Programação dos Museus Dimus/IPAC – 24 a 30/11

Confira a programação dos museus da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC):

DESTAQUES

Evento com desfile de moda afro acontece no
Palácio da Aclamação neste sábado (26)

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Os eventos relacionados ao Novembro Negro continuam agitando Salvador. Integrando esta agenda, o Palácio da Aclamação (Av. Sete de Setembro, 1330 – Campo Grande) sedia o ‘Belos Negros Fashion Show Neon’ no dia 26/11 (sábado), às 18h. Idealizado pelo fotógrafo e assessor de modelos Raí Silva, o evento tem por objetivo celebrar e valorizar a estética negra através de um desfile que contará com roupas e acessórios com foco no neon. Os convites serão disponibilizados para quem entrar em contato prévio com a produção.

Além do desfile, também serão apresentadas expressões artísticas, como shows circenses, exposições, performances e discotecagem afro. Bailarinos, atores, estilistas, maquiadores e artistas voltados para a militância negra vão marcar presença no evento. Raí Silva, idealizador do projeto, possui um trabalho fotográfico com modelos negros chamado ‘Identidades – Belos Negros’. Aliado ao seu recente trabalho de produção de eventos e assessoria de modelos, surgiu a proposta do ‘Belos Negros Fashion Show Neon’.

O Palácio da Aclamação integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Serviço: Desfile de moda ‘Belos Negros Fashion Show Neon’, do fotógrafo Raí Silva
Onde: Palácio da Aclamação
Quando: 26/11/2016
Horário: 18h
Contato: (71) 99108.0810 | Raí Silva
Os convites serão disponibilizados para quem entrar em contato prévio com a produção

 

Últimos dias para conferir a exposição “Yarn Bombing: Intervenção Urbana com Crochê” no Passeio Público

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Conhecido como um museu a céu aberto, o Passeio Público (Av. Sete de Setembro, Campo Grande) sedia a exposição “Yarn Bombing: Intervenção Urbana com Crochê” que fica aberta para visitação até o dia 30 de novembro. Realizada por Laise Xavier dos Santos e orientada por Luciana Messeder Ballardo, a exposição é o resultado de um trabalho final para conclusão do curso de Museologia da UFBA, e utiliza jardins e praças como espaços expositivos, levando a arte do crochê para o público de forma inusitada e colorindo os locais de convivência escolhidos.

O Yarn Bombing ou “Tricô Urbano” surgiu entre os anos 2005 e 2006, nos Estados Unidos, com o objetivo de colorir as cidades com a iniciativa de artesãs e donas de casa que dominavam a técnica de costura. Desde então, as intervenções em crochê têm conquistado visibilidade em diversas partes do mundo, como América do Sul e Europa, colorindo árvores, muros, postes e outros.

Conhecido por ser um espaço democrático, onde acontecem diversas manifestações educativas e culturais, o Passeio Público é administrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), que também tombou e está responsável pelo Palácio da Aclamação, edificação contígua ao Passeio e antiga residência dos governadores da Bahia.

Serviço: Exposição “Yarn Bombing: Intervenção Urbana com Crochê” no Passeio Público
Contatos: Laise Xavier (71) 98642-8986/ 99317-9116 | laise18x@gmail.com
Endereço: Av. Sete de Setembro, S/N – Campo Grande, Salvador – BA
Visitação: 06h às 22h
Entrada Gratuita

  

Museu Tempostal abre mais uma turma para a ‘Oficina Fotografia: Cores do Pelourinho’ em dezembro

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Estão abertas as inscrições para uma nova turma da ‘Oficina Fotografia: Cores do Pelourinho’ que o Museu Tempostal promove nos dias 3, 10 e 11 de dezembro. Será uma única turma que participará da oficina que acontece sempre pela manhã, de 9 às 12h. Nos encontros, os alunos vão aprender: dia 03/12, teoria básica fotográfica e prática externa; dia 10/12, teoria básica da fotografia artesanal (Pinhole) e prática externa; e dia 11/12, elementos básico de fotografias de modelos, com prática interna nas dependências do museu e externa na Praça das Artes.

Para participar não é necessário possuir uma câmera profissional, sendo permitida a utilização de máquinas compactas e celulares. As inscrições devem feitas pelo formulário que pode ser preenchido no link (abaixo). Depois de preenchido, o aluno receberá resposta automática com instruções. Mais informações:  coresdopelourinho@gmail.com ou pelo telefone 3117-6383.

Link: www.docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeNi9PMvjDolPP_yLrqBlohpRp4KroMkGMbRCXYbNOzvEGhww/viewform?c=0&w=1.

 

Serviço: Oficina de Fotografia: Cores do Pelourinho
Data: 03, 10 e 11 de dezembro, das 9 às 12h
Endereço: Museu Tempostal (Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho)
Mais informações: coresdopelourinho@gmail.com ou (71) 3117-6383

 

 

MUSEUS DIMUS/IPAC

 

SOLAR FERRÃO

1- Coleção de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004. Permanente. 

2- Coleção de Arte Popular.  Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos, ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano. Permanente.

3- Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita em suas experiências. Permanente.

4– Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. A coleção apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A exposição habita três salas na nova ala do museu, cujo acesso pode ser feito através da segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical. Permanente.

Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Matos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA)
(71) 3116-6743

 

MUSEU ABELARDO RODRIGUES

O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O Museu Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6440

 

MUSEU TEMPOSTAL

1- O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Em cartaz.

2- A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX.  Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana. Permanente.

3 – A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão. Permanente.

Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Matos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6383

 

MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA

O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição “Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII.

No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o colecionador e ceramista.

Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas
Entrada: grátis
Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6389

 

PASSEIO PÚBLICO

Está em cartaz no Passeio Público (Av. Sete de Setembro, Campo Grande) a exposição “Museus: Paisagens Culturais”, formada por painéis com cerca de 4 X 2 metros de fotografias produzidas no final do século XIX de vários pontos da cidade de Salvador. As imagens foram retiradas do livro ‘50 anos de urbanização – Salvador da Bahia no Século XIX’, resultado de pesquisa da historiadora Consuelo Novais, já falecida. O livro foi vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares (historiador e crítico de arte brasileiro), promovido pela Odebrecht que doou ao Museu de Arte da Bahia (MAB) do IPAC. A visitação é gratuita.

Localizado em espaço nobre da capital baiana, com vista para a Baía de Todos os Santos e espécies de flora que proporcionam ambiente bucólico, o Passeio Público é considerado um museu a céu aberto pela sua importância arquitetônico-paisagística e urbanística, e por elementos artísticos presentes, como estátuas.

Conhecido por ser um espaço democrático, onde acontecem diversas manifestações educativas e culturais, o Passeio Público é administrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), que também tombou e está responsável pelo Palácio da Aclamação, edificação contígua ao Passeio e antiga residência dos governadores da Bahia. O Passeio Público integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Visitação: O Passeio Público pode ser visitado das 08h às 17h para se apreciar a exposição permanente.
Endereço: Av. Sete de Setembro, S/N – Campo Grande, Salvador – BA
(71) 3117-6447

 

PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)

Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, informações e objetos pessoais dele e familiares. Além do museu, o parque contém um anexo com sala multimídia, auditório, biblioteca, infocentro, reserva técnica, refeitório e administrativo. Na área de Mata Nativa, os visitantes podem fazer uma trilha e visitarem o Pouso de Adelaide, o Anfiteatro, a Cruz da Estrada, a Fonte e o Marco da Fazenda.

O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves. O Parque Histórico Castro Alves (PHCA) integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h
Entrada: grátis
Praça Castro Alves, 106, Centro – Cabaceiras do Paraguaçu (BA)
(75) 3681-1102

 

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