Programação dos Museus Dimus/IPAC – 13 a 19/10

Os museus vinculados à DIMUS/IPAC funcionarão no seu horário normal de visitação durante o feriado da quarta-feira (12/10).

DESTAQUES

Semana das Crianças é comemorada no LabDimus com brinquedos antigos

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Nesta sexta (14), às 14h, o Laboratório de Educação Digital: Museu, Arte e Cultura da Diretoria de Museus (LabDimus) vai levar os estudantes da Escola Municipal Vivaldo Costa Lima para comemorarem o Dia das Crianças na Praça das Artes (Pelourinho). A atividade “Brincando no Lab” tem o objetivo de apresentar aos alunos do Ensino Fundamental I, as brincadeiras e os brinquedos de antigamente, como bilboquê, vai-e-vem, pega-vareta e outros. Os brinquedos foram confeccionados com resíduos sólidos (garrafas pet, papelão e etc.) e as brincadeiras serão apresentadas pela própria equipe do LabDimus. O LabDIMUS integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Museus DIMUS sediam evento com a programação voltada
para o tema da importância da Mandioca

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O Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, Pelourinho, 45) e o Parque Histórico Castro Alves (Cabaceiras do Paraguaçu) vão sediar a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2016 – Ciência Alimentando o Brasil. O projeto vai contar com uma série de atividades educativas, como cine-debates e exposições que abordem a importância cultural da mandioca, e englobará as cidades de Salvador, Cabaceiras do Paraguaçu e Jequié. As atividades serão gratuitas e abertas aos interessados, mas terão como público alvo os estudantes da rede estadual de ensino. A semana será entre os dias 17 a 23/10, com uma programação que vai englobar atividades simultâneas nessas regiões.

No Parque Histórico, entre os dias 17 a 23/10, das 09 às 18h, acontece a exibição de ‘Mandioca: Raiz do Brasil’, vídeo produzido e dirigido pela TV Educativa da Bahia (TVE BA), além das visitas monitoradas à Casa de Farinha e à Roça de Mandioca. A exibição do vídeo também ocorrerá no Solar Ferrão de 17 a 23/10. Outro destaque da programação é a palestra ‘Mandioca, a raiz do Brasil – Um Símbolo da Identidade Cultural’, ministrada pelo engenheiro agrônomo e pesquisador da Embrapa Joselito Motta, que acontece em 17/10 às 09h no PHCA, e no Solar Ferrão em 21/10, às 14h.

A programação ainda segue no Parque Histórico com as atividades: Contação de História ‘Lenda da Mandioca’ entre os dias 18 a 21/10, das 10h às 15h; ‘Sarau no Parque comemorando a Cultura e Raiz’ no dia 18/10 às 19h; apresentação da Enquete ‘Na Lida da Mandioca’, da Oficina de Teatro do PHCA, e apresentação do Boinho de Painho no dia 19/10 às 15h; palestra ‘Cadeia Agroindustrial da Mandioca: Situação atual, oportunidades e desafios’, ministrada pelo pesquisador da Embrapa Carlos Estevão Leite Cardoso, no dia 21/10 às 09h.

O projeto foi o vencedor do edital nº 01/2016 da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e possui a iniciativa de proporcionar diálogo entre museus, população, órgãos municipais, estaduais e federais.

Serviço: Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2016
Data: 17 a 23/10
Gratuito
Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, Pelourinho, 45) e Parque Histórico Castro Alves (Cabaceiras do Paraguaçu).

 

Para celebrar o mês das crianças, projeto no Parque Histórico Castro Alves
rememora antigas brincadeiras

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‘Brincando Como no Tempo de Nossos Avós’ é o projeto que acontece em comemoração ao mês das crianças no Parque Histórico Castro Alves (Cabaceiras do Paraguaçu, no Recôncavo baiano). Com a utilização de brinquedos e brincadeiras mais antigas, as atividades acontecem diariamente durante todo o mês de outubro e têm o objetivo de resgatar tradições e culturas que estão sendo substituídas por brinquedos e jogos eletrônicos.

“Serão apresentadas brincadeiras simples, como as que se faziam nas ruas ou nos quintais das casas. As crianças podem usar objetos e utensílios fáceis de encontrar e improvisar um novo jogo, como ‘Cinco Marias’, ‘Escravos de Jó’, ‘Amarelinha’, ‘Esconde-Esconde’, ‘Passar Anel’, ‘Batata Quente’ e etc… O contato com estas antigas brincadeiras vai proporcionar momentos de criação, interação e muita diversão”, explica Diogenisa César, coordenadora do Parque Histórico Castro Alves.

Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h.
Entrada: grátis
Endereço: Praça Castro Alves, 106, Centro, Cabaceiras do Paraguaçu/BA.
Contato: (75) 3681-1102

 

MUSEUS DIMUS/IPAC

SOLAR FERRÃO

1- Coleção de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004. Permanente.

2- Coleção de Arte Popular.  Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos, ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano. Permanente. 

3- Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita em suas experiências. Permanente. 

4– Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. A coleção apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A exposição habita três salas na nova ala do museu, cujo acesso pode ser feito através da segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical. Permanente.

Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Matos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA)
(71) 3116-6743

MUSEU ABELARDO RODRIGUES

O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O Museu Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6440

MUSEU TEMPOSTAL

1- O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Em cartaz.

2- A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX.  Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana. Permanente.

3 – A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão. Permanente.

Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Matos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6383

MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA

O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição“Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII.

No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o colecionador e ceramista.

Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O espaço sediado no Pelourinho, em Salvador, integra os museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da secretaria estadual de Cultura (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas
Entrada: grátis
Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6389

PASSEIO PÚBLICO

Está em cartaz no Passeio Público (Av. Sete de Setembro, Campo Grande) a exposição “Museus: Paisagens Culturais”, formada por painéis com cerca de 4 X 2 metros de fotografias produzidas no final do século XIX de vários pontos da cidade de Salvador. As imagens foram retiradas do livro ‘50 anos de urbanização – Salvador da Bahia no Século XIX’, resultado de pesquisa da historiadora Consuelo Novais, já falecida. O livro foi vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares (historiador e crítico de arte brasileiro), promovido pela Odebrecht que doou ao Museu de Arte da Bahia (MAB) do IPAC. A visitação é gratuita.

Localizado em espaço nobre da capital baiana, com vista para a Baía de Todos os Santos e espécies de flora que proporcionam ambiente bucólico, o Passeio Público é considerado um museu a céu aberto pela sua importância arquitetônico-paisagística e urbanística, e por elementos artísticos presentes, como estátuas.

Conhecido por ser um espaço democrático, onde acontecem diversas manifestações educativas e culturais, o Passeio Público é administrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), que também tombou e está responsável pelo Palácio da Aclamação, edificação contígua ao Passeio e antiga residência dos governadores da Bahia.

O Passeio Público integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Visitação: O Passeio Público pode ser visitado das 08h às 17h para se apreciar a exposição permanente.
Endereço: Av. Sete de Setembro, S/N – Campo Grande, Salvador – BA
(71) 3117-6447

PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)

Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, informações e objetos pessoais dele e familiares. Além do museu, o parque contém um anexo com sala multimídia, auditório, biblioteca, infocentro, reserva técnica, refeitório e administrativo. Na área de Mata Nativa, os visitantes podem fazer uma trilha e visitarem o Pouso de Adelaide, o Anfiteatro, a Cruz da Estrada, a Fonte e o Marco da Fazenda.

O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves. O Parque Histórico Castro Alves (PHCA), integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h
Entrada: grátis
Praça Castro Alves, 106, Centro – Cabaceiras do Paraguaçu (BA)
(75) 3681-1102

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