteto, mestre em desenho urbano, poeta e professor de teoria da arte das oficinas de arte do Museu de Arte Moderna da Bahia. Participou de várias mostras coletivas, entre elas: XII, XIII e XVI Bienal de São Paulo; “Em Busca da Essência” – mostra especial da XIX Bienal de São Paulo; IV Salão Nacional; Universo do Futebol (MAM/Rio); Feira Nacional (S.Paulo); II Salão Paulista, I Exposição Internacional de Escultura Efêmeras (Fortaleza); I Salão Baiano; II Salão Nacional; Menção honrosa no I Salão Estudantil em 1972. Integrou coletivas de poemas visuais, multimeios e projetos de instalações no Brasil e exterior. Um dos criadores do Grupo de Estudos de Linguagem da Bahia que editou a revista “Semiótica” em 1974. Realizou cerca de trinta exposições individuais em Salvador, Recife, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo entre 1975 e 2016.

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