Programação dos Museus Dimus/IPAC – 10/11 a 16/11

Os museus da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) estarão funcionando das 12h às 17h no feriado da Proclamação da República (15/11). Confira a programação:

DESTAQUES

 Mostra fotográfica de colaboradores do IPAC

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A Galeria II do Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho) recebe a exposição ‘Fotografias’. A mostra, que fica aberta até o dia 15/11 (terça), é resultado das produções do ‘Curso de Fotografia’, ministrado pelo fotógrafo do IPAC Jefferson Pereira e que foi destinado aos colaboradores do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC).

O ‘Curso de Fotografia’ foi uma inciativa da Diretoria de Museus (DIMUS/IPAC) e do Centro Cultural Solar Ferrão. Os colaboradores aprenderam, durante dois meses, a história da fotografia e seus conceitos teóricos, além de colocarem o aprendizado em prática através das saídas fotográficas promovidas durante o curso. Foram utilizados desde smartphones a equipamentos profissionais para a captura das imagens, que possuem uma temática livre e revelam as diferentes experiências e olhares dos participantes.

O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Serviço: Exposição ‘Fotografias’
Local:
Galeria II do Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho)
Data:
em exposição até  dia 15/11 (terça)
Horário: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada gratuita

Solar Ferrão promove palestra sobre Neguinho do Samba e apresentação da
Banda Didá para celebrar o Novembro Negro

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No dia 16/11 (quarta-feira), às 15h, o Largo Tereza Batista (Rua Gregório de Mattos, 6, Pelourinho) vai ficar ainda mais agitado com os tambores das mulheres da Banda Didá. Para comemoração do mês em que se celebra a Consciência Negra, acontece a palestra ‘Quilombo de Tambores – Neguinho do Samba e a Criação do Samba-Reggae como uma Tradição Negro-Baiana’ com Viviam Caroline (diretora de projetos da Didá). Os participantes ainda vão se embalar ao som da percussão da banda feminina e assistir a apresentação de daça das alunas da Escola Didá. A atividade será aberta ao público.

“A palestra é um resumo do meu trabalho de pesquisa e tem como objetivo chamar a atenção para a importância de Neguinho do Samba, não só para a Banda Didá, mas para a música brasileira como um todo”, pontua Viviam Caroline. “Com o samba-reggae, a música brasileira ganha força, e isso nasce com esse protagonismo de Neguinho ressaltando o patrimônio da Bahia, e fortalecendo a identidade do Pelourinho e das pessoas que estão ali. Eu acredito que a comunidade do Pelourinho, a partir dessa percepção de viver a cultura local, passou a entender a herança da identidade africana. O seu legado permanece até hoje”, argumenta.

Nascido em 21 de junho de 1955, Antonio Luiz Alves de Souza, Neguinho do Samba, foi o criador e percursor do ritmo do samba-reggae. Foi músico de escolas de samba da cidade, a exemplo do Vai Levando e Diplomatas de Amaralina. Também tocou no Apaches, Comanche, Alvorada, além de ter sido mestre do Ilê Ayê e diretor do Olodum. Os cantores Jimmy Cliff e Michel Jackson são alguns dos exemplos que se inspiraram no ritmo criado por Neguinho, incorporando-o aos seus repertórios. Após criar o samba-reggae, ele teve a ideia de incluir as mulheres negras nesse cenário, nascendo assim, em 1993, a Banda Didá.

O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Serviço: Palestra sobre Neguinho do Samba com Viviam Caroline, apresentação da Banda Feminina Didá e das Alunas da Escola Didá
Local: 
Largo Tereza Batista (Rua Gregório de Matos, 6, Pelourinho)
Data: 
16/11 (quarta)
Horário: 15h
Entrada gratuita

 

Passeio Público recebe exposição “Yarn Bombing: Intervenção Urbana com Crochê”


Conhecido como um museu a céu aberto, o Passeio Público (Av. Sete de Setembro, Campo Grande) recebe a exposição “Yarn Bombing: Intervenção Urbana com Crochê” que fica aberta para visitação até o dia 29 de novembro. Realizada por Laise Xavier dos Santos e orientada por Luciana Messeder Ballardo, a exposição é o resultado de um trabalho final para conclusão do curso de Museologia da UFBA, e utiliza jardins e praças como espaços expositivos, levando a arte do crochê para o público de forma inusitada e colorindo os locais de convivência escolhidos.

O Yarn Bombing ou “Tricô Urbano” surgiu entre os anos 2005 e 2006, nos Estados Unidos, com o objetivo de colorir as cidades com a iniciativa de artesãs e donas de casa que dominavam a técnica de costura. Desde então, as intervenções em crochê têm conquistado visibilidade em diversas partes do mundo, como América do Sul e Europa, colorindo árvores, muros, postes e outros

Conhecido por ser um espaço democrático, onde acontecem diversas manifestações educativas e culturais, o Passeio Público é administrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), que também tombou e está responsável pelo Palácio da Aclamação, edificação contígua ao Passeio e antiga residência dos governadores da Bahia.

Serviço: Exposição “Yarn Bombing: Intervenção Urbana com Crochê” no Passeio Público
Contatos: Laise Xavier (71) 98642-8986/ 99317-9116 | laise18x@gmail.com
Endereço: Av. Sete de Setembro, S/N – Campo Grande, Salvador – BA
Visitação: 06h às 22h
Entrada Gratuita

MUSEUS DIMUS/IPAC

SOLAR FERRÃO

1- Coleção de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004. Permanente.

2- Coleção de Arte Popular.  Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos, ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano. Permanente. 

3- Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita em suas experiências. Permanente.

4– Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. A coleção apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A exposição habita três salas na nova ala do museu, cujo acesso pode ser feito através da segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical. Permanente. 

Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Matos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA)
(71) 3116-6743

MUSEU ABELARDO RODRIGUES

O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O Museu Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6440

MUSEU TEMPOSTAL

1- O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Em cartaz.

2- A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX.  Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana. Permanente.

3 – A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão. Permanente.

Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Matos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6383

MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA

O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição “Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII.

No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o colecionador e ceramista.

Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas
Entrada: grátis
Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6389

PASSEIO PÚBLICO

Está em cartaz no Passeio Público (Av. Sete de Setembro, Campo Grande) a exposição “Museus: Paisagens Culturais”, formada por painéis com cerca de 4 X 2 metros de fotografias produzidas no final do século XIX de vários pontos da cidade de Salvador. As imagens foram retiradas do livro ‘50 anos de urbanização – Salvador da Bahia no Século XIX’, resultado de pesquisa da historiadora Consuelo Novais, já falecida. O livro foi vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares (historiador e crítico de arte brasileiro), promovido pela Odebrecht que doou ao Museu de Arte da Bahia (MAB) do IPAC. A visitação é gratuita.

Localizado em espaço nobre da capital baiana, com vista para a Baía de Todos os Santos e espécies de flora que proporcionam ambiente bucólico, o Passeio Público é considerado um museu a céu aberto pela sua importância arquitetônico-paisagística e urbanística, e por elementos artísticos presentes, como estátuas.

Conhecido por ser um espaço democrático, onde acontecem diversas manifestações educativas e culturais, o Passeio Público é administrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), que também tombou e está responsável pelo Palácio da Aclamação, edificação contígua ao Passeio e antiga residência dos governadores da Bahia. O Passeio Público integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Visitação: O Passeio Público pode ser visitado das 08h às 17h para se apreciar a exposição permanente.

Endereço: Av. Sete de Setembro, S/N – Campo Grande, Salvador – BA

(71) 3117-6447

PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)

Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, informações e objetos pessoais dele e familiares. Além do museu, o parque contém um anexo com sala multimídia, auditório, biblioteca, infocentro, reserva técnica, refeitório e administrativo. Na área de Mata Nativa, os visitantes podem fazer uma trilha e visitarem o Pouso de Adelaide, o Anfiteatro, a Cruz da Estrada, a Fonte e o Marco da Fazenda.

O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves.

O Parque Histórico Castro Alves (PHCA) integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h
Entrada: grátis
Praça Castro Alves, 106, Centro – Cabaceiras do Paraguaçu (BA)
(75) 3681-1102

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