Economista Elias Sampaio lança livro sobre política, economia e questões raciais

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O panorama econômico e social no Brasil, durante os últimos três anos, são retratados na obra Política, Economia e Questões Raciais – a conjuntura e os pontos fora da curva, 2014 a 2016, do economista, professor universitário e pesquisador Elias de Oliveira Sampaio. Perpassando pela instabilidade política do período, o autor faz uma análise das conquistas, retrocessos e perspectivas para a construção de um modelo econômico inclusivo e sustentável. O livro será lançado no dia 23 de agosto, a partir das 18h, no Palácio da Aclamação (Campo Grande).

Depois de assinar vários artigos em periódicos nacionais e estrangeiros e ser coautor em diversos trabalhos publicados nos últimos 20 anos, Elias Sampaio, neste seu primeiro livro “solo”, constrói uma narrativa baseada em sua coluna semanal publicada pelo site de notícias Politica Livre entre 2014 e 2016. A narrativa é apresentada em três partes: Democracia, Políticas Públicas e Desenvolvimento; Entropia, Política e Poder e Consciência Negra, Política e Economia. “Este é o meu primeiro livro e, apesar de seu objeto tratar da conjuntura recente da política, da economia e das questões raciais (2014–2016), ele também condensa, de forma subliminar, todo o aprendizado de vida e da base de conhecimento que adquiri nesses meus 50 anos de idade”, explica Sampaio.

Para a pesquisadora do CRH/UFBA e PhD em Ciência Política, Professora Celina Souza, a principal contribuição da obra é conciliar a visão do autor, militante partidário e do movimento negro, sobre os acontecimentos recentes que ocorreram no Brasil e na Bahia, com análises baseadas em referenciais teóricos e conceituais multidisciplinares das Ciências Humanas, adquiridas em sua lona experiência acadêmica e enquanto gestor público. “Apoiado em sólido conhecimento, tanto empírico como teórico, o livro de Elias Sampaio é um exemplo de que é possível buscar explicar as dificuldades do país de sustentar seu crescimento econômico, de avançar nos indicadores sociais, de executar políticas que busquem reduzir as desigualdades de toda ordem e de construir instituições democráticas que sejam capazes de frear o individualismo predatório”, relata Celina Souza, que assina o prefácio da obra.

Já o economista e presidente do Conselho Regional de Economia da Bahia, Gustavo Pessoti, destaca a importância do estudo ao “mostrar que a Economia não é tão abstrata e racional, mas uma ciência que se preocupa com o desenvolvimento humano e com a inclusão social”. “Num momento em que o debate das questões sociais volta a tomar conta da agenda governamental e a supressão de direitos parece o caminho mais evidente, Elias nos convida a uma introspecção reflexiva para discutir a perspectiva de um processo de desenvolvimento econômico e regional menos desigual, mais social, mais inclusivo. Respeitando as diversidades, atentando para as questões raciais que nunca foram tão atuais e desafiando uma ciência que às vezes, como ele próprio nos conta no livro, tem mais expectativas irracionais do que certezas como premissas”, diz Gustavo Pessoti.

 “Elias Sampaio, através de seu cabedal de conhecimento de Economia e Administração, áreas que o conduziram à obtenção dos maiores títulos acadêmicos e o levaram a transitar em diversas universidades e inúmeros órgãos públicos, sou utilizar, nos cargos exercidos, o que aprendeu em prol da sociedade, mormente em benefício dos grupos vulneráveis, especialmente a população negra”, declara o ex-Procurador-Geral do Ministério Público da Bahia e atual Desembargador do Tribunal de Justiça, Lidivaldo Britto.

O livro é uma publicação da Editora do Instituto Federal da Bahia (Edifba) e tem o apoio institucional das Secretarias de Promoção da Igualdade Racial e da Cultura, através Diretoria de Museus e do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), do Conselho Regional de Economia – CORECON-BA e do mandato do Vereador e Presidente da Comissão de Cultura da Câmara de Vereadores, Sílvio Humberto.

Palácio da Aclamação – Esta atividade faz parte do projeto de dinamização de espaços do IPAC.O Palácio da Aclamação, solar oitocentista, vem sendo sede de variados eventos com propostas artísticas e culturais neste ano, dentre eles a abertura da 15ª Semana Nacional de Museus com o lançamento da programação do Núcleo de Ópera da Bahia, o III Festival de Ilustração e Literatura Expandido, a ‘Feira Pedra Papel Tesouro’, a solenidade de doação do acervo de Roberto Santos (ex-governador da Bahia), além de ensaios fotográficos ou gravação de vídeos. O Palácio da Aclamação integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Sobre o autor – Nascido em Salvador, Bahia, em 24 de fevereiro de 1967, possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Católica do Salvador, mestrado em Economia e doutorado em Administração pela Universidade Federal da Bahia. Atualmente é economista do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Foi secretário Estadual de Promoção da Igualdade Racial e diretor-presidente da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia, vice-presidente de Tecnologia da Associação Brasileira de Entidades de Tecnologia de Informação e Comunicação, Subsecretário Municipal da Reparação de Salvador, economista da Sudene, professor da Universidade Estadual de Feira de Santana, professor visitante do Mestrado em Políticas Públicas, Gestão do Conhecimento e Desenvolvimento Regional e colaborador do Programa de Pós-graduação da Universidade do Estado da Bahia. Foi também colaborador do Núcleo de Pós-graduação em Administração da UFBA. Professor, coordenador do Curso de Ciências Econômicas e de Pesquisa e Pós-graduação do Instituto de Educação Superior, Unyahna de Salvador, docente e pesquisador de outras instituições de ensino superior na Bahia e em Pernambuco.

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Pelourinho ganha a Diretoria de Museus do IPAC

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O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), anuncia hoje (17), Dia Nacional do Patrimônio Histórico, a instalação da sua Diretoria de Museus (Dimus) no Solar Ferrão, uma das edificações mais importantes do Centro Histórico de Salvador (CHS), originária do século XVIII e tombada como Patrimônio do Brasil (1938). A Dimus tem mais de 60 servidores trabalhando em museus de Salvador e outros municípios baianos. “Além de trazer uso pleno para o Solar que detinha áreas ociosas e manter as coleções de arte no prédio para visitação gratuita, a transferência dessa diretoria integra nova estratégia de ocupação e dinamização da área”, explica o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira.

O Dia do Patrimônio, 17 de agosto, comemora o nascimento do historiador e jornalista mineiro Rodrigo Melo Franco de Andrade. O IPAC detém 402 unidades imobiliárias e 181 imóveis no Pelourinho, em bairros de Salvador e cidades do interior. João Carlos explica que as ocupações dos prédios do IPAC atendem estratégias urbanístico-arquitetônicas de dinamização e fomento à economia. “Temos ainda imóveis com atividades consulares, comerciais, culturais e artísticas, visando dinamismo do Pelourinho”, completa. Além do Ferrão, a Dimus administra em Salvador o Palácio da Aclamação, Passeio Público, os museus Tempostal e Udo Knoff (Pelourinho). O Parque Castro Alves (Cabaceiras), os museus Recolhimento (Santo Amaro) e Recôncavo (Candeias) são outros equipamentos da Dimus.

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Foto: Cristiano Cardoso

POLÍTICA PÚBLICA e DINAMIZAÇÃO – “Estamos requalificando o prédio do Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues, as coleções de Arte Africana, Arte Popular e a de Smetak”, afirma a coordenadora da Dimus, Fátima Santos. A Dimus coordena a política pública museológica na Bahia. Além dos equipamentos da Dimus, o IPAC é responsável pelo principais museus: www.ipac.ba.gov.br/museus, vinculado à Secretaria de Cultura (SecultBa). A ida da Dimus/IPAC para o Pelourinho deve auxiliar na dinamização da área. Os museus/IPAC no CHS recebem exposições, ações educativas, oficinas de arte, poesia, música, além de contação de histórias e lançamentos de livros.

A Praça das Artes, largos Pedro Archanjo, Tereza Batista e Quincas Berro D’Água também são do Instituto. “Outros imóveis do IPAC são ocupados por importantes projetos, como o Balé Folclórico da Bahia (BFB), orkestras Rumpilezz e Rumpilezzinho, Cine XIV, projeto artístico-educacional Axé e o Mandinga de Capoeira”, relata o diretor João Carlos. A Livraria Mídialouca, Museu da Música Brasileira, Casa das Filarmônicas e Casa Pouso das Artes que faz residência artística com a Funceb, e a Casa de Angola em Salvador, completam a lista.

Confira a Praça Pastores da Noite do IPAC: https://goo.gl/RduW6w. E o vídeo do Balé na casa do Instituto: https://goo.gl/1ShLtv. Segundo o diretor de Obras do IPAC, Felipe Musse, no Ferrão estão sendo feitas a manutenção dos pisos em madeira, revisão de esquadrias, telhado, da parte elétrica e hidráulica, além de pintura interna. “Logo após as obras físicas, faremos nova expografia com mais informações e mais peças dos acervos nas salas expositivas”, completa Fátima Santos.

ARTE e CULTURA – O Ferrão/IPAC é um centro de memória, arte e cultura, construído no declive entre o Pelourinho e a Baixa dos Sapateiros. O solar abriga duas galerias de arte, o Museu Abelardo Rodrigues com arte sacra, coleções de arte africana, arte popular, instrumentos tradicionais e acervo do músico suíço radicado na Bahia, Walter Smetak (1913-1984). O solar fica na Rua Gregório de Matos, 45, Pelourinho, mas ficará fechado até o término das obras previsto para final de agosto. Contatos: (71) 3116-6743.

Ainda no Pelourinho, o IPAC tem o Centro de Documentação e Memória (Cedom) com acervo de 50 anos do órgão. No Cedom são encontrados os Livros do IPAC: http://goo.gl/CDv6q3. Assista os vídeos/Secom: educação patrimonial (https://goo.gl/rJggpk), Balé Folclórico (https://goo.gl/jZQjJN), Projeto Axé (https://goo.gl/34bd1a), dinamização (https://goo.gl/S4EyRn), Rota de Museus (https://goo.gl/uQS9NG e https://goo.gl/vphG2s), Bembé (https://goo.gl/63H8Ve), Boa Morte (https://goo.gl/BawMJJ) e capoeira (https://goo.gl/wFJdGN). Acesse: www.ipac.ba.gov.br, facebook Ipacba Patrimônio e twitter @ipac_ba.

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Encontro de escritores para literatura infantojuvenil foi marcado pela emoção

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O ‘Encontro para escritores da literatura infantojuvenil’ que aconteceu no Museu Tempostal (Pelourinho) no dia 28 de julho não só refletiu sobre a produção da literatura infantojuvenil na atualidade e a importância da união literária, mas também promoveu momentos de emoção entre os participantes. Fruto de uma parceria do museu com o grupo Contadeiras, escritores e apaixonados pelos livros nesta temática se uniram para dialogar sobre as perspectivas, e se surpreenderam com a vivência que experimentaram. Entre outras coisas teve sussurros no ouvido e muitos abraços.

Os escritores participantes do bate-papo foram Palmira Heine, Carla Chastinet, Terezinha Passos, Danielle Andrade, Lucianna Ávila, Iray Galvão, Sandra Popoff, com mediação de Maria José Matos. “Nós vemos campanhas de incentivo à leitura entre algumas instituições, porém elas não parecem conseguir alcançar o público desejado. Por isso, viemos ressaltar a importância e a riqueza que a leitura traz para as nossas vidas”, reitera Maria.

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“Esse foi um encontro para escritores da literatura infantojuvenil que possuem trabalhos publicados ou não, para tratarem sobre as dificuldades acerca deste ofício e os embates com relação às editoras”, relata Maria José Matos que integra o grupo Contadeiras. “Por não sermos um país com um hábito da leitura e pelo fato de bons escritores não terem notoriedade no Brasil, esse encontro surge com o propósito de fomentar ações para resolver estas questões”, complementa.

O grupo Contadeiras é composto por Maria Terezinha, Maria José, Carla Chastinet e Luciana Ávila contadoras de histórias e escritoras abertas a possíveis parcerias que envolvam arte, educação e literatura. O propósito do grupo é de criar e contar histórias, realizar brincadeiras populares, promover oficinas, bate-papos com escritores e sarau de histórias para o público em geral.

 

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Palácio da Aclamação recebe meditação em edição comemorativa na próxima quinta-feira (17)

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Celebrando três anos de existência, o programa de meditação Por um Mundo de Paz – PUMP’ escolheu o Palácio da Aclamação (Campo Grande) para a edição comemorativa que acontece na próxima quinta-feira (17), das 16 às 17h. O evento, aberto ao público, traz o tema ‘Segurança: um elo com a fonte perene de energia e força’ em homenagem ao Dia dos Pais. “O espaço é propício para a atividade, pois além de contemplarem o pôr-do-sol, os participantes poderão apreciar os jardins e esculturas de arte que compõem o entorno”, declara Maria Auxiliadora Sampaio Silva, coordenadora do PUMP, da Organização Brahma Kumaris. É recomendado levar, opcionalmente, cangas, esteiras e tapetes.

 

O PUMP busca proporcionar momentos de relaxamento, concentração e contemplação visando a experiência de autorrealização que é um estágio do silêncio interior, através do contato com a prática da meditação Raja Yoga. Esta prática de meditação, adotada pela Brahma Kumaris, pode ser praticada por qualquer pessoa, em qualquer lugar e em qualquer momento no nosso cotidiano. O PUMP é realizado em espaços abertos, praças e museus ao longo da Avenida Sete e Baía de Todos os Santos, sempre na terceira quinta-feira do mês. O próximo local a receber a atividade será o Passeio Público, previsto para o dia 21 de setembro.

A Brahma Kumaris é um movimento mundial, sem fins lucrativos,  dedicado à transformação pessoal e à renovação do mundo. Fundada na Índia em 1937, difundiu-se por mais de 110 países em todos os continentes, tendo um amplo impacto em muitos setores como uma ONG internacional. Seu verdadeiro compromisso é ajudar as pessoas a transformarem sua perspectiva espiritual em relação ao mundo, apoiando a cultura de uma profunda consciência coletiva de paz e dignidade individual de cada ser.

Esta atividade faz parte do projeto de dinamização de espaços do IPAC. O Palácio da Aclamação, solar oitocentista, vem sendo sede de variados eventos com propostas artísticas e culturais neste ano, dentre eles a abertura da 15ª Semana Nacional de Museus com o lançamento da programação do Núcleo de Ópera da Bahia (NOP), o III Festival de Ilustração e Literatura Expandido, a ‘Feira Pedra Papel Tesouro’, a solenidade de doação do acervo de Roberto Santos (ex-governador da Bahia), além de ensaios fotográficos ou gravação de vídeos. O Palácio da Aclamação integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

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Museus DIMUS/IPAC atraem centenas de pessoas durante a FLIPELÔ – Festa Literária Internacional do Pelourinho

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‘100×100 Carybé Ilustra Jorge Amado’

Entre os dias 09 e 13 de agosto, o Centro Histórico de Salvador (CHS) passou por um momento inédito, nunca visto na capital baiana. Trata-se da FLIPELÔ – Festa Literária Internacional do Pelourinho, evento que reuniu amantes da literatura em diversos espaços da localidade, atraindo centenas de pessoas durante os cinco dias de festa.

Autores, pesquisadores, críticos, estudantes e interessados no universo das palavras participaram da comemoração aos 30 anos da Fundação Casa de Jorge Amado. A homenagem se estendeu ao escritor baiano, mas também lembrou duas grandes personalidades culturais diretamente interligadas à trajetória de vida de Amado: Zélia Gattai e Myriam Fraga.

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‘100×100 Carybé Ilustra Jorge Amado’

Os museus administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) integraram a programação com atividades no Centro Cultural Solar Ferrão; Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica e Museu Tempostal. Ao todo foram mais de 50 atividades, entre mesas de debates, lançamentos de livros, oficinas literárias, saraus, apresentações teatrais, exibição de vídeos e shows musicais.

O Centro Cultural Solar Ferrão expôs a mostra ‘100×100 Carybé Ilustra Jorge Amado’ que, das 9h às 17h, recebeu estudantes de colégios públicos e privados para darem um passeio sobre o mundo que permeou a amizade entre os dois artistas, celebrando o centenário de ambos. Ilustrações de obras como O Sumiço da SantaJubiabá, além de fotos que revelam diferentes momentos da amizade entre Jorge e Carybé estão relatadas nos painéis.

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‘100×100 Carybé Ilustra Jorge Amado’

“Eles pareciam dois moleques. Quando estavam na mesma cidade, encontravam-se constantemente e, quando não estavam juntos, trocavam cartas, fax… Se ainda estivessem por aqui, certamente, trocariam e-mails”, brinca Solange Bernabó, filha de Carybé e curadora da mostra, a qual tem o projeto expográfico assinado pelo arquiteto Daniel Colina e pelo designer Gabriel Carybé. A exposição traz ilustrações de marcos da literatura de Jorge Amado, como A Morte e A Morte de Quincas Berro D’água e O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá.

Nos dias 10, 11 e 12 de agosto (quinta a sábado), das 08h30 às 12h, foi a vez do Solar Ferrão dar espaço à oficina ‘A Arte do Livro de Pano’, que teve como subtema ‘Do conto oral à criação do livro de pano’, ministrada pela pedagoga Cristina Melo, coordenadora do Laboratório de Educação Digital: Museu, Arte e Cultura (LabDimus) e coordenada pela socióloga Eliene Diniz.

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‘A Arte do Livro de Pano’

“O resultado foi muito positivo, pois teve uma visibilidade muito grande. Os participantes comentaram que foi uma experiência prazerosa e inesperada por que alguns não sabiam o que era um livro lúdico. Pessoas que passavam pelo local ficaram encantadas e perguntavam sobre projeto. Após a construção do livro, ainda teve a leitura do conto confeccionado e já estamos pensando em ter um desdobramento da oficina”, mencionou Eliene.

O Solar Ferrão contou ainda com o lançamento do livro de literatura infantil “Arthur, o Pequeno Filósofo” de autoria de Cristina D’Avila, que aconteceu no dia 10/08 (quinta) às 14h30. O Grupo Tecendo Contos fez uma apresentação teatral e o público pode tirar dúvidas com a escritora. Cristina D’Ávila é Pedagoga, Mestra e Doutora em Educação. No dia 11/08 (sexta), às 14h30, um recital dividiu espaço com uma apresentação de dança da Companhia de Dança Bamberg e Grupo de Teatro Sol.

 

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Oficina de Encadernação Artística/Criativa

No dia 10 de agosto (quinta) às 14h, o Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica realizou a Oficina de Encadernação Artística/Criativa ministrada pela museóloga e artesã Melissa Santos. Na ocasião, foram apresentados variados tipos de encadernação por meio do reaproveitamento de materiais utilizados no cotidiano.

 

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Já no dia 11 de agosto, às 14h, aconteceu a atividade POEMUSIK – Poesia Musicada, estimulando a sensibilidade das pessoas através da poesia e da música. Mediada por Gabriel Dantas e Fabiana Pancho, ambos colaboradores do museu, ” oficina é uma experiência criativa dos funcionários do Museu Udo Knoff em parceria com LabDimus. Gabriel Dantas, músico e colaborador do museu, levou a relação do museu com a música. Fabiana Pancho, poetisa e técnica do Udo, levou referências da poesia de rua e da música de improvisação.

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Tempestade de histórias para crianças e outras brincadeiras’

No Museu Tempostal, em realização conjunta com o Grupo Contadeiras, duas atividades foram promovidas. No dia 10 de agosto (quinta) houve a ‘Tempestade de histórias para crianças e outras brincadeiras’, uma contação de histórias voltada para os alunos de 3 a 5 anos da Escola Municipal João Lino, localizada no Pelourinho. A atividade contou com duas turmas (uma às 9h e outras às 14h).

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Oficina de Contação de Histórias

Na sexta e sábado foi a vez da Oficina de Contação de Histórias que ocorreu em dois momentos: 11/08, das 14 às 16h, e 12/08, das 9 às 11h. Voltada para educadores, pedagogos e interessados, os participantes dialogaram com as integrantes do grupo Contadeiras composto por Maria Terezinha, Maria José, Carla Chastinet e Luciana Ávila. O local recebeu também o lançamento da “Antologia Poética Café com Poemas, Vol. 1”, da série Novos Sabores, que aconteceu no dia 12/08, às 14h30, em parceria com o Movimento Café com Poemas e o blog da Gaivota. 

A FLIPELÔ é apresentada pelo Ministério da Cultura e Instituto CCR, através da Lei Rouanet, com apoio da CCR Metrô Bahia e em parceria com o Governo da Bahia. O festival conta ainda com o apoio do Shopping da Bahia, co-realização do SESC, produção da Maré Produções Culturais e realização da Fundação Casa de Jorge Amado.

O Centro Cultural Solar Ferrão, o Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica e o Museu Tempostal são espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), uma unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).  

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Inscrições de atividades na 11ª Primavera dos Museus acabam hoje (14)

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O período para inscrição de atividades na 11ª Primavera dos Museus – coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) encerra hoje (14). A temporada nacional de eventos acontece este ano entre os dias 18 e 24 de setembro e é aberta à participação de museus, instituições de memória, espaços e centros culturais brasileiros.

As instituições interessadas devem acessar a página de Eventos Ibram e cadastrar online suas atividades programadas –  como exposições, palestras, seminários, shows, exibição de filmes etc. A programação é de inteira responsabilidade dos museus.

Memória institucional
Desde sua primeira edição, em 2007, a Primavera dos Museus tem abordado temas que têm relações estreitas com tópicos contemporâneos e a memória social brasileira – como meio ambiente, direitos humanos, cultura afro-brasileira e questões ligadas a mulheres.

Neste ano, o tema escolhido foi Museus e suas memórias. “Em 2018 iremos comemorar os 200 anos da criação da primeira instituição museal brasileira – o Museu Nacional/UFRJ no Rio de Janeiro (RJ)”, lembra Marcelo Mattos Araujo, presidente do Ibram.

“Desde então, milhares de museus foram criados no Brasil – o Ibram tem hoje mais de 3,7 mil deles mapeados. Cada um carrega consigo histórias, contextos, objetivos e memórias. A Primavera dos Museus nesta edição quer dar visibilidade a esses processos”, finaliza.

Na edição 2016, o evento contou com a participação de 753 instituições, que realizaram 2. 080 eventos em torno do tema Museus, memórias e economia da cultura. Na série histórica, entre 2007 e 2016, houve um crescimento de 15% no número de participantes.

Dúvidas e outras questões devem ser enviadas para o endereço eletrônico primavera@museus.gov.br.

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Exposição, lançamentos de livro, contação de histórias, recital e oficinas nos museus DIMUS/IPAC durante a Flipelô

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Os museus administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) localizados no Pelourinho vão compor a programação das atividades que integram a Flipelô (Festa Literária Internacional do Pelourinho) que acontece de 09 a 13 de agosto. São eles: Centro Cultural Solar Ferrão; Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica e Museu Tempostal. As atividades são gratuitas. Mais informações: https://dimusbahia.wordpress.com/.

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‘100×100 Carybé Ilustra Jorge Amado’

No Solar Ferrão, a principal atração é a exposição ‘100×100 Carybé Ilustra Jorge Amado’, criada para comemorar o centenário dos dois artistas.  O local também realiza a oficina ‘A Arte do Livro de Pano’ (10, 11 e 12/08, das 08h30 às 12h); o lançamento do livro de literatura infantil “Arthur, o Pequeno Filósofo” de autoria de Cristina D’Avila, com o Grupo Tecendo Contos (10/08, às 14h30); e apresentação de dança com a Companhia de Dança Bamberg e Grupo de Teatro Sol (11/08, às 14h30).

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Contadeiras

No Museu Udo Knoff, acontecem duas oficinas: Oficina de Encadernação Artístico-Criativa (10/08, das 14h às 16h30) e a Oficina POEMUSIK – Poesia Musicada (11/08, das 14h às 16h30). Em parceria com o Grupo Contadeiras, o Museu Tempostal promove ‘Tempestade de histórias para crianças e outras brincadeiras’ (dia 10/08, às 9h e às 14h); e a Oficina de Contação de Histórias (11/08, das 14h às 16h, e 12/08, das 09h às 11h), voltada para educadores, pedagogos e demais interessados. Além disso, o local recebe o lançamento da “Antologia Poética Café com Poemas, Vol. 1”, da série Novos Sabores, dia 12/08, às 14h30, em parceria com o Movimento Café com Poemas e o blog da Gaivota.

O Centro Cultural Solar Ferrão, o Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica e o Museu Tempostal são espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), uma unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

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Museu Tempostal traz contação de histórias e lançamento de livro para a Flipelô

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Contadeiras

Em parceria com o Grupo Contadeiras, o Museu Tempostal promove duas atividades de contação de histórias durante a Primeira Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô) que acontece de 9 a 13 de agosto. Além disso, o local recebe o lançamento da “Antologia Poética Café com Poemas, Vol. 1”, da série Novos Sabores, dia 12/08, às 14h30, em parceria com o Movimento Café com Poemas e o blog da Gaivota (Lucymar Soares que também participa da antologia).

No dia 10 de agosto (quinta) acontece a ‘Tempestade de histórias para crianças e outras brincadeiras’, uma contação de histórias voltada para os alunos de 3 a 5 anos da Escola Municipal João Lino, localizada no Pelourinho. A atividade contará com duas turmas (uma às 9h e outras às 14h). Já no dia 11/08, das 14h às 16h, e no dia 12/08, das 09h às 11h, acontece a ‘Oficina de Contação de Histórias’ voltada para educadores, pedagogos e demais interessados. As inscrições podem ser realizadas através do e-mail: ocht2017@gmail.com. Serão 30 vagas para a atividade.

O grupo Contadeiras é composto por Maria Terezinha, Maria José, Carla Chastinet e Luciana Ávila contadoras de histórias e escritoras abertas a possíveis parcerias que envolvam arte, educação e literatura. O propósito do grupo é de criar e contar histórias, realizar brincadeiras populares, promover oficinas, bate-papos com escritores e sarau de histórias para o público em geral. O contato com as Contadeiras pode ser feito pela página ‘Contadeiras’ no Facebook ou pelo e-mail: contadeiras2017@gmail.com.

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No dia 12 de agosto, acontece o lançamento dessa primeira coletânea, organizada por Leandro Flores e Celeste Farias, com editoração da Agilite Publicações e Interatividade; e que traz 39 poetas de diferentes localidades, muitos deles, publicando pela primeira vez. “O projeto foi o resultado de um concurso nacional de poesia, onde também oportunizamos que alunos de escolas públicas tivessem poemas publicados entre essa gama de ilustres e talentosos poetas. A poesia se misturou entre temas, estilos, constatações e acima de tudo, a satisfação e leveza dos versos na exploração da temática livre e gostos diversos pelos versos”, explica Celeste Farias.

“O Movimento Café com Poemas nasceu em 2013 na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais. Começamos em encontros informais em casa (sempre acompanhado de um café e um pãozinho de queijo no final). Depois levamos também para os centros culturais, para as ruas e para as escolas de Belo Horizonte. Hoje, o Café com Poemas está em diversos lugares, principalmente nas páginas desse livro que será apresentado ao mundo. Prezamos pela união, compreensão, inclusão, debate, respeito e fortalecimento sociocultural a todos os nossos cultivadores. A poesia será sempre a nossa mais bela ferramenta de lapidação”, completa Farias.

 

Museus Dimus na Flipelô: Os museus administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) localizados no Pelourinho vão compor a programação das atividades que integram a Flipelô (Festa Literária Internacional do Pelourinho) que acontece de 09 a 13 de agosto. São eles: Centro Cultural Solar Ferrão; Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica e Museu Tempostal. As atividades são gratuitas. Mais informações: https://dimusbahia.wordpress.com/.

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Oficina de encadernação artística e de poesia musicada no Museu Udo Knoff durante a Flipelô

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Oficina de encadernação artística e de poesia musicada são as atrações do Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica durante a Primeira Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô) que acontece de 9 a 13 de agosto. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas via telefone (3117-6389) ou e-mail (educativoudoknoff@gmail.com).

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Melissa Santos

Em 10 de agosto (quinta), às 14h, o Museu Udo Knoff realiza a ‘Oficina de Encadernação Artístico-Criativa’ ministrada pela museóloga e artesã Melissa Santos. A atividade tem o objetivo de apresentar variados tipos de encadernação por meio do reaproveitamento de materiais utilizados no cotidiano. A faixa etária mínima é de 15 anos (por conta da utilização de objetos cortantes).

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Fabiana Pancho

Já em 11 de agosto (sexta), às 14h, acontece a ‘Oficina POEMUSIK – Poesia Musicada’. Com o objetivo de estimular a sensibilidade das pessoas através da poesia e da música, a atividade será mediada por Gabriel Dantas e Fabiana Pancho, ambos colaboradores do museu. A oficina é uma experiência dos funcionários do Museu Udo Knoff em parceria com o Laboratório de Educação Digital: Museu arte e Cultura (LabDimus). Para que os participantes a partir de estímulos possam exercitar as palavras de formas usuais e não usuais. A idade mínima para participação é de 10 anos.

O Museu Udo Knoff é um espaço administrado pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), uma unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Museus na Flipelô – Os museus administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) localizados no Pelourinho vão compor a programação das atividades que integram a Flipelô (Festa Literária Internacional do Pelourinho) que acontece de 09 a 13 de agosto. São eles: Centro Cultural Solar Ferrão; Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica e Museu Tempostal. As atividades são gratuitas.

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