Programação Dimus – 20 a 26/10

Confira a programação semanal dos espaços vinculados à Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/Ipac):

LabDimus inaugura Projeto de Iniciação em Mídias Digitais


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O Laboratório de Educação Digital: Museu Arte e Cultura da Diretoria de Museus (LabDimus, Rua Gregório de Mattos, 39) apresentou nesta terça (18) às 9h, o ‘Projeto de Iniciação em Mídias Digitais’. A ação, que será realizada em parceria com o Colégio Estadual Azevedo Fernandes sob a responsabilidade da professora Rose Kalili, tem o objetivo de criar um miniblog onde os estudantes publicarão suas produções desenvolvidas nas oficinas que compõem o projeto.

A primeira oficina acontece em 21/10 (sexta) às 9h, onde ocorrerá a criação de um miniblog e a produção de materiais nas linguagens literária, fotográfica, audiovisual e gráfica. O projeto, que vai durar cerca de dois meses, pretende estabelecer um diálogo com os conteúdos trabalhados na DIMUS com a grade curricular dos estudantes do 6º e 7º ano. A iniciativa veio do desejo da professora em criar um jornal para publicação de textos e outras atividades desenvolvidas pelos alunos, quando a equipe do Labdimus sugeriu a criação de um miniblog por ser mais dinâmico e atrativo para o jovem, para a postagem de textos e de várias atividades e oficinas como a de fotografia e vídeoarte, desenvolvidas pela equipe do Labdimus”, pontuou Cristina Melo, coordenadora do LabDimus. As oficinas do projeto vão ocorrer no próprio LabDimus pela equipe do Laboratório.

O LabDimus integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

 

Museus DIMUS sediam evento com a programação voltada para o tema da importância da Mandioca

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O Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho) e o Parque Histórico Castro Alves (Cabaceiras do Paraguaçu) estão sediando a ‘Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2016 – Ciência Alimentando o Brasil’, o maior evento de popularização de ciência do país. O projeto ‘Cultura na agricultura: Mandioca entre a tradição e a ciência’, do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) está sendo abordado durante o evento que conta com uma série de atividades educativas, como cine-debates e exposições que abordam a importância cultural da mandioca. As atividades, que foram iniciadas no dia 17 e duram até o dia 23/10, são gratuitas e abertas aos interessados.

No Parque Histórico, a programação ainda segue com as atividades de Contação de História ‘Lenda da Mandioca’ até o dia 21/10, das 10h às 15h; e até o dia 23/10, das 09 às 18h, a exibição de ‘Mandioca: Raiz do Brasil’, vídeo produzido e dirigido pela TV Educativa da Bahia (TVE BA), além das visitas monitoradas à Casa de Farinha e à Roça de Mandioca. A exibição do vídeo também ocorre no Solar Ferrão até o dia 23/10. No PHCA, o destaque do dia 21/10, às 9h, é a palestra ‘Cadeia Agroindustrial da Mandioca: Situação atual, oportunidades e desafios’, ministrada pelo pesquisador da Embrapa Carlos Estevão Leite Cardoso. Outro destaque da programação do dia 21/10, é a palestra ‘Mandioca, a raiz do Brasil – Um Símbolo da Identidade Cultural’, ministrada pelo engenheiro agrônomo e pesquisador da Embrapa Joselito Motta no Solar Ferrão às 14h.

“A Casa de Farinha estava se perdendo ao tempo com cupins corroendo nossa história. Todos aqui trabalharam na produção de farinha. Uns na lida para subsistência, outros para a comercialização, porém todos trazemos lembranças maravilhosas dentro de uma Casa de Farinha. Por isso aproveitei o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia deste ano, ‘Ciência Alimentando o Brasil’, para materializar essas lembranças, trazendo ao Parque Histórico Castro Alves essa parte da nossa história, com a Casa de Farinha montada à moda de nossos costumes”, afirma Diogenisa Teixeira, coordenadora do Parque Histórico Castro Alves.

A SNCT, que nesta 13° edição traz o tema ‘A ciência alimentando o Brasil’, tem o objetivo de aproximar a ciência e a tecnologia da população, promovendo eventos que congregam centenas de instituições a fim de realizarem atividades de divulgação científica em todo o país. O projeto ‘Cultura na agricultura: Mandioca entre a tradição e a ciência’, do IPAC, é o tema abordado durante o evento realizado simultaneamente, em Salvador, Jequié e Cabeceiras do Paraguaçu, até o dia 23/10. O projeto foi vencedor do edital nº 01/2016 da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).  A iniciativa do IPAC visa proporcionar diálogo entre museus, população, órgãos municipais, estaduais e federais.

“Ficamos contentes por conseguir propor a temática que salienta a aproximação entre a tradição e a ciência sobre essa cultura tão presente e importante para a população de várias regiões da Bahia e do país. Hoje, mais de 100 países do mundo cultivam a mandioca e mais de 700 milhões de pessoas se alimentam de algum alimento que contém mandioca. Além disso, existe uma contribuição da cultura indígena muito forte na tradição e na história do processo da cultura da mandioca”, afirma a socióloga e coordenadora do projeto, Jussara Nascimento.

Serviço: Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2016
Data: até o dia 23/10.

Gratuito

Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, Pelourinho, 45) e Parque Histórico Castro Alves (Cabaceiras do Paraguaçu).

 

MUSEUS DIMUS/IPAC

SOLAR FERRÃO

 1- Coleção de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004. Permanente.

 2- Coleção de Arte Popular.  Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos, ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano. Permanente.

 3- Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita em suas experiências. Permanente.

 4– Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. A coleção apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A exposição habita três salas na nova ala do museu, cujo acesso pode ser feito através da segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical. Permanente.

 Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Matos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA)

(71) 3116-6743

 

MUSEU ABELARDO RODRIGUES

O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O Museu Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6440

 

MUSEU TEMPOSTAL

1- O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Em cartaz.

2- A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX.  Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana. Permanente.

3 – A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão. Permanente.

Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Matos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6383

 

MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA

O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição“Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII.

No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o colecionador e ceramista.

Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas

Entrada: grátis

Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6389

 

PASSEIO PÚBLICO

Está em cartaz no Passeio Público (Av. Sete de Setembro, Campo Grande) a exposição “Museus: Paisagens Culturais”, formada por painéis com cerca de 4 X 2 metros de fotografias produzidas no final do século XIX de vários pontos da cidade de Salvador. As imagens foram retiradas do livro ‘50 anos de urbanização – Salvador da Bahia no Século XIX’, resultado de pesquisa da historiadora Consuelo Novais, já falecida. O livro foi vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares (historiador e crítico de arte brasileiro), promovido pela Odebrecht que doou ao Museu de Arte da Bahia (MAB) do IPAC. A visitação é gratuita.

Localizado em espaço nobre da capital baiana, com vista para a Baía de Todos os Santos e espécies de flora que proporcionam ambiente bucólico, o Passeio Público é considerado um museu a céu aberto pela sua importância arquitetônico-paisagística e urbanística, e por elementos artísticos presentes, como estátuas.

Conhecido por ser um espaço democrático, onde acontecem diversas manifestações educativas e culturais, o Passeio Público é administrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), que também tombou e está responsável pelo Palácio da Aclamação, edificação contígua ao Passeio e antiga residência dos governadores da Bahia. O Passeio Público integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Visitação: O Passeio Público pode ser visitado das 08h às 17h para se apreciar a exposição permanente.

Endereço: Av. Sete de Setembro, S/N – Campo Grande, Salvador – BA

(71) 3117-6447

 

PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)

Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, informações e objetos pessoais dele e familiares. Além do museu, o parque contém um anexo com sala multimídia, auditório, biblioteca, infocentro, reserva técnica, refeitório e administrativo. Na área de Mata Nativa, os visitantes podem fazer uma trilha e visitarem o Pouso de Adelaide, o Anfiteatro, a Cruz da Estrada, a Fonte e o Marco da Fazenda.

O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves. O Parque Histórico Castro Alves (PHCA) integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h

Entrada: grátis

Praça Castro Alves, 106, Centro – Cabaceiras do Paraguaçu (BA)

(75) 3681-1102

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