Programação Dimus – 04 a 11/05

Confira a programação semanal dos espaços vinculados à Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/Ipac):

DESTAQUES

Prorrogada a exposição “Raízes e Metáforas: Quando à Minha Terra/Não Há que Haver Arreceio” no Centro Cultural Solar Ferrão 

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Prorrogada a mostra “Raízes e Metáforas: Quando à Minha Terra/Não Há que Haver Arreceio”, que continua em cartaz no Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Matos, Pelourinho) até 29/05. A exposição conta com mais de 80 peças entre desenhos, fotografias, videogramas e poemas.

De acordo com o curador da mostra, Feliciano de Mira, trata-se de uma instalação multimídia, uma abordagem territorial e onírica, um diálogo entre as artes e manufaturas em extinção numa terra do interior do Alentejo, na margem esquerda do Guadiana e a tradição imaterial da literatura oral e do Cante Alentejano da pós-modernidade, numa época de globalização e avanço de tecnologias e imaginários. “É um trabalho de memórias com uma multilinguagem que envolve fusões sonoras e plásticas, onde a paisagem realista da terra é confrontada com o sonho e o sacrifício da luta e da emigração, gerando uma estética contextual, mas de linguagens e emoções universais”, completa o curador.

 

Projeto “Pé de Poesia” no Passeio Público

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O Passeio Público, equipamento vinculado à Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/Ipac), recebe nos meses de abril e maio o projeto “Pé de Poesia”.  Sua proposta é decorar com poemas as árvores de espaços públicos em Salvador, contando com um total de 600 poesias impressas em material especial (placas de PS), das quais 500 são de autoria de poetas contemporâneos e as 100 homenageiam os dois maiores expoentes líricos da Bahia: Gregório de Mattos e Castro Alves. O projeto é coordenado pelo escritor e músico Fabio Shiva, e ficará à disponibilidade do público até meados de maio.

“Pé de Poesia” é um projeto selecionado pelo Edital Arte Todo Dia – Ano II, da Fundação Gregório de Mattos (Prefeitura de Salvador), com apoio de Athelier PHNX, Servdonto, Artgraphic, Editora Cogito e Britto Serigrafia. A Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) é uma unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

 

Museu Abelardo Rodrigues promove visita mediada: “MARIA, mulher e representação de Mãe”

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O Museu Abelardo Rodrigues – (Pelourinho) promove, de 02 a 31/05, visita mediada em homenagem às figuras femininas expostas no local. A mediação abordará a iconografia das imagens marianas, a exemplo de N. Senhora das Almas do Purgatório, Nossa Senhora do Rosário, Nossa Senhora das Dores e Nossa Senhora com o Menino. As visitas serão realizadas às terças e quintas-feiras das 12h às 18h, mediante agendamento, que pode ser feito através do telefone (71) 3116-6740 ou pelo e-mail: educativoferrao@gmail.com.

A proposta da atividade é destacar o papel social da mulher como agente construtora de desenvolvimento sociocultural e econômico, buscando estabelecer relações com o seu passado histórico, sua trajetória na sociedade e os desafios enfrentados para a conquista de novas áreas de atuação profissional. Como o mês de maio também está relacionado ao mês das mães, a proposta do Museu Abelardo é a de realizar uma mediação participativa que envolva o público no universo feminino, por meio da maternidade e por outros papéis desempenhando pela Mulher enquanto agente de construção de uma “sociedade mais sustentável”.

 

 Colégio Sacramentinas comemora Dia das Mães no Passeio Público

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O Passeio Público (Av. Sete de Setembro, Centro) recebe neste sábado, 07/05, a partir das 09h, o Colégio Sacramentinas com diversas atividades em comemoração ao Dia das Mães (08/05). Na programação estão previstas malabaristas, orações, apresentação dos alunos da Educação Infantil até o Fundamental I e o show da banda Pipoca Bacana.

O evento começa com malabaristas recepcionando e animando quem for chegando para participar da comemoração. Em seguida, a irmã Ana Paula irá fazer uma oração abrindo a apresentação de canto das crianças. E por fim, a banda Pipoca Bacana se apresenta em um show de aproximadamente 50 minutos. Durante todo o evento acontecerá a venda de água, refrigerante, picolé e pipoca.

 

Centro Cultural Solar Ferrão recebe curso de violão em estilo africano

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O Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Matos, Pelourinho) recebe, aos sábados das 15h às 16h30, um curso de violão em estilo africano, ministrado pelo professor Thon Nascimentos, licenciado em música pela Universidade Metropolitana de Santos, com mestrado em Etnomusicologia pela Universidade Nova de Lisboa e mestrado em Estudos Africanos no ISCTE – Lisboa, Portugal. O objetivo do curso é ampliar o horizonte musical e cultural do indivíduo, trabalhar com o potencial criativo e possibilitar novas perspectivas de socialização. O curso requer um investimento de R$ 80,00 por mês ou, caso o interesse seja em realizar aulas esporádicas, cada aula custa R$ 20,00 (sendo esse valor direcionado ao professor). A turma tem um limite de 10 pessoas por aula e as solicitações de inscrições devem ser feitas pelo email thonaci@gmail.com. Mais informações através dos números 3116-6743 ou 99288-3995.

 

 MUSEUS DIMUS

SOLAR FERRÃO

Solar Ferrão - Foto Lazaro Menezes

 1- Coleção de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004. Permanente.

 2- Coleção de Arte Popular.  Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos, ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano. Permanente.

 3- Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita em suas experiências. Permanente.

 4– Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. A coleção apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A exposição habita três salas na nova ala do museu, cujo acesso pode ser feito através da segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical. Permanente.

 Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Matos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA)

(71) 3116- 6743

 

MUSEU ABELARDO RODRIGUES

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O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado.Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O Museu Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6440

 

MUSEU TEMPOSTAL

Tempostal

1- O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Em cartaz.

2- A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX.  Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana. Permanente.

3 – A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão. Permanente.

Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6383

 

MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA

Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica Foto Lázaro Menezes

O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição “Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII.

No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o colecionador e ceramista.

Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O espaço sediado no Pelourinho, em Salvador, integra os museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da secretaria estadual de Cultura (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas

Entrada: grátis

Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6389

 

PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)

PHCA

Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, informações e objetos pessoais dele e familiares. Além do museu, o parque contém um anexo com sala multimídia, auditório, biblioteca, infocentro, reserva técnica, refeitório e administrativo. Na área de Mata Nativa, os visitantes podem fazer uma trilha e visitarem o Pouso de Adelaide, o Anfiteatro, a Cruz da Estrada, a Fonte e o Marco da Fazenda.

O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves. O Parque Histórico Castro Alves (PHCA), integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h

Entrada: grátis

Praça Castro Alves, 106, Centro – Cabaceiras do Paraguaçu (BA)

(75) 3681-1102

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