Encontro para escritores da literatura infantojuvenil acontece no Museu Tempostal dia 28/07 (sexta)

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A produção da literatura infantojuvenil na atualidade e a importância da união literária serão alguns dos temas abordados no ‘Encontro para escritores da literatura infantojuvenil’ que acontece no Museu Tempostal (Pelourinho) em 28 de julho (sexta), às 16h. O encontro, fruto de uma parceria do museu com o grupo Contadeiras, é gratuito e tem por objetivo reunir escritores para se unirem e pensarem sobre as perspectivas e possibilidade referentes à temática.

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“Esse é um encontro para escritores da literatura infantojuvenil que possuem trabalhos publicados ou não, para tratarem sobre as dificuldades acerca deste ofício e os embates com relação às editoras”, relata Maria José Matos que integra o grupo Contadeiras. “Por não sermos um país com um hábito da leitura e pelo fato de bons escritores não terem notoriedade no Brasil, esse encontro surge com o propósito de fomentar ações para resolver estas questões”, complementa.

Os escritores participantes do bate-papo serão Palmira Heine, Carla Chastinet, Terezinha Passos, Danielle Andrade, Lucianna Ávila, Iray Galvão, Sandra Popoff, com mediação de Maria José Matos. “Nós vemos campanhas de incentivo à leitura entre algumas instituições, porém elas não parecem conseguir alcançar o público desejado. Queremos ressaltar a importância e a riqueza que a leitura traz para as nossas vidas”, reitera Maria.

O grupo Contadeiras é composto por Maria Terezinha, Maria José, Carla Chastinet e Luciana Ávila contadoras de histórias e escritoras abertas a possíveis parcerias que envolvam arte, educação e literatura. O propósito do grupo é de criar e contar histórias, realizar brincadeiras populares, promover oficinas, bate-papos com escritores e sarau de histórias para o público em geral. É formado pelas escritoras. O contato com as Contadeiras pode ser feito pela página ‘Contadeiras’ no Facebook ou pelo e-mail: contadeiras2017@gmail.com.

MUSEU TEMPOSTAL Inaugurado em 1997, apresenta cerca de 40.000 imagens, entre postais, estampas e fotografias, sendo 30.000 da coleção reunida pelo sergipano Antônio Marcelino (1929-2006). As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. Destacam-se na coleção as imagens representativas da Bahia Antiga, retratada por fotógrafos estrangeiros e nacionais de renome entre o m do século XIX e 1930, os cartões-postais da Belle Époque, pela beleza e variedade dos materiais utilizados na confecção das peças, e as estampas do Sabonete Eucalol. Lançadas pela Perfumaria Myrta em 1927, eram objeto de fascínio entre os jovens da época. Por apresentar textos explicativos sobre vários temas nas estampas. O museu está instalado em um sobrado do século XIX, antigo ponto comercial do conde português Pereira Marinho, e dispõe de três andares, dois na parte frontal do edifício voltado para a Rua Gregório de Mattos, e três andares na parte anterior voltada para a Praça das Artes. Visitação: terça a sábado 13 às 17h.

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