Poemusik no Novembro Negro

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Em parceria com o Colégio Estadual Severino Vieira, o  Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) promoveu a ‘PoeMusik LiterÁfrica – Oficinas de Poesia Musicada e Performance’ mediadas por Fabiana Pancho sobre a cultura e literatura africana. O resultado – a poesia dos estudantes que foi musicada pelos técnicos do Udo e LabDimus – foi apresentado em 24/11, das 9 às 11h, no colégio (Praça Conselheiro Almeida Couto, 253 – Nazaré).

Além dessa atividade, em comemoração ao Novembro Negro, o museu contou com diversos projetos como o ‘Somos parte de você’ que está promovendo um bate papos sobre a temática afro a partir de jogos educativos. O projeto, uma parceria com a educadora social Carla Pita, aconteceu dias 16 e 23/11 (a partir das 9 e das 14h) e ainda será realizado dias 29 e 30/11 (a partir das 14h), com a temática afro; com grupos de jovens de 15 a 20 anos de escolas parceiras, mas também é aberto ao público em geral.

Além desse projeto, o museu promoveu o ‘Ao Som de Todos’, mini-curso de iniciação musical com ritmos africanos e baianos; e mantém a mostra “Os Meninos do Pelô não apenas sabem tocar tambor: também apreciam música, literatura e obras de arte”, que reúne obras criadas pelos alunos do Colégio Estadual Azevedo Fernandes.

O Museu – O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. A área inferior expõe as peças criadas pelo ceramista Udo Knoff, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII. Já a sua área superior, exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O museu integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Dimus/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sábado das 13 às 17 horas

Entrada: grátis

Contatos: Rua Frei Vicente, 03, Pelourinho – Salvador (BA) – (71) 3117-6389

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Museu Udo Knoff promove bate-papo com temática negra

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“Somos parte de você: a África não é um país e ela faz parte de nós!” foi o tema do segundo encontro (realizado em 23/11, às 9 e às 14h) do projeto que o Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) elaborou dentro de sua programação especial em comemoração ao Novembro Negro. O projeto ‘Somos parte de você’ promove um bate-papo sobre a temática afro a partir de jogos educativos. No encontro de 23/11, os presentes participaram de um quebra cabeça sobre países africanos, de uma roda de conversa e uma oficina de pintura em azulejo. Os encontros ainda acontecem, no museu, dias 29 e 30/11 (a partir das 14h).

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“O objetivo do jogo é que os alunos tenham uma percepção que a África é um continente e que lá não é só miséria, fome e HIV. Discutir sobre a África é falar de Salvador que é a cidade mais negra fora do continente africano. Essa pequena África (Salvador) é ainda extremamente racista, extremamente segregacionista e o conhecimento se faz necessário em todas as frentes para aclamar por representatividade”, explicou a educadora Carla Pita.

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“Pretendemos trazer à tona, no espaço de memória (que é o museu), outras histórias e memórias de grupos étnicos da sociedade, valorizando-as e comunicando-as. Para o museu, é a oportunidade de debater assuntos que interferem diretamente na construção de identidades individuais e coletivas”, informou a coordenadora do museu, Renata Alencar.

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“Acho muito importante essa atividade. Nós precisamos saber de onde vieram nossos ancestrais e o que eles fizeram na história. Acredito que o empoderamento é um grande passo para a mudança de opinião no que diz respeito ao racismo”, declarou Ariane Lopes, aluna do 2 ano do ensino médio do Colégio Mário Augusto Teixeira de Freitas.

O projeto é uma parceria com a educadora social Carla Pita. Contempla bate-papo com a professora a partir de jogos educativos. Em 16/11, o projeto trouxe o tema “Somos parte de você: mulheres negras e o seu lugar na sociedade”. Os encontros ainda acontecem, no museu, dias 29 e 30/11 (a partir das 14h), com grupos de jovens de 15 a 20 anos de escolas parceiras, mas também é aberto ao público em geral. Nos dias 29 e 30/11, a temática “Somos parte de você: na rota da consciência negra” traz um jogo de alta complexidade, com leitura e formação de palavras, que trabalha a coordenação motora, o raciocínio e a concentração, colocando em foco, nomes de lideranças dos direitos civis nos Estados Unidos.

O Museu – O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. A área inferior expõe as peças criadas pelo ceramista Udo Knoff, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII. Já a sua área superior, exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O museu integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Dimus/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

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Oficina de estamparia em tecido com tema afro no Museu Tempostal

oficina tempostal 22 nov (10m)

Em parceria com o Colégio Azevedo Fernandes, o Museu Tempostal (Pelourinho) realizou em 22/11, a ‘Oficina de estamparia em tecido com tema afro’. A atividade aconteceu às 10h e 15h com 40 alunos e fez parte das atividades programadas para celebrar o Dia da Consciência Negra (20 de Novembro).

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Para a coordenadora do Colégio, Luzia Ventura, o objetivo da oficina é trabalhar a sintética negra, realizando pinturas com cores e desenhos que lembre a temática africana. “Além disso, trazer os alunos de escola pública para o museu por meio de atividades artísticas, para que eles possam conhecer os acervos e discutir outros temas, que não são abordados em sala de aula”, explica.

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Além dessa atividade, o Museu Tempostal preparou uma programação especial para o Novembro Negro com apresentações, samba de rodas, oficinas, exibições de filmes e capoeira. Em 21/11 às 10h, aconteceu a apresentação do ‘Grupo Samba de Roda Renascer (Obras Sociais Irmã Dulce)’ que utiliza manifestações artísticas e culturais para socializar, trabalhar o cognitivo, autonomia e a independência com a finalidade de preservar a auto imagem, facilitando o protagonismo da pessoa idosa.

Com direção de Steven Mcquen, o filme ‘12 Anos de Escravidão’ foi exibido no dia 23 (com nova exibição em e 25/11), às 14h. Baseado na autobiografia de Solomon Northup, este drama histórico conta a tragédia de um negro nascido livre que é levado a Nova York e vendido como escravo.

Fundado na década de 70, o ‘Grupo de Capoeira Kilombolas’ conhecido por manifestações populares como o maculelê e o samba de roda, se apresenta no dia 24/11 às 15h. O grupo tem como filosofia a dedicação do ensinamento da capoeira pra crianças, jovens e adultos de comunidades carentes e bairros populares. O grupo valoriza o trabalho educativo, mantendo tradições e fortalecendo a consciência, identidade e construção da cidadania.

O Museu – O acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

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Museu Tempostal comemorou 20 anos com retrospectiva histórica

Fundado em 1997, o museu reúne uma coleção com 40.000 imagens, entre postais, estampas e fotografias

20 anos tempostal_foto Jefferson Vieira (1m)

Grupo Contadeiras

Uma contação especial em forma de retrospectiva histórica contada pelo personagem ‘Marcelino’ – referência ao sergipano Antônio Marcelino que reuniu uma coleção de 30 mil postais, estampas e fotografias que deram início ao Museu Tempostal – marcou o aniversário de 20 anos do museu. A atividade – aberta ao público – foi uma parceria com o Grupo Contadeiras e aconteceu em 21/11, às 15h.

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Contação de história do Grupo Contadeiras

“O personagem ‘Marcelino’, em seu relato, trouxe recordações sobre a sua história e sobre o surgimento do museu. Após a apresentação, foi aberto um bate-papo de onde surgiram vivências e outros comentários, sobre o museu e o personagem que foi tão querido por muitos. O evento teve a participação de convidados de colégios locais, além de pessoas que conheceram Marcelino”, explica Luzia Ventura, coordenadora do museu.

“Para mim contar a história de Marcelino é uma experiência gratificante, pois vivemos em um país sem memória. O Brasil desperdiça seu legado cultural e esse grande homem (Antônio Marcelino) deixa um grande exemplo. Eu fico muito emocionada”, declara a integrante do Grupo Contadeiras, Zezé Matos. “É uma experiência enriquecedora. A arte que elas produzem é uma forma de atrair crianças, adolescentes e os pais desses jovens para prestigiar o museu”, declarou a bibliotecária Regina Zobiak.

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Contação especial de história em comemoração aos 20 anos do Museu Tempostal

 

O museu

Em 1995, o Governo do Estado da Bahia, através da Secretaria da Cultura e Turismo, adquiriu a coleção particular de Antônio Marcelino do Nascimento (1929-2006), construída com perseverança durante 40 anos. O acervo é apresentado ao público em 05 de novembro de 1997, data em que é inaugurado o Museu Tempostal em um sobrado do século XIX, antigo ponto comercial do conde português Pereira Marinho.

Apresenta cerca de 40.000 imagens, entre postais, estampas e fotografias, sendo 30.000 da coleção reunida pelo sergipano Antônio Marcelino. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas.

Destacam-se na coleção as imagens representativas da Bahia Antiga, retratada por fotógrafos estrangeiros e nacionais de renome entre o m do século XIX e 1930, os cartões-postais da Belle Époque, pela beleza e variedade dos materiais utilizados na confecção das peças, e as estampas do Sabonete Eucalol. Lançadas pela Perfumaria Myrta em 1927, eram objeto de fascínio entre os jovens da época. Por apresentar textos explicativos sobre vários temas nas estampas.

O museu está instalado em um sobrado do século XIX, antigo ponto comercial do conde português Pereira Marinho, e dispõe de três andares, dois na parte frontal do edifício voltado para a Rua Gregório de Mattos, e três andares na parte anterior voltada para a Praça das Artes. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pela Diretoria dos Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Antônio Marcelino – Nascido em Sergipe, Antônio Marcelino do Nascimento (1929-2006) colecionava, desde garoto, recortes de jornais e livros ilustrados. Em 1947, se transferiu para Salvador e iniciou uma coleção que incluía de santinhos de catecismo a biscuit e máquinas fotográficas antigas. Ao longo da vida, acumulou postais que registram diferentes fases do desenvolvimento histórico, geográfico e cultural de todos os estados brasileiros e de vários países. Realizou sua primeira exposição em 1965. Um museu particular foi criado por ele em 1974 no casarão onde residia na Rua do Sodré, no Centro de Salvador. Em novembro de 2006, o colecionador se sentiu mal em casa e faleceu a caminho do hospital.

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Novembro Negro no PHCA

Neste mês, o ‘Sarau no Parque’ no Parque Histórico Castro Alves (Cabaceiras do Paraguaçu) foi em comemoração ao Novembro Negro, com apresentações de dança, poesia, capoeira e muita música.

“O Parque Histórico Castro Alves vem saudar o Novembro Negro, utilizando como chave a cultura e a educação para quebrar o discurso discriminatório social que ainda hoje aprisiona parte da população negra. A cultura e educação visa fomentar a consciência da necessidade da luta diária contra o racismo e ensinar a tomar posse da sua cultura ancestral com respeito e admiração para tornassem protagonistas da sua própria historia”, explica Diogenisa Oliva, coordenadora do PHCA.

Durante todo mês de novembro, as visitas monitoradas serão voltadas para importância dos negros na vida e  na obra de Castro Alves.

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LabDimus promove workshop fotográfico sobre arte africana

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O LabDimus (Laboratório de Educação Digital: Museu, Arte e Cultura) promoveu na última quarta-feira (22) o workshop de fotografia com o tema “A arte africana em minha vida”. O evento aconteceu com alunos do 8º e 9º ano do Colégio Estadual Azevedo Fernandes.

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Na ocasião, os estudantes fizeram experimentos fotográficos, discutindo temas voltados à arte africana, exercitando o olhar através da câmera onde cada participante trabalhou com seu próprio dispositivo móvel (celular). O objetivo do projeto é promover o contato dos jovens com a arte através da fotografia desenvolvendo técnicas e uma olhar crítico sobre o seu contexto social.

As fotografias produzidas foram a partir da leitura de cada participante sobre a influência do legado da arte africana em seu dia-a-dia. Após o workshop, será criado um vídeo-arte ou vídeo-poesia com a escrita criativa juntamente com as  fotografias produzidas na oficina.

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O LabDimus é um espaço administrado pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), uma unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

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Museu Tempostal celebra Novembro Negro com Samba de Roda

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Para celebrar o Dia da Consciência Negra (20 de Novembro), o Museu Tempostal (Pelourinho) preparou uma programação especial com apresentações, samba de rodas, oficinas, exibições de filmes e capoeira.  Em 21/11 às 10h, aconteceu a apresentação do ‘Grupo Samba de Roda Renascer (Obras Sociais Irmã Dulce)’ que utiliza manifestações artísticas e culturais para socializar, trabalhar o cognitivo, autonomia e a independência com a finalidade de preservar a auto imagem, facilitando o protagonismo da pessoa idosa.

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As atividades continuam. Em parceria com o Colégio Azevedo Fernandes, no dia 22/11, acontece a ‘Oficina de estamparia em tecido com tema afro’, na Praça das Artes (localizada na parte dos fundos do Museu Tempostal). A atividade acontece às 10h e 15h com 40 alunos.

Com direção de Steven Mcquen, o filme ‘12 Anos de Escravidão’ será exibido no dia 23 e 25/11 às 14h. Baseado na autobiografia de Solomon Northup, este drama histórico conta a tragédia de um negro nascido livre que é levado a Nova York e vendido como escravo.

Fundado na década de 70, o ‘Grupo de Capoeira Kilombolas’ conhecido por manifestações populares como o maculelê e o samba de roda, se apresenta no dia 24/11 às 15h. O grupo tem como filosofia a dedicação do ensinamento da capoeira pra crianças, jovens e adultos de comunidades carentes e bairros populares. O grupo valoriza o trabalho educativo, mantendo tradições e fortalecendo a consciência, identidade e construção da cidadania.

O Museu – O acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sábado, das 13h às 17h

Entrada: grátis

Contato: Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho, Salvador (BA) – (71) 3117-6383

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Projeto ‘Ao Som de Todos’ no Novembro Negro Dimus/Ipac

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O projeto ‘Ao Som de Todos’ – promovido pelo Museu Udo Knoff em parceria com o Centro Cultural Solar Ferrão e o LabDimus (Laboratório de Educação Digital: Museu, Arte e Cultura) – fez parte da programação do Novembro Negro da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC). No último dia 16/11, estudantes da Escola João Lino (Pelourinho) participaram do projeto com a graduanda em Licenciatura em Música pela UFBA (Universidade Federal da Bahia) Ellen Paula Oliveira Santos e o técnico do Museu Udo Knoff Gabriel Dantas.

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Na ocasião foi realizado um mini-curso de iniciação musical reunindo introdução teórica, rítmica e cultural da música, trazendo ritmos baianos e africanos no método de aprendizado; além da utilização do movimento corporal e da construção de instrumentos musicais percussivos. “Nosso foco é levar música às crianças que durante o dia-a-dia convivem com a violência, a marginalidade e drogas. A ideia é que elas tenham um contato e uma vivência musical. É um momento de descontração, integração e desenvolvimento”, explica a educadora Ellen Paula.

O projeto ‘Ao Som de Todos’  tem sido realizado com os músicos dos museus e parceiros: Carine Nascimento (percussionista e baterista), Gabriel Dantas (violinista, capacitado em violão e piano), Elizabeth Ladeia (educadora musical, violonista, capacitada em teclado, flauta e regência) e Ellen Paula Oliveira Santos, professora regente, Graduanda em Licenciatura em Música pela Universidade Federal da Bahia – UFBA.

De acordo com a coordenadora do Museu Udo Knoff Renata Alencar, o objetivo é desenvolver habilidades psicomotoras, concentração, audição, memória musical e afetiva, trabalho coletivo, consciência disciplinar e de responsabilidade; vivência corporal; autoestima e a iniciação à escrita musical. “Além disso, procuramos estimular a valorização da cultura e música local; incentivamos a prática coral na Bahia e trabalhamos conteúdos relacionados aos elementos sonoros e musicais; proporcionando contato com diferentes gêneros musicais. Também promovemos a aproximação do público do museu”, explica.

 

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