Mostra ‘União entre os Povos’ abre no Solar Ferrão nesta segunda-feira (22)

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Com peças feitas a partir de material reciclado que chamam a atenção do público para a conscientização em reciclar e preservar o meio ambiente, o Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho) inaugura na próxima segunda-feira (22) a exposição ‘União entre os Povos’. A mostra – coletiva, interativa e realizada pela Brahma Kumaris – conta com 38 peças concebidas por diversos artistas baianos, como Ray Vianna, Miku Multimídia, Aracides Limoeiro, Felipe Arcoverde e Ana Paula Paixão, entre outros. A abertura contará com pocket show da banda Viratrupe. Gratuita, a exposição fica em cartaz na galeria até 30/03.

Uma das obras que ganham destaque na a mostra é a ‘Árvore da Humanidade’, assinada por Ray Viana, uma árvore de mais de 2 metros de altura, confeccionada com tubos e retalhos de papel. A mostra conta ainda com outras peças interativas, como: ‘O Eco da Vida’, ‘A Cabana do Silêncio’, os ambientes ‘Ser e Estar’ e ‘A Mesa da União’.
“Em tempos de tantas guerras, violência e desunião entre as nações, é imperativa a necessidade de promovermos a união entre os povos. Temas como cuidado com o meio ambiente, respeito entre as religiões, consciência do papel que cada ser exerce no mundo e na interação com a natureza, unidade entre diferentes culturas e a importância do silêncio para a transformação, são artisticamente abordados na exposição”, explica Goreth Dunningham, da Brahma Kumaris.

Sobre a Brahma Kumaris: movimento espiritual mundial dedicado à transformação pessoal e à renovação do mundo. Fundada na Índia em 1937, difundiu-se para mais de 110 países em todos os continentes e teve amplo impacto em muitos setores, como uma ONG internacional. Entretanto, seu verdadeiro compromisso é ajudar os indivíduos a transformarem sua perspectiva em relação ao mundo, de material para espiritual. Apoia a cultura de uma profunda consciência coletiva de paz e dignidade individual de cada ser.
No Brasil, as atividades da BK começaram em 1979, com sedes nas principais capitais e em cidades do interior. Em Salvador, a BK conta com 4 unidades, sendo uma delas um centro de retiros na região metropolitana.
Serviço: Exposição Interativa ‘União entre os povos’

Local: Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho)

Período: de 22 de janeiro a 30/03

Horário da Vernissage: 17h

Mais informações: 3356-3900

Entrada Franca

Visitação: de terça-feira a sábado, das 13h às 17h

O Centro Cultural Solar Ferrão é um espaço administrado pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), uma unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

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Museu Udo Knoff e LabDimus promovem Minicurso de Ritmos Brasileiros

 

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Uma parceria entre o Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica e o LabDimus – unidades da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/IPAC) localizadas no Pelourinho – vai oferecer o ‘Minicurso de Ritmos Brasileiros’. Gratuito, o minicurso conta com três etapas (história da música, teoria musical e a prática percussiva) e acontece em 22, 24, 31 e 01/02, das 14 às 17h, sendo as primeiras datas destinadas ao Forró e as duas finais ao Samba. As inscrições (faixa etária a partir de 12 anos) devem ser feitas via e-mail: educativoudoknoff@gmail.com, presencialmente no museu ou através do contato (71) 3117-6389. O curso possui um limite de até 15 vagas e o participante pode trazer seu próprio instrumento, porém é opcional.

Gabriel Dantas 2

“O Minicurso de Ritmos Brasileiros consiste na apresentação da história, teoria rítmica e prática percussiva dos ritmos: baião, xote, xaxado, pé de serra, vaquejada, samba, samba de roda, samba canção, bossa e samba enredo. O objetivo é popularizar a história dos ritmos apresentados com os instrumentos utilizados em cada um deles; dar acesso à prática percussiva e fomentar à prática musical”, explica a coordenadora do museu, Renata Alencar.

Elizabethe Ladeia

Para a sua realização, o minicurso conta com a participação dos egressos do 1° Emprego e colaboradores do museu e LabDimus: Carine Nascimento (multiinstrumentista e educadora musical), Gabriel Dantas (violinista, violonista, pesquisador na área de História da Música e educador musical) e Elizabeth Ladeia ( preparadora coral e educadora musical). Materiais utilizados: triângulo, zabumba, caxixi, agogô, pandeiro, tamborim, congas, caixa clara, bacurinha, surdo, violino, violão e ukulelê, lápis.

Carine Nascimento

Em 22/01, o curso será voltado para o forró, com história da música com Gabriel Dantas e prática percussiva com Carine Nascimento. Em 24/01 o forró será apresentado em aula sobre teoria-ritmo com Elizabeth Ladeia e prática percussiva com Carine Nascimento. Em 31/01 é a vez da história da música do samba, com Gabriel Dantas, e prática percussiva com Carine Nascimento. Em 01/02, teoria-ritmo com samba, com Elizabeth Ladeia e prática percussiva com Carine Nascimento. As aulas práticas e teóricas acontecem no Museu Udo Knoff.

Carine, Gabriel e Elizabeth

LabDimus – O Laboratório de Educação Digital: Museu, Arte e Cultura desenvolve atividades direcionadas às novas mídias digitais, propondo, executando e avaliando as oficinas que desenvolve. Buscando atividades com grupos escolares e público em geral, o LabDIMUS faz a interlocução entre as novas tecnologias e as coleções em exposição nos museus DIMUS. Com isso, pretende manter o intercâmbio com as instituições de ensino de forma interdisciplinar, contribuindo para a melhoria da educação formal a partir da promoção de oficinas de interesse de professores e estudantes. As atividades integram as diversas linguagens da comunicação: sonora, visual, impressa e audiovisual. Acesse o canal no YouTube e conheça mais sobre o LabDIMUS e os projetos: https://www.youtube.com/channel/UCfcfomV5RhMQgPYlfp6Z3TA. Endereço: Rua Gregório de Mattos, 39 – subsolo, Praça das Artes – Pelourinho, Salvador (BA). Contato: (71) 3116-6714.

O museu – O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. A área inferior expõe as peças criadas pelo ceramista Udo Knoff – idealizador do museu -, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII. Já a sua área superior, exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff.  O espaço sediado no Pelourinho, em Salvador, integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da Secretaria Estadual de Cultura (SecultBA). Visitação gratuita: terça a sábado das 13 às 17 horas. Endereço: Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)/(71) 3117-6389.

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Exposição ‘União entre os Povos’ abre no Solar Ferrão próxima segunda-feira (22)

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No próximo dia 22 de janeiro, às 17h, será aberta a exposição de artes visuais ‘União entre os Povos’, que fica em cartaz na galeria do Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho) até 30/03. A mostra – coletiva, interativa e realizada pela Brahma Kumaris – conta com 38 peças concebidas por diversos artistas baianos, como Ray Vianna, Miku Multimídia, Aracides Limoeiro, Felipe Arcoverde e Ana Paula Paixão, entre outros. A abertura contará com pocket show da banda Viratrupe.

A exposição é composta por diversas peças feitas a partir de material reciclado que chamam a atenção do público para a conscientização em reciclar e preservar o meio ambiente. Destaque para a obra ‘Árvore da Humanidade’, assinada por Ray Viana, uma árvore de mais de 2 metros de altura, confeccionada com tubos e retalhos de papel. A mostra conta ainda com outras peças interativas, como: ‘O Eco da Vida’, ‘A Cabana do Silêncio’, os ambientes ‘Ser e Estar’ e ‘A Mesa da União’.

 
“Em tempos de tantas guerras, violência e desunião entre as nações, é imperativa a necessidade de promovermos a união entre os povos. Temas como cuidado com o meio ambiente, respeito entre as religiões, consciência do papel que cada ser exerce no mundo e na interação com a natureza, unidade entre diferentes culturas e a importância do silêncio para a transformação, são artisticamente abordados na exposição”, explica Goreth Dunningham, da Brahma Kumaris.

Sobre a Brahma Kumaris: movimento espiritual mundial dedicado à transformação pessoal e à renovação do mundo. Fundada na Índia em 1937, difundiu-se para mais de 110 países em todos os continentes e teve amplo impacto em muitos setores, como uma ONG internacional. Entretanto, seu verdadeiro compromisso é ajudar os indivíduos a transformarem sua perspectiva em relação ao mundo, de material para espiritual. Apoia a cultura de uma profunda consciência coletiva de paz e dignidade individual de cada ser.
No Brasil, as atividades da BK começaram em 1979, com sedes nas principais capitais e em cidades do interior. Em Salvador, a BK conta com 4 unidades, sendo uma delas um centro de retiros na região metropolitana.
Serviço: Exposição Interativa ‘União entre os povos’

Local: Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho)

Período: de 22 de janeiro a 30/03

Horário da Vernissage: 17h

Mais informações: 3356-3900

Entrada Franca

Visitação: de terça-feira a sábado, das 13h às 17h

O Centro Cultural Solar Ferrão é um espaço administrado pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), uma unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

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Circuito de Cinema nos Museus Dimus

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O projeto ‘Circuito de Cinema nos Museus Dimus’ prossegue em 16/01, às 15h no Museu Tempostal (Pelourinho), com o filme ‘Que mal fiz a Deus?’. O projeto segue durante os meses de janeiro e fevereiro de 2018. A programação (abaixo) é gratuita e terá novas datas e filmes agendados nos museus Udo Knoff, Tempostal, Centro Cultural Solar Ferrão e LabDimus – todos no Pelourinho. Esta é uma ação conjunta dos museus da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/Ipac), como parte da programação de Verão.

“O Circuito de Cinema nos Museus DIMUS surge como um projeto experimental que leva a experiência do cinema ao Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica, ao Museu Tempostal, ao LabDimus e ao Centro Cultural Solar Ferrão.  Os filmes apresentados têm variados estilos e temáticas distintas que agradam a uma diversidade de público, sendo direcionadas a toda e qualquer pessoa que goste de uma boa sessão de cinema.  Ao final da projeção será aberto um diálogo com o público, quando os presentes serão convidados à troca de experiências e debate sobre o que foi visto”, explica Cristina Melo, coordenadora do LabDimus.

Programação:

Filme: Que mal fiz a Deus?

Data: 16/01

Hora: 15h

Local: Museu Tempostal – Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho

Faixa etária recomendada: 12 anos       

Sinopse: Claude (Christian Clavier) e Marie Verneuil (Chantal Lauby) têm quatro filhas. Por serem católicos e muito conservadores, eles não ficam felizes quando três delas se casam com homens de diferentes religiões. Mas ainda resta uma esperança: a filha caçula. Será que o futuro genro, enfim, atenderá as expectativas de Claude e Marie?

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Filme: O Som do Coração

Data: 19/01

Hora: 15h

Local: Museu Udo Knoff Azulejaria e Cerâmica – Rua Frei Vicente, 3, Pelourinho.

Faixa etária recomendada: 12 anos

Sinopse: o filme conta a história de Evan (Freddie Highmore), um músico talentoso que foge do orfanato e vai a Nova York em busca de seus pais. Em sua procura, ele encontra Wizard (Robin Williams), um sem-teto que vive em um teatro abandonado. Depois de descobrir seu talento, Wizard dá ao garoto o nome de August Rush e traça um plano para lucrar às custas dele. Evan não tem a menor ideia que seus pais, Lyla e Louis, também estão procurando por ele.

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Filme: O Menino e o Mundo

Data: 23/01

Hora: 14h30

Local: Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45 – galeria 2, Pelourinho)

Faixa etária recomendada:  Livre

Sinopse: com direção de Alê Abreu, o filme ganhou o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro – Melhor Filme InfantilMAIS. Um menino mora com os pais em uma pequena cidade do campo. Diante da falta de trabalho, um dia, ele vê o pai partindo para a cidade grande. Os dias que se seguem são tristes e de memórias confusas para o garoto. Até que então ele faz as malas, pega o trem e vai descobrir o novo mundo em que seu pai mora. Para a sua surpresa, a criança encontra uma sociedade marcada pela pobreza, exploração de trabalhadores e falta de perspectivas.

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Circuito de Cinema nos Museus Dimus

No próximo dia 09/01, o Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) inaugura o projeto ‘Circuito de Cinema nos Museus Dimus’ com a exibição do filme ‘Histórias Cruzadas’, às 15h. O projeto segue durante os meses de janeiro e fevereiro de 2018. A programação (abaixo) é gratuita e terá novas datas e filmes agendados nos museus Udo Knoff, Tempostal, Centro Cultural Solar Ferrão e LabDimus – todos no Pelourinho. Esta é uma ação conjunta dos museus da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/Ipac), como parte da programação de Verão.

“O Circuito de Cinema nos Museus DIMUS surge como um projeto experimental que leva a experiência do cinema ao Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica, ao Museu Tempostal, ao LabDimus e ao Centro Cultural Solar Ferrão.  Os filmes apresentados têm variados estilos e temáticas distintas que agradam a uma diversidade de público, sendo direcionadas a toda e qualquer pessoa que goste de uma boa sessão de cinema.  Ao final da projeção será aberto um diálogo com o público, quando os presentes serão convidados à troca de experiências e debate sobre o que foi visto”, explica Cristina Melo, coordenadora do LabDimus.

Programação:

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Filme: Histórias Cruzadas

Data: 09/01

Hora: 15h

Local: Museu Udo Knoff Azulejaria e Cerâmica – Rua Frei Vicente, 3, Pelourinho

Faixa etária recomendada: 12 anos       

Sinopse: a história se passa em Jackson, pequena cidade no estado do Mississipi, nos anos 60. Skeeter (Emma Stone) é uma garota da sociedade que retorna determinada a se tornar escritora. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca, da qual a própria Skeeter faz parte. Aibileen Clark (Viola Davis), a emprega da melhor amiga de Skeeter, é a primeira a conceder uma entrevista, o que desagrada a sociedade como um todo. Apesar das críticas, Skeeter e Aibileen continuam trabalhando juntas e, aos poucos, conseguem novas adesões.

O Som do Coração2

Filme: O Som do Coração

Data: 19/01

Hora: 15h

Local: Museu Udo Knoff Azulejaria e Cerâmica – Rua Frei Vicente, 3, Pelourinho.

Faixa etária recomendada: 12 anos

Sinopse: o filme conta a história de Evan (Freddie Highmore), um músico talentoso que foge do orfanato e vai a Nova York em busca de seus pais. Em sua procura, ele encontra Wizard (Robin Williams), um sem-teto que vive em um teatro abandonado. Depois de descobrir seu talento, Wizard dá ao garoto o nome de August Rush e traça um plano para lucrar às custas dele. Evan não tem a menor ideia que seus pais, Lyla e Louis, também estão procurando por ele.

o menino e o mundo

Filme: O Menino e o Mundo

Data: 23/01

Hora: 14h30

Local: LabDimus – Rua Gregório de Mattos, 39 – subsolo, Praça das Artes – Pelourinho

Faixa etária recomendada:  Livre

Sinopse: com direção de Alê Abreu, o filme ganhou o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro – Melhor Filme InfantilMAIS. Um menino mora com os pais em uma pequena cidade do campo. Diante da falta de trabalho, um dia, ele vê o pai partindo para a cidade grande. Os dias que se seguem são tristes e de memórias confusas para o garoto. Até que então ele faz as malas, pega o trem e vai descobrir o novo mundo em que seu pai mora. Para a sua surpresa, a criança encontra uma sociedade marcada pela pobreza, exploração de trabalhadores e falta de perspectivas.

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Últimos dias para conferir a exposição em memória à Irmã Dulce no Centro Cultural Solar Ferrão

Exposição na galeria do Solar Ferrão - Irmã Dulce ft. Lazaro Menezes (6)

A exposição “A tela, o pincel e uma sublime inspiração”, em homenagem à Irmã Dulce, fica em cartaz até 12 de janeiro no Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho). A mostra reúne 38 telas, feitas a partir de técnicas e estilos variados, assinadas por artistas renomados e anônimos que fizeram questão de retratar a religiosa que desde muito jovem chamou a atenção pelo seu trabalho social em prol do pobre, do doente, do mais necessitado. A mostra – parte das homenagens em memória dos 25 anos de falecimento do Anjo Bom da Bahia – ainda conta com uma área dedicada à arte-educação, com realização de oficinas de arte para crianças e adolescentes, exibição de documentários e do filme Irmã Dulce. A visitação tem entrada franca.

Exposição na galeria do Solar Ferrão - Irmã Dulce ft. Lazaro Menezes (2)

A coleção, que integra o acervo do Memorial Irmã Dulce e é quase toda composta a partir de doações, começou a ser formada com a Mãe dos Pobres ainda em vida. “Era comum ela receber como presente uma tela com a pintura da sua imagem, o que a deixava muito envergonhada, pois não entendia o motivo para tal homenagem. Porém, desde cedo o seu trabalho de caridade chamou a atenção dos baianos, impressionados com a coragem da jovem freira, que recolhia e abrigava doentes e mendigos pelas ruas de Salvador e diariamente circulava pela cidade em busca de auxílio”, comenta o assessor de Memória e Cultura das Obras Sociais Irmã Dulce, Osvaldo Gouveia.

Exposição na galeria do Solar Ferrão - Irmã Dulce ft. Lazaro Menezes (10)

Os trabalhos trazem em comum a inspiração no Anjo Bom. “Podemos dizer que muitas destas obras também contam um pouco desses 25 anos sem a presença de Irmã Dulce, pois foram concebidas após a sua morte, por motivações diversas, demonstrando a continuidade e o crescimento do sentimento de amor, admiração, carinho, fé, devoção e respeito pela vida e obra da Bem-Aventurada. É a prova de que ela se mantém viva e presente na nossa memória, assim como as Obras Sociais, o seu maior milagre, que seguem em pleno funcionamento e crescimento, com o objetivo de servir cada vez mais e melhor a todos que precisam”, ressalta a museóloga da OSID, Carla Silva. A exposição “A tela, o pincel e uma sublime inspiração” é uma realização da Assessoria de Memória e Cultura das Obras Sociais Irmã Dulce e conta com o apoio do Centro Cultural Solar Ferrão, da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/Ipac) e do Governo da Bahia.

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Smetak é homenageado com exposição requalificada no Solar Ferrão

Abertura Smetak e confraternização IPAC foto Lazaro e Fernando (32)

Familiares, amigos e admiradores do músico, pesquisador e professor suíço-brasileiro Anton Walter Smetak (1913–1984) prestaram uma homenagem na tarde de quinta-feira (21/12) no Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho), na ocasião da reabertura da exposição ‘Smetak – o alquimista do som’, totalmente requalificada. A mostra tem 86 instrumentos-esculturas, distribuídas em quatro ambientes em um dos pavimentos do solar que é administrado pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/Ipac).

Entre os presentes, o filho Uibitu Smetak, o neto Ícaro Smetak e, entre os principais admiradores e amigos de Smetak, o músico Tuzé de Abreu fizeram uma performance musical em homenagem ao artista. Na sequência, com mediação especial da filha, Bárbara Smetak, todos seguiram para a visitação às obras. “Este trabalho só foi possível graças a um grupo de pessoas que entendem a importância do meu pai. É resultado de muita dedicação, carinho e respeito pelo trabalho dele. Agradeço a todos os envolvidos. A exposição está num espaço amplo e muito bem feita. Os smetakianos com certeza vão gostar”, disse Bárbara Smetak.

“Esta mostra é importante porque guarda uma parte da visão de vanguarda da Bahia na década de 70. Aqui podemos revisitar uma parte daquele período da Tropicália que ainda se reflete nos dias de hoje”, declarou Ícaro Smetak, neto do artista que faz doutorado em Música na UFBA. Já o filho caçula de Smetak, Uibitu Smetak, declarou que a exposição é importante porque deixa viva a herança deixada pelo artista. “Esta iniciativa é fundamental para que meu pai não seja esquecido. E, em tempos de crise, é uma prova de que é possível remar contra a maré e tomar iniciativas como esta”, completou o violinista.

Para o músico Tuzé de Abreu (que trabalhou ao lado do artista), Smetak foi além de tudo que era diferente da sua época. “É um artista importante que apontou para um caminho diferente de tudo aquilo que já foi feito, no que diz respeito a instrumentos musicais. Apesar de Smetak ser suíço, suas obras foram feitas na Bahia e isso é nosso patrimônio”, declarou o músico. “Especificamente na Bahia, Smetak foi professor de universidade onde desenvolveu instrumentos e obras visuais importantíssimas. Suas obras tem um significado religioso e espiritual que vai além dos limites tradicionais da música”, disse o músico Guilherme Gentil. Entre os convidados, destaque também para o músico Vladimir Bonfim e o arquiteto Carlos Quirino.

Segundo o diretor geral do Ipac, João Carlos Oliveira a reabertura da coleção é uma justa homenagem a um dos mais importantes acervos sob responsabilidade do Estado. “Temos que ter inteligência para saber em que momento estamos e sabedoria para trabalhar da forma correta. Esta reabertura da coleção de Smetak é resultado desse processo de sabedoria e está de acordo com a construção de um Ipac maior e fortalecido”, disse.

O acervo completo de instrumentos de Smetak, composto de 150 peças e de propriedade da sua família, está sob responsabilidade do Estado. “A expografia atual privilegia a natureza lúdica da coleção. Essa reabertura devolve aos estudiosos e admiradores de Smetak um espaço para deleite e inspiração. Pelo que podemos perceber de músicos e especialistas, a obra de Smetak continua única e sem paralelo no Brasil, mostrando que o seu legado permanece vivo e instigando a curiosidade de artistas, estudantes e pesquisadores, por isso, também, a importância dessa mostra no Ferrão”, explica a coordenadora do Solar Ferrão, Graça Lobo.

Segundo a coordenadora, dentre as melhorias, está a readequação dos ambientes, melhor projeto de iluminação e a nova sonorização-ambiente com músicas de autoria de Smetak. “Transferimos ainda o local para exibição do videodocumentário sobre a vida e obra do artista, para atender um número maior de assistentes, e teremos duas réplicas de suas obras que poderão ser manuseadas pelos visitantes como experiência sonoro-estética”, completa Graça.

Sala de Smetak no Ferrão ft. Lazaro Menezes (6)

O acervo de Smetak no Solar Ferrão integra o conjunto de obras que foi restaurado e exposto nos museus de arte moderna da Bahia (2007) e de São Paulo (2008), sendo este apenas um recorte da ampla trajetória desse músico. Smetak nasceu em 1913, em Zurique, Suíca, filho de imigrantes tchecos, tendo como primeiro instrutor musical, seu pai, um renomado virtuose da cítara tcheca. Estudou no Mozarteum de Salzburgo, na Áustria, formando-se violoncelista e concertista pelo Conservatório de Viena, junto a Pablo Casals, em 1934. Com a iminência da 2ª Guerra Mundial, vai para o Brasil em 1937, inicialmente para Porto Alegre.

Em 1957, é convidado pelo compositor alemão Hans Joachim Koellheutter para Salvador, onde integra os Seminários Livres de Música, no movimento de excelência artística que se processava na Universidade da Bahia sob comando do reitor Edgar Santos. Na Bahia, Smetak inicia pesquisas microtonais inspiradas pela teosofia e cria cerca de 150 instrumentos-esculturas. A partir de 1969, sua oficina de experimentação sonora é frequentada por importantes artistas que marcaram a Tropicália e outros movimentos: Gilberto Gil, Rogério Duarte, Tom Zé, Gereba, Tuzé de Abreu, Djalma Correia e Marco Antônio Guimarães (fundador do grupo Uakti), dentre outros. Gravou ainda dois discos, escreveu três peças de teatro e mais de 30 livros.

O Solar – Além da sua importância arquitetônico-histórica, sendo um dos prédios mais importantes do Centro Histórico de Salvador, o Solar Ferrão abriga importantes coleções de arte e o Museu Abelardo Rodrigues de Arte Sacra. As coleções de Arte Popular, Claudio Masella de Arte Africana e Instrumentos Tradicionais Emília Biancardi compõem as restantes. “A coleção de Arte Popular será a próxima a ser requalificada e reaberta ainda neste verão 2018, enquanto a de Instrumentos Tradicionais se manteve em funcionamento permanente”, diz Graça Lobo.

Já o Museu Abelardo Rodrigues será reaberto ainda no primeiro semestre de 2018. “A nossa meta é conseguir expor o máximo de obras dessa coleção que é considerada uma das mais importantes de arte sacra do país e, por isso, deveremos ampliar para seis salas, hoje restrita apenas a três”, relata a museóloga. Além do Centro Cultural Solar Ferrão, a DIMUS é responsável pelos museus Tempostal e o Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica, no Pelourinho, o Palácio da Aclamação e o Passeio Público, no Campo Grande, o Museu do Recôncavo Wanderley Pinho, em Cachoeira, e o Parque Histórico Castro Alves, em Cabaceiras do Paraguaçu. Através de um convênio com o Convento de Nossa Senhora dos Humildes, a DIMUS também responde pelo Museu do Recolhimento dos Humildes que funciona nessa edificação de 200 anos localizada às margens do Rio Subaé, em Santo Amaro, Recôncavo baiano.

SERVIÇO

O quê: exposição ‘Smetak – o alquimista do som’

Onde: Centro Cultural Solar Ferrão – Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)

Tel. 71 3116-6743

Visitação: terça a sábado, das 13h às 17h

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Exposição ‘Presépios’ no Museu do Recôncavo Wanderley Pinho

Oficina presépio dez 18 (3m)

Fica em cartaz até 06/01, no Museu do Recôncavo Wanderley Pinho, a exposição ‘Presépios’ elaborada por 15 estudantes da comunidade de Caboto (Candeias) a partir das peças que foram produzidas na oficina realizada em 18 e 19/12, onde cada aluno recriou a cena do nascimento de Jesus com materiais recicláveis.

Oficina presépio dez 18 (5m)

Durante o encontro, os participantes conheceram a história e as figuras tradicionais do presépio e descobriram como materiais descartáveis podem ser reutilizados na confecção de diversos objetos. “A oficina teve como objetivo a valorização da tradição natalina de montagem de presépios, além de aproximar os estudantes da história do nascimento de Jesus de um modo lúdico exercitando a criatividade”, explica a assessora técnica da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/IPAC), Fátima Soledade.

Oficina presépio dez 18 (4m)

Soledade acrescenta que esta é mais uma ação realizada com o objetivo de dinamizar o espaço para o qual estão previstas obras de recuperação física de todo o conjunto arquitetônico. “Este trabalho, porém, não o impede de receber visitas previamente agendadas e guiadas, pois é um espaço onde estamos sempre promovendo uma série de atividades voltadas especialmente para a comunidade de Caboto”, finaliza. Esse projeto contou com a parceria da SEPLANDUR (Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano) e do  I.C.M (Instituto Candeias Melhor).

Museu Wanderley Pinho

O museu – Erguido no século XVI, à margem da Baía de Todos os Santos, em Candeias, o antigo Engenho Freguesia foi transformado no Museu do Recôncavo Wanderley Pinho em 1971 devido ao seu valor histórico e a sua importância para a região do Recôncavo Baiano. Trata-se de um dos principais símbolos arquitetônico-paisagísticos do Brasil colonial. Construído em terras doadas pelo então Governador-Geral do Brasil, Mem de Sá, o casarão foi alvo das invasões holandesas, em 1624, e vivenciou momentos de apogeu na produção de açúcar até a segunda metade do século XIX. Seu conjunto arquitetônico inclui casa-grande com 55 cômodos, fábrica e capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição da Freguesia. José Wanderley de Araújo Pinho (1890-1967), que dá nome ao museu, foi proprietário do engenho e, como deputado federal, apresentou ao Congresso, em 1930, um projeto de lei de proteção dos bens móveis e imóveis de valor artístico e histórico que resultou na criação do atual IPHAN.

O Museu do Recôncavo Wanderley Pinho integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) – unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA). Endereço: Via Matoim – Enseada de Caboto, s/n, Candeias (BA).

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