Novembro Negro 2019

Museus participam do Novembro Negro do IPAC

cropped-cabec3a7alho-scaled-2560.jpg

“Todas as vozes contra o racismo. Todas as leis contra os racistas”

Espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) estarão com uma programação especial durante o Novembro Negro. São eles: Palacete das Artes, Museu de Arte da Bahia (MAB), Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), Centro Cultural Solar Ferrão, Museu Tempostal, Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica, Parque Histórico Castro Alves (PHCA) – localizado em Cabaceiras do Paraguaçu, onde nasceu o poeta – e o Museu do Recolhimento dos Humildes, em Santo Amaro.

Durante o mês, o Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho) realiza uma série de atividades relacionadas à Coleção Claudio Masella de Arte Africana que (composta por mais de 1000 peças) caracteriza a riqueza e a diversidade da produção cultural africana do século XX, expressada em objetos, sobretudo máscaras, escultura de diversas etnias e localidades da África. Em exposição permanente no local, tem horário especial de visitação durante o mês de novembro: de terça a sábado, das 10h às 17h.

Arte Africana_Solar Ferrão_Foto Fernando Barbosa Ipac (9m)m

Coleção de Arte Africana Claudio Masella

Em 13/11, das 15h às 17h, acontece uma roda de conversa com a museóloga Joana Flores, com o tema “Representações simbólicas do racismo nos museus: uma reflexão no século XXI”. No dia 21/11, às 14h, será realizada com os integrantes do AEA uma visita guiada à Coleção de Arte Africana Claudio Masella seguida de oficina de confecção de ecobags com estampas da coleção visitada. Já em 20/11, das 15h às 17h, nova visita mediada à coleção seguida de uma roda de conversa com o turismólogo Antonio Luiz Figueiredo. “A história e a complexa relação entre policiais e os terreiros de candomblé da Bahia, no período compreendido entre 1912 – 1939” será o tema, em 27/11, das 15h às 17h, da conversa com o historiador e mestre em antropologia Sílvio Rosário que tratou desse assunto em seu livro “Entre batidas e batuques: a polícia e os candomblés da Bahia”, lançado em junho de 2019.

Além desses encontros, em 29/11, o público vai participar da oficina de confecção de bonecas Abayomi. Boneca símbolo de resistência negra ficou conhecida como Abayomi, termo que significa “encontro precioso”, em iorubá. Sem costura alguma (apenas nós ou tranças), as bonecas não possuem demarcação de olho, nariz ou boca para favorecer o reconhecimento das múltiplas etnias africanas. “Quando você dá uma boneca Abayomi para alguém, esse gesto significa que você está oferecendo o que tem de melhor para essa pessoa. Também eram confeccionadas por mães negras africanas para acalentar seus filhos a bordo dos navios tumbeiros que faziam a travessia do Atlântico transportando, além de mercadorias, homens, mulheres e crianças destinadas ao trabalho escravo na América portuguesa”, explica Fátima Soledade, do Solar Ferrão.

 

 

Ainda no Solar Ferrão, o público pode conferir a exposição “Inquietude na Contemporaneidade” de autoria do artista plástico Denissena que fica em cartaz até 25/01/2020. As produções inéditas reúnem seis linguagens: nas produções de pinturas em telas, arte digital e grafite, Denissena traz as expressões das figuras humanas, dialogando sobre as questões étnicas-raciais, gênero e identidade. Nos desenho surge a denúncia que revela as injustiças sociais, com a composição do cenário urbano. Nas esculturas, ele retrata a luta do ser humano com as expressões e formas em 3D. Na instalação produzida por materiais reaproveitados, traz a questão ambiental, convidando o público a refletir e contemplar o movimento das aranhas. “A exposição traduz a minha inquietação em relação com a arte no cotidiano. A contemporaneidade traz a característica, particularidade ou estado de ser contemporâneo; qualidade de existir ao mesmo tempo; coexistência”, explica.

No mesmo prédio de funcionamento do Solar Ferrão, o LabDimus promove uma oficina de experimentação fotográfica para alunos do Colégio Estadual Azevedo Fernandes (12 e 14/11) e para outro grupo (a confirmar) em 27 e 29/11. “A oficina consiste em experimentos fotográficos com os estudantes, tendo como tema questões da identidade cultural e o legado afro-brasileiro. Nesta experiência, os participantes exercitarão o olhar fotográfico por meio de experimentos utilizando projeções gráficas. As fotografias produzidas em oficina serão publicadas em uma plataforma digital, criada pelos próprios alunos”, explica a coordenadora do LabDimus, Cristina Melo.

 

 

Outra atividade do LabDimus será a exposição “O que meu bairro tem que me dá orgulho – a memória do bairro de Cosme de Farias”, com abertura em 19/11, às 10h, na Escola Municipal Lélis Piedade (Cosme de Farias). A mostra (que fica em cartaz até 10/12) é resultado do projeto “Quem somos: memória e identidade no Ensino Fundamental” e reúne todo material produzido durante as oficinas do projeto (pinturas, colagens, produções tridimensionais, cartazes e fanzine) que trabalharam a identidade cultural do bairro e dos próprios estudantes, abordando ainda temas relacionados as questões raciais. Além disso, um vídeo será produzido com entrevistas de professores, pais e moradores do bairro, abordando temáticas que se relacionam com o conteúdo da exposição.

No Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) o Novembro Negro também será tratado com atividades especiais. Em 05/11, às 10h, alunos da Escola Municipal João Lino participam de uma oficina de pintura em azulejos, com a temática das estampas afro criadas por Udo Knoff em parceria com Carybé. Em 07/11, às 14h, acontece um bate-papo com o professor Sávio Róz sobre “Representações do Negro na Cultura Pop”. Este tema será trabalhado, em 13 e 14/11, na oficina de pintura em tela com técnica mista para os estudantes de Artes Visuais do ICEIA. O resultado pode ser conferido na exposição a partir de 20/11 (e até 16/12).

 

 

No período também será reforçada a troca de atividades entre os educativos do Museu Udo Knoff e Palacete das Artes – iniciada com a exposição de cerâmica “Abstrações Primaveris”, em cartaz no museu do Pelourinho. A parceria terá oficina de papietagem (criação de azulejos em alto-relevo) no Palacete das Artes em 30/11.

No Museu Tempostal (Pelourinho), com abertura em 20/11, às 10h, acontece a exposição “Nossas curvas não se curvam” do fotógrafo Dudu Assunção e com curadoria artística de Cynthia Paixão. Composta por 30 fotografias, a mostra busca retratar o empoderamento e a luta da mulher negra plus size contra o preconceito. Com as modelos: Carla Emanuela, Ilza Bitencourt, Jamille Teles, Laura Raquel e Simone Costa. Em cartaz até janeiro.

 

 

Esta temática estará presente na roda de conversa, em 22/11, às 14h, “O empoderamento da mulher negra plus size”, com mediação de Cynthia Paixão. “O objetivo é promover a reflexão a respeito dos direitos e qualidades da mulher negra plus size na sociedade. Incentivá-las a ocuparem os seus lugares de fato e a serem protagonistas de suas próprias histórias, lutando contra o preconceito e valorizando-se”, explica a curadora da mostra.

Onde nasceu o poeta – Durante todo o mês de novembro as mediações do Parque Histórico Castro Alves (localizado em Cabaceiras do Paraguaçu, no Recôncavo baiano) darão ênfase a Castro Alves como poeta abolicionista. Além disso, o PHCA vai promover uma série de atividades com o objetivo de superar os preconceitos em torno da cultura e tradições africanas.

 

 

Em 06/11, às 14h, o público poderá participar da oficina de Abayomi – boneca símbolo de resistência negra. Outra oficina será, em 19 e 21/11, às 10h e às 14h, de máscaras africanas. “As máscaras africanas simbolizam a diversidade de manifestações culturais. Elas estão no epicentro da identificação dos povos com seus antepassados e suas tradições, possuindo significados que ultrapassam a fronteira de seu valor estético. Nosso objetivo é propiciar às crianças uma pequena mostra da cultura africana”, conta a coordenadora do parque, Diogenisa Oliva.

A temática negra também está presente no projeto “Cinema no Parque” que vai exibir curtas de histórias infantis como “Bom dia todas as cores”, “Menina bonita do laço de fita”, “O reizinho do Congo” e os curtas universitários “Dudu e o lápis cor da pele” e “Lápis de cor”. O público adulto também pode assistir aos curtas “Vista minha pele”, “Cores e Botas” e “O xadrez das cores”. De terça a sexta, o projeto “Sopa de Letras” vai valorizar a autoimagem de crianças negras com a história “Minha mãe é negra sim!”, de Patrícia Santana. E, em 19/11, às 19h, o “Sarau no Parque” vai instigar a reflexão, valorização e divulgação da cultura/identidade negra seguindo os ideais do patrono do PHCA, Castro Alves, de igualdade e valorização do negro em nossa sociedade.

Santo Amaro –No Museu do Recolhimento dos Humildes (Santo Amaro/BA), o Novembro Negro será celebrado com uma série de atividades, tendo como destaque atividades e exposições. Em cartaz até 08/11 a mostra “Pérola Cultural do Recôncavo” – uma parceria com a Secretaria de Cultura e Turismo da cidade. A exposição conta com fotos de personalidades importantes que nasceram em Santo Amaro, a exemplo de Dona Canô, Amélia Rodrigues, Zilda Pai, Emanuel Quirino e Tia Ciata.

 

Outro destaque é a exposição de 45 fotografias “Nego Fugido”, de Moisés Padilha, Álvaro Ricardo e Geovane Vasconcelos. A abertura acontece (05/11), às 15h, com uma roda de conversa com os fotógrafos. O Nego Fugido é uma das mais importantes manifestações culturais da região, atraindo centenas de fotógrafos e turistas para presenciarem as aparições realizadas por moradores do distrito sempre aos domingos do mês de julho, quando revivem a luta pelo fim da escravidão. A mostra fica em cartaz até 30/11.

mostra Baba Geri (1)

Com abertura em 19/11 (e exposição até 29/11) a exposição de arte “Adarrum” com Baba Geri – artista plástico de Santo Amaro que trabalha com a arte do candomblé, toda direcionada aos orixás. Usa, em suas peças, palha da costa, búzios e argila. De acordo com o artista, o objetivo é fazer com que o público tenha contato com peças que dialogam com a liturgia e a arte afro religiosa.

 

A outra mostra em cartaz reúne 32 fotografias do Bembé do Mercado, por Edson Ferreira. “A exposição é fruto do registro de 10 anos do Bembé. Eu conheci o Bembé através de um convite e fiquei impressionado com a cultura afro e isso me despertou o interesse em fotografar. Eu gosto muito dos símbolos que a candomblé possui. O que mais me chamou a atenção foram as mãos das estátuas sempre reverenciando a adoração. É uma cultura muito rica”, diz Edson.

Completa a programação de exposições a mostra “Na trilha do poeta” – vida e obra de Castro Alves, em cartaz até 30/11.

Em parceria com a Associação Beneficente Ilê Axé Ojú Onirê (apoiada pelo Governo do Estado da Bahia através da Secretaria Promoção da Igualdade Racial – Sepromi) será realizada entre 21 e 23/11 a “I Feira Empreendendê do Recôncavo – Reconhecimento, Justiça e Desenvolvimento na Década Afrodescendente”.  O museu participa com oficina de elaboração de projetos e oficina de captação de recursos no dia 22/11. O museu também recebe (da Fundação Pedro Calmon), em 07 e 13/11, o minicurso “A arte de contar história”, com a pedagoga Aelma Lima e em 14/11, a jornada acadêmica “Dramaturgia em Trânsito – arte pesquisa, pesquisa arte”, com o professor Mathias Mazieck, da UFRB.

Programação

Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho)

  • 13/11 das 15h às 17h – Roda de conversa com a museóloga Joana Flores, com o tema “Representações simbólicas do racismo nos museus: uma reflexão no século XXI”.
  • 20/11 das 15h às 17h – Visita mediada à Coleção de Arte Africana Claudio Masella seguida de uma roda de conversa com o turismólogo Antonio Luiz Figueiredo.
  • 21/11 às 14h – Visita guiada à Coleção de Arte Africana Claudio Masella seguida de oficina de confecção de ecobags com estampas da coleção visitada. Grupo fechado AEA.
  • 27/11 das 15h às 17h – Roda de conversa com o historiador e mestre em antropologia Sílvio Rosário que discutirá sobre a história e a complexa relação entre policiais e os terreiros de candomblé da Bahia.
  • 29/11 – Oficina de confecção de bonecas Abayomi. Às 10h com a Escola  Municipal Vivaldo da Costa Lima e às 14h aberto ao público. Inscrição pelo gt.educativoferrao@gmail.com ou 3116-6743.
  • Exposição “Inquietude na Contemporaneidade” de Denissena. De 08/11 a 25/01/2020.
  • Coleção de Arte Africana Claudio Masella. Em exposição permanente no local, tem horário especial de visitação durante o mês de novembro: de terça a sábado, das 10h às 17h.

Visitação geral: terça a sexta, das 10h às 17h; sábado das 13h às 17h

Entrada: grátis

Endereço: Rua Gregório de Mattos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA)

Contato: (71) 3116-6743

LabDimus (Pelourinho)

  • Oficina de Experimentação Fotográfica para alunos do Colégio Estadual Azevedo Fernandes (dias 12 e 14/11) e para outro grupo (a confirmar) em 27 e 29/11, sempre às 14h.
  • Exposição “O que meu bairro tem que me dá orgulho – A memória do bairro de Cosme de Farias”, com abertura em 19/11, às 10h, na Escola Municipal Lélis Piedade (Cosme de Farias). Em cartaz até 10/12.

Endereço: Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45) – Pelourinho, Salvador (BA)

Contato: (71) 3116-6714

Museu Tempostal (Pelourinho)

  • Exposição de fotografias “Nossas curvas não se curvam” do fotógrafo Dudu Assunção. Abertura em 20/11, às 10h. Em cartaz até janeiro.
  • Roda de conversa, em 22/11, às 14h, sobre o tema “O empoderamento da mulher negra plus size”, com mediação de Cynthia Paixão.

Visitação: terça a sexta, das 10h às 17h; sábado das 13h às 17h

Entrada: grátis

Endereço: Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)

Contato: (71) 3117-6383

Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho)

  • 05/11- Oficina de pintura em azulejos, com alunos da Escola Municipal João Lino, às 10h.
  • 06/11- Finalização dos mosaicos com os aposentados da AEA, às 14h.
  • 07/11 – Bate-papo com o professor Sávio Róz sobre “Representações do Negro na Cultura Pop”, às 14h, com estudantes do ICEIA, mas também aberto ao público.
  • 19/11 – “Sarau da Reginela”, às 14h. Sarau da Regina Caciquinho – escritora e terapêutica holística.
  • 13 e 14/11 – Oficina de pintura em tela com técnica mista para os estudantes de Artes Visuais do ICEIA. Mas também aberto ao público.
  • 20/11 – Abertura, às 10h, da exposição dos trabalhos em tela produzidos pelos estudantes do Curso de Artes Visuais nas oficinas de pintura e composição decorativa. Em cartaz até 16/12.
  • 22 e 29/11 – Cineminha no Udo, às 14h. Em 22/11 “Kiriku e a feiticeira” e em 29/11 “Pantera Negra”.
  • 27 e 28/11 – Oficina de estamparia a com estudantes do ICEIA, às 14h.
  • 30/11 – Udo Knoff vai ao Palacete das Artes, às 15h. Oficina de papietagem, criação de azulejos relevados para o público do Palacete das Artes.

Visitação: terça a sexta, das 10h às 17h; sábado das 13h às 17h

Entrada: grátis

Endereço: Rua Frei Vicente, 03, Pelourinho, Salvador (BA)

Contato: (71) 3117-6389

Parque Histórico Castro Alves – Cabaceiras do Paraguaçu/BA

  • 06/11, às 14h – Oficina de Abayomi. Para o público adulto. Agendamento prévio.
  • 06, 13 e 27/11, às 10h30 e às 15h30 – Cinema no Parque – Curtas de histórias infantis: “Bom dia todas as cores”, “Menina bonita do laço de fita”, “O reizinho do Congo”, “Dudu e o lápis cor da pele” e “Lápis de cor”. Para o público infantil. Agendamento prévio.
  • 06, 13, 27/11, às 19h – Cinema no Parque – Com os curtas “Vista minha pele”, “Cores e Botas” e “O xadrez das cores”. Para o público aduto.
  • 19/11, às 19h – Sarau no Parque – com poesia, música e dança.
  • 19 e 21/11, às 10h e às 14h – Oficina de máscaras africanas. Para o público infantil. Agendamento prévio.
  • De terça a sexta, às 10h e às 15h – Sopa de Letras – Com a história “Minha mãe é negra sim!”, de Patrícia Santana. Para o público infantil. Agendamento prévio.

Visitação: terça-feira a sexta-feira das 9h às 12h e das 14h às 17h. Sábados, domingos e feriados das 9h às 13h

Entrada: grátis

Endereço: Praça Castro Alves, 106, Centro, Cabaceiras do Paraguaçu (BA)

Contato: (75) 3681-1102

Museu do Recolhimento dos Humildes – Santo Amaro/BA

  • 04 a 08/11 – Exposição “Pérola Cultural do Recôncavo”
  • 07/11- Minicurso “A arte de contar história”, com a pedagoga Aelma Lima. Duas turmas: 10h40 e 15h40.
  • 13/11- Minicurso “A arte de contar história”, com a pedagoga Aelma Lima. Duas turmas: 8h e 13h.
  • 14/11 – Jornada acadêmica “Dramaturgia em trânsito – arte pesquisa, pesquisa arte”, com o professor Mathias Mazieck, da UFRB, das 8h às 12h e das 14h às 17h.
  • De 05 a 30/11 – Exposição de 45 fotografias “Nego Fugido”, de Moisés Padilha, Álvaro Ricardo e Geovane Vasconcelos.
  • Com abertura em 19/11 (e exposição até 29/11) a exposição de arte “Adarrum” com Baba Geri.
  • Exposição de fotografias do Bembé do Mercado, de Edson Ferreira. Por tempo indeterminado.
  • Exposição “Na trilha do poeta” – vida e obra de Castro Alves. Até 30/11.
  • 21/11 – Oficina de argila com Baba Geri, às 9h.
  • 22/11 – Feira Empreendendê. Ás 9h, oficina gestão financeira com Amanda Aguiar (Grana Preta), e às 9h oficina de trabalho colaborativo e redes de empreendimentos solidários com Karla Uckon (SETRE).

 Endereço: Praça Frei Bento, s/n, Santo Amaro (BA)

Visitação: segunda a sexta, das 8h às 17h

Entrada: grátis

Contato: (75) 99111-9075