Programação Semanal Dimus – 15 a 21/12

Confira a programação semanal dos museus da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC).

DESTAQUES

 Museu Udo Knoff abre a exposição ‘A Ponte Lúdica – Meu Pedacinho de Presépio’ resultante de oficinas de cerâmica realizadas com a comunidade

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Na próxima quinta-feira (15/12), a partir das 17h, o Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Rua Frei Vicente, 03, Pelourinho) abre a exposição ‘A Ponte Lúdica – Meu Pedacinho no Presépio’. Trata-se de um presépio montado a partir das peças de cerâmica produzidas nas oficinas realizadas em outubro e novembro com escolas e instituições sociais. A mostra é resultado do projeto realizado em parceria com o ceramista uruguaio Sérgio Centurión Centurión.

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Através da realização de oficinas de cerâmica ministradas de forma voluntária por Centurión foram surgindo os elementos que fazem parte do trabalho final: o presépio. Nessas atividades foram utilizados suportes para auxiliarem os participantes na confecção das peças, como fôrmas de animais e humanos. A ideia é que, ao final da exposição, os integrantes da oficina possam levar as esculturas que criaram (os “pedacinhos no presépio”).

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Ao longo dos meses de outubro e novembro, as oficinas foram realizadas com diversos públicos, como as crianças da Escola Municipal Vivaldo Costa Lima e da Escola Paroquial Santana; os jovens da Escola Ignácio Lunely e do Instituo de Cegos da Bahia; e o grupo da terceira idade do Multicentro de Saúde da Liberdade – Bezerra Lopes. A ação é um desdobramento do projeto ‘A Ponte Lúdica’, realizado no ano de 2014 com o ceramista.

De acordo com a coordenadora do museu, Renata Alencar, ‘A Ponte Lúdica – Meu Pedacinho no Presépio’ tem o objetivo didático de democratizar a arte e aflorar a criatividade dos participantes através de atividades envolvendo a cerâmica. “Desta forma, mostra que todas as pessoas possuem um potencial artístico e podem ser criadoras das suas próprias obras de arte”, disse Renata.

A coordenadora ainda pontua o sucesso obtido com as oficinas, a exemplo da ocorrida no Instituto de Cegos da Bahia. “Foi uma atividade produtiva e a recepção foi muito agradável. A produção superou as expectativas, pois teve a participação da família, uma vez que foi o primeiro contato deles com o material.  O ceramista destacou a manjedoura criada por uma das crianças que, após o bate-papo sobre o conceito da construção do presépio, conseguiu expressar de forma simples, mas muito representativa, o nascimento de Cristo.

Sérgio Centurión Centurión é um artista e ceramista nascido no Uruguai. “A atividade é uma reflexão sobre um fato real descrito na Antiguidade, o qual nos ilustra de forma clara o comportamento do ser humano quando é movido por valores superiores. É uma ação sociocultural, destinada a expressar uma esperança coletiva a respeito da vida, sua potencialidade e sonhos de superação que todo ser humano abriga no âmago da sua alma”, explica Centurión.

Serviço: Exposição ‘A Ponte Lúdica – Meu Pedacinho no Presépio’
Local: Museu Udo Knoff (Rua Frei Vicente, 03, Pelourinho) – (71) 3117-6389
Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas
Entrada: grátis
Contatos: (71) 3117-6389 / 99130-3605/98725-2301 |  artsccenturion@gmail.com

O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Rua Frei Vicente, Pelourinho) é um equipamento da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) – unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Feira ‘Pedra Papel Tesouro’ leva produtos autorais ao Palácio da Aclamação

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Livros, Ilustrações, kokedamas, gravuras, cerâmicas, objetos de arte e outros produtos autorais poderão ser vistos na feira de arte, paisagismo e impressos, intitulada Pedra Papel Tesouro que realizará sua segunda edição em Salvador, nos dias 17 e 18 de dezembro (sábado e domingo), das 10h às 18h, no jardim do Palácio da Aclamação, no Campo Grande. O evento terá entrada gratuita.

A ideia da feira surge a partir do desejo de trazer uma produção de arte, paisagismo, design e impressos para mais perto do público, fortalecendo o movimento das publicações e produções independentes e dando vitrine a criações muitas vezes inacessíveis ao grande público.

O destaque da feira está na apresentação de produtos únicos feitos a partir de tecnologias analógicas, como os livros impressos e encadernados à mão, arranjos de plantas em musgos, ilustrações em aquarela e xilogravuras. A Talo-Cozinha Vegana, um empreendimento familiar, assume a gastronomia do evento propondo uma comida saborosa, boa e justa.

A curadoria é realizada pela OGE, que convidou os artistas João Oliveira e Iansã Negrão, além da curadora Flávia Bomfim, curadora e responsável por coordenar a área de impressos. “A feira nasce do desejo de juntar artistas para que eles mostrem suas produções, já que muitas vezes elas ficam em lugares em que as pessoas não têm acesso. No evento, o público terá a oportunidade de entender a criação dos produtos através de conversas com seus criadores”, explica a artista Mayra Lins.

Flávia Bomfim acrescenta que a curadoria aposta nas criações que ressaltam a beleza e autenticidade. “Temos uma produção constante com grande qualidade de impressos e autopublicação em nossa cidade, queremos mostrar e criar interesse por essa linguagem” adianta. A feira Pedra Papel e Tesouro é realizada pela OGE em parceria com a Movimento Contínuo, Projeto Ativa e a produtora Multi Planejamento Cultural, com apoio do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC).

Serviço: Feira Pedra Papel Tesouro
Data: 17 e 18 de dezembro (sábado e domingo)
Horário: 10h às 18h
Local: Jardim do Palácio da Aclamação
Facebook: https://www.facebook.com/events/1081200428666314/permalink/1081202451999445/
Informações: 9 88102306

A Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) é uma unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

 

Exposição ‘Mestres da Capoeira: Em Busca da Oralidade Perdida’
em cartaz no Centro Cultural Solar Ferrão

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A exposição ‘Mestres da Capoeira – Em Busca da Oralidade Perdida’ está aberta à visitação na Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho) e fica até 19/02/2017. O projeto reúne relatos de nove dos mais importantes Mestres de Capoeira baianos, que resultaram em uma exposição interativa de registro das histórias e experiências vividas por eles e que vinha sendo transmitida pela oralidade e, portanto, com grande risco de perda.

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Todos os Mestres foram entrevistados pessoalmente e, destes encontros, foram feitos vídeos, textos, fotos e reprodução de objetos pessoais relevantes para a narrativa de suas histórias. A mostra é composta ainda por registros de jornais e materiais de época, além de outros elementos coletados em que apresentam ao público esta perspectiva da história, por ora, restrita aos mestres que viveram as experiências.

Serviço: exposição ‘Mestres da Capoeira – Em Busca da Oralidade Perdida’
Local: Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão
Período: até 19/02/2017
Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Endereço: Rua Gregório de Matos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA)
Telefone: (71) 3116-6743/ Lila Lopes: 99613-0856 (lilarlopes@hotmail.com)

 

MUSEUS DIMUS/IPAC

SOLAR FERRÃO

1- Coleção de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004. Permanente.

2- Coleção de Arte Popular.  Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos, ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano. Permanente.

3- Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita em suas experiências. Permanente.

4– Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. A coleção apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A exposição habita três salas na nova ala do museu, cujo acesso pode ser feito através da segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical. Permanente.

Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Matos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA)
(71) 3116-6743

MUSEU ABELARDO RODRIGUES

O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O Museu Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6440

MUSEU TEMPOSTAL

1- O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Em cartaz.

2- A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX.  Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana. Permanente.

3 – A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão. Permanente.

Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h
Entrada: grátis
Rua Gregório de Matos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6383

MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA

O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição “Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII.

No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o colecionador e ceramista.

Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas
Entrada: grátis
Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)
(71) 3117-6389

PASSEIO PÚBLICO

Está em cartaz no Passeio Público (Av. Sete de Setembro, Campo Grande) a exposição “Museus: Paisagens Culturais”, formada por painéis com cerca de 4 X 2 metros de fotografias produzidas no final do século XIX de vários pontos da cidade de Salvador. As imagens foram retiradas do livro ‘50 anos de urbanização – Salvador da Bahia no Século XIX’, resultado de pesquisa da historiadora Consuelo Novais, já falecida. O livro foi vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares (historiador e crítico de arte brasileiro), promovido pela Odebrecht que doou ao Museu de Arte da Bahia (MAB) do IPAC. A visitação é gratuita.

Localizado em espaço nobre da capital baiana, com vista para a Baía de Todos os Santos e espécies de flora que proporcionam ambiente bucólico, o Passeio Público é considerado um museu a céu aberto pela sua importância arquitetônico-paisagística e urbanística, e por elementos artísticos presentes, como estátuas.

Conhecido por ser um espaço democrático, onde acontecem diversas manifestações educativas e culturais, o Passeio Público é administrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), que também tombou e está responsável pelo Palácio da Aclamação, edificação contígua ao Passeio e antiga residência dos governadores da Bahia. O Passeio Público integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Visitação: O Passeio Público pode ser visitado das 08h às 17h para se apreciar a exposição permanente.
Endereço: Av. Sete de Setembro, S/N – Campo Grande, Salvador – BA
(71) 3117-6447

PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)

Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, informações e objetos pessoais dele e familiares. Além do museu, o parque contém um anexo com sala multimídia, auditório, biblioteca, infocentro, reserva técnica, refeitório e administrativo. Na área de Mata Nativa, os visitantes podem fazer uma trilha e visitarem o Pouso de Adelaide, o Anfiteatro, a Cruz da Estrada, a Fonte e o Marco da Fazenda.

O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves. O Parque Histórico Castro Alves (PHCA) integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h
Entrada: grátis
Praça Castro Alves, 106, Centro – Cabaceiras do Paraguaçu (BA)
(75) 3681-1102

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