IPAC e Oi Kabum! lançam a Galeria Virtual do 2 de Julho

Cortejo-2-de-Julho---Patrimônio-da-Bahia---IPAC---20

O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), em parceria com a Escola de Arte e Tecnologia Oi Kabum!, desenvolveu a Galeria Virtual 2 de Julho, que pretende reunir fotos da manifestação popular mais emblemática das lutas pela Independência da Bahia. Criada por alunos de web designer da Oi Kabum!, a galeria é formada por cinco seções temáticas: Prédios Históricos, Fachadas Decoradas, Manifestações Culturais, Personagens e Volta da Cabocla.

Fotógrafos do IPAC, órgão responsável pela criação do dossiê que permitiu o Cortejo do 2 de Julho se tornar Patrimônio Cultural Imaterial da Bahia, irão selecionar as fotografias, distribuindo-as por tema. Cada seção contará com 80 imagens, totalizando 400 fotos em toda a galeria.

Os interessados em integrar a galeria devem enviar suas imagens para o e-mail galeria2dejulho@ipac.ba.gov.br. As fotografias devem apresentar resolução igual ou superior a 800 pixels x 72dpi, equivalente a 72dpi x 30cm no lado maior, para que seja garantida a qualidade necessária para exibição em cor-luz (tela de dispositivos eletrônicos).

Fonte: Ascom/IPAC

Anúncios

Museus do IPAC terão seus horários alterados durante Copa das Confederações

A exposição Tupy Todos os Dias será inaugurada nesta quinta. Foto: Lara Carvalho

A exposição Tupy Todos os Dias será inaugurada nesta quinta. Foto: Lara Carvalho

Por conta da realização da Copa das Confederações até o dia 30 de junho, dos festejos juninos e do feriado do dia 2 de julho, os museus vinculados ao Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) terão seus dias e horários de funcionamento modificados durante este período. Nesta quarta, 19 de junho, Solar Ferrão, Museu Abelardo Rodrigues, Museu Tempostal e Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica estarão abertos das 12h às 15h. O Museu de Arte Moderna da Bahia, o Museu de Arte da Bahia e o Palacete das Artes funcionarão das 13h às 15h. O Parque Histórico Castro Alves receberá visitantes de 9h as 12h e das 14h às 15h.

Nos dias 20, 22, 23, 24 e 30 de junho e na terça-feira, 2 de julho, os museus estarão fechados. Somente o Museu de Arte Moderna da Bahia abrirá nesta quinta-feira (20), ocasião em que serão inauguradas as exposições Esquizópolis e Tupy Todos os Dias. Os espaços funcionarão normalmente na sexta-feira (21) e de 25 a 29 de junho. Museu de Arte Moderna da Bahia, Palacete das Artes e Museu de Arte da Bahia funcionam de terça a sexta, das 13h às 19h, e sábados, domingos e feriados, das 14h às 19h. Museu Tempostal, Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica, Museu Abelardo Rodrigues e Solar Ferrão ficam abertos à visitação de terça a sexta, das 12h às 18h, e sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h. Já o Parque Histórico Castro Alves recebe visitantes de terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 17h, e sábados, domingos e feriados, das 9h às 14h. Os espaços vinculados ao IPAC têm entrada gratuita.

Os eventos do Palacete das Artes e do Museu de Arte Moderna da Bahia que integram o projeto Cultura em Campo, da Secretaria de Cultura do Estado (Secult/BA), não serão afetados pelas mudanças, que envolvem somente seus espaços expositivos. No período da Copa das Confederações, o público pode participar de diversas atividades realizadas nos museus, a exemplo dos Projetos Cinema no Palacete e Trocando Palavras, no Palacete das Artes, e da mostra Jogando com a Imagem e do evento MAM-BA: Outras Sonoridades, no Museu de Arte Moderna da Bahia.

Exposição de artesanato do sisal ocupa Sala do Artista Popular no Centro Histórico

Convite Trançar Tecer-

O Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), instituição vinculada ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), realiza a exposição Trançar, tecer: Valente, Araci e São Domingos, a partir desta quinta-feira (6), às 17h30, na Galeria Mestre Abdias, no Instituto Mauá do Pelourinho. Uma parceria do CNFCP com o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) e com o Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), a mostra apresenta trabalhos que utilizaram como matéria prima o sisal e feitos por mulheres artesãs de cooperativas de três cidades baianas: Valente, Araci e São Domingos.

A exposição marca a inauguração da edição da Sala do Artista Popular (SAP) em Salvador, que tem como objetivo constituir-se como espaço para a difusão da arte popular, trazendo ao público objetos que são testemunhos do viver e fazer das comunidades artesanais e também trabalhar com a autoestima das artesãs que fazem a arte com o sisal. A SAP já expôs trabalhos de artistas de comunidades baianas como Cocos, Rio de Contas, Rio Real, Maragojipinho, Irará, Coqueiros, Barra do Rio Grande e Passagem.

Além de conferir a mostra, o público poderá comprar bolsas, cestos, caixas, entre outros itens produzidos com as fibras de sisal e caroá e com a palha da pindoba também pelas artesãs das três cidades envolvidas. Localizados no semiárido do nordeste da Bahia, esses municípios fazem parte da Região do Sisal, destacando-se na produção do artesanato, na atividade secular feminina de trançar e tecer fibras da caatinga.

A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), através do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), apoia os trabalhos de pesquisa entre as comunidades da região do sisal e é um dos parceiros na reedição da exposição em Salvador, que passou pelo Rio de Janeiro em fevereiro deste ano. Trançar, tecer: Valente, Araci e São Domingos fica em cartaz até o dia 12 de julho.

Fonte: Ascom/CCPI

3ª Feira de Museus da Bahia traz novidades para o público

Feira de Museus da Bahia - Praça Municipal Foto Lázaro Menezes (2)

Foto: Lázaro Menezes

No dia 17 de maio (sexta), entre 9h e 17h, 28 espaços museais de diferentes territórios de identidade do estado participam da 3ª Feira de Museus da Bahia, apresentando seus acervos e programas educativos na Praça Municipal de Salvador. Nesta edição, o evento promovido pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) contará com uma diversificada programação que inclui um Atelier de Restauro, em que os visitantes terão a chance de conhecer as etapas do processo de conservação e restauração de obras, Espaço Expositivo e Espaço Educativo, onde serão realizadas ações destinadas ao público infanto-juvenil.

Ao longo do dia, crianças poderão se divertir e aprender com quatro atividades. O Museu de Arte Moderna da Bahia realiza a ação Museu, o que é?, que visa provocar reflexões e conversas com os participantes sobre este equipamento cultural. O Parque Histórico Castro Alves desenvolve a atividade Sopa de Letras, que consiste na narração de histórias infantis acompanhada de jogos e brincadeiras. O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica organiza a Oficina de Releitura do acervo de Azulejaria de Udo Knoff, em que serão utilizados materiais recicláveis. Haverá ainda a apresentação do espetáculo de Teatro de Bonecos “A magia dos museus”.

A exposição Museus da Bahia: Identidade e Territórios, que apresenta o perfil dos museus vinculados à estrutura da DIMUS, os quatro espaços museais contemplados pelo programa de apoio a projetos de ações continuadas da Secretaria de Cultura do Estado e as 217 instituições museais mapeadas na Bahia, ficará aberta à visitação no Espaço Expositivo. Este ambiente oferece ainda jogos temáticos e vídeos sobre os museus que integram a feira, a exemplo de “Axé do Acarajé”, do Memorial das Baianas, e “A Cachoeira de Paulo Afonso”, do Parque Histórico Castro Alves.

Réplicas de partes do corpo humano, experimentos de física, química e biologia, jogos de matemática, dentre outros objetos, divulgam a ciência de modo lúdico no Ônibus Ciência Móvel do Museu de Ciência e Tecnologia da UNEB, que também estará instalado na Feira de Museus. O público poderá ainda tirar dúvidas sobre o campo de Museologia com representantes do Conselho Regional da área e da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.

 A programação artística inclui os grupos Gente do Choro, Arte Trio, de MPB instrumental, e Os Vendavais, de samba de viola, os vencedores do 12º Festival de Declamação de Poemas de Castro Alves, e apresentações de música e dança do Colégio Severino Vieira e do Memorial Kisimbiê, que traz uma interpretação do cordel Acará, de Antônio Vieira. O encerramento fica por conta da Orquestra Museofônica. Confira a lista dos museus que irão participar da Feira.

Museus do IPAC não funcionam no feriado do Dia do Trabalho

Brinquedos que moram nos sonhos Foto - Yara Chamusca

Exposição “Brinquedos que Moram nos Sonhos”/Foto: Yara Chamusca

Os espaços vinculados à Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) estarão fechados à visitação na próxima quarta-feira (1º), feriado do Dia do Trabalho. A partir do dia 2 de maio (quinta-feira), o público poderá conferir gratuitamente as exposições em cartaz, dentre elas Reforma e Reinvenção, que dá início ao projeto “A Sala do Diretor” e traz como proposta a procura por outra forma de convivência, na qual todos os grupos inseridos em uma instituição vivenciam e debatem as experiências com a arte. A mostra segue em cartaz no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) até o dia 24 de maio, ocupando a sala do diretor do museu, que realiza seu trabalho normalmente enquanto os visitantes apreciam as obras de artistas baianos e internacionais.

Outra boa pedida é a exposição Brinquedos que Moram nos Sonhos, em cartaz no Museu de Arte da Bahia (MAB). A mostra expõe parte da coleção de brinquedos do fotógrafo David Glat, com 1.500 peças divididas em oitos seções: A Sala de Brinquedos, A Sala dos sonhos, a Sala do Espetáculo, a Sala do Medo, A Sala das Reciclagens, A Sala do Desafio, A Sala das Representações e a Sala de brinquedos de madeira. O público ainda pode visitar a Exposição de Arte Africana – Coleção Claudio Masella, no Solar Ferrão, que apresenta a riqueza estética e a diversidade da produção cultural africana do século XX, expressada em objetos, sobretudo máscaras, estatuetas e utensílios de uso cotidiano ou ritualístico. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004, pelo industrial italiano Claudio Masella, as obras representam vários estilos étnicos das sociedades africanas. A programação completa dos museus está disponível aqui.

Museu de Arte Moderna da Bahia, Palacete das Artes e Museu de Arte da Bahia funcionam de terça a sexta, das 13h às 19h, e sábados, domingos e feriados, das 14h às 19h. Museu Tempostal, Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica, Museu Abelardo Rodrigues e Solar Ferrão ficam abertos à visitação de terça a sexta, das 12h às 18h, e sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h. Já o Parque Histórico Castro Alves recebe visitantes de terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 17h, e sábados, domingos e feriados, das 9h às 14h.

IPAC cria Centro de Documentação e Memória

Foto: Antônio Filho

Até o final deste ano (2012) milhares de fotografias – digitais e analógicas –, mapas, plantas de imóveis, projetos de restauração, dossiês de pesquisas, estudos, livros e documentos técnicos produzidos ao longo de quatro décadas sobre os Patrimônios Culturais da Bahia estarão disponíveis para acesso gratuito ao público interessado no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador.

Esse grande arquivo sobre os bens culturais baianos estarão no novo Centro de Documentação e Memória do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), autarquia da Secretaria de Cultura do Estado (Secult) que comemora 45 anos de fundação em 13 de setembro próximo.

“Esta é a primeira vez que será organizado e disponibilizado o acervo completo do Instituto para pleno uso público”, afirma o diretor geral do IPAC, Frederico Mendonça. O local escolhido para sediar o Centro foi um casarão de estilo arquitetônico barroco-colonial, nº29 da Rua Gregório de Mattos, que será restaurado por três meses.

Mais informações do IPAC no site www.ipac.ba.gov.br.

Arena Companhia de Artes homenageia a música brasileira no Palácio da Aclamação

Foto: Tess Chamusca

A música de concerto brasileira é o tema da terceira apresentação do Projeto Música no Palácio, que será realizada nesta sexta-feira, 27 de julho, às 18h, com entrada franca. Depois de mostrar ao público trechos corais de óperas famosas e Ave Marias de compositores dos séculos XVI a XX, a Arena Companhia de Artes canta, no Palácio da Aclamação, canções de Villa-Lobos, Chiquinha Gonzaga, Waldemar Henrique, entre outros, destacando sua riqueza rítmica e elementos folclóricos, indígenas e africanos. A atividade conta com o apoio da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia.

O diálogo entre música e dança também enriquecerá a apresentação. Dentre as peças em conjunto que fazem parte do programa, estão “Lua Branca” (Chiquinha Gonzaga), “Uirapuru” e “Foi Boto, Sinhá” (Waldemar Henrique), “Cancioneiro de Lampião” e “Iemanjá Ôto” (Marlos Nobre) e “Nascente” (Flávio Venturini/Mário Antunes). Já entre as músicas solo figuram “Recomendação” e “Xangô” (Babi de Oliveira), “Funeral d’um Rei Nagô” (Heckel Tavares), “Veleiro” e “Acalanto” (Sérgio Bitencourt Sampaio), “Amor em Lágrimas” (Claudio Santoro), “Canção do Poeta do século XVIII” e “Nhapopé” (Villa-Lobos).

A Arena Companhia de Artes é composta pelos cantores Verônica Santos (soprano e professora de Canto da Escola de Música da UFBA), Vanda Otero (mezzo soprano), Carlos Eduardo (tenor), Ramon Sena (baixo), Antônia Bahia (soprano), Eduardo Ferreira (tenor) e Francisco Meira (baixo). Também participam do concerto no Palácio o tenor Leandro Costa e os pianistas Gabriel Garcia e Elisama Gonçalves. Devido à grande aceitação do público, os concertos do grupo no Palácio da Aclamação voltam a acontecer no mês de setembro.

Confira aqui “Um breve panorama da música de concerto brasileira”, escrito por Carlos Eduardo Santos, integrante da Arena Companhia de Artes.

Museus do IPAC não abrem no feriado de São João

Em virtude dos festejos juninos, os museus vinculados à Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) não abrirão nos dias 23 e 24 de junho. Na terça-feira, 26, os museus voltam a funcionar normalmente e, dentre outras exposições, o público poderá conferir gratuitamente na Galeria Solar Ferrão a mostra Altares Juninos, que presta homenagem a Santo Antônio, São João e São Pedro. O mesmo espaço apresenta ainda as exposições Fragmentos: Artefatos Populares, o olhar de Lina Bo Bardi, Panáfrica e Smetak – O Alquimista do Som.

Pesquisadores e curiosos poderão acompanhar as transformações ocorridas no Centro Histórico de Salvador através da mostra Pelourinho – Um cartão-postal da Bahia, aberta à visitação no Museu Tempostal. Outra opção é visitar as exposições Estranhamente Possível e Remue-ménage, em cartaz no Museu de Arte Moderna da Bahia. A programação completa pode ser conferida aqui.

Museu de Arte Moderna da Bahia, Museu de Arte da Bahia e Palacete das Artes Rodin Bahia funcionam de terça a sexta, das 13h às 19h, e sábados, domingos e feriados, das 14h às 19h. Museu Tempostal, Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica e Solar Ferrão ficam abertos à visitação de terça a sexta, das 12h às 18h, e sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h. Já o Parque Histórico Castro Alves recebe visitantes de terça a sexta, das 09h às 12h e das 14h às 17h, e sábados, domingos e feriados, das 09h às 14h.

Fazcultura apóia premiação para festas populares

Foto: Angeluci Figueiredo

Está aberta até o dia 25 de dezembro a votação, via o site www.construindonovasideias.com.br/festejosjuninos, do Prêmio Festejos da Bahia 2011, projeto que valoriza iniciativas dos poderes públicos municipal, estadual e federal, empresários e grupos artísticos e culturais que trabalhem com a temática de festas populares. Neste ano, foram escolhidas as festas juninas e comemorações correlatas realizadas na Bahia.

A iniciativa tem apoio do Fazcultura, programa de isenção fiscal do Governo da Bahia, via Secretaria de Cultura (Secult), com patrocínio da Ambev. De acordo com o produtor cultural e criador do Prêmio Festejos da Bahia, André Reis, o projeto tem 40 categorias de premiação com candidatos julgados por comissão de especialistas das áreas musical e da cultura nordestina. Neste ano, o destaque foi a ‘música nordestina’.

No julgamento, serão considerados a análise sobre o resgate junino e tradição, o apoio às manifestações culturais locais no período, a preservação da identidade local e a programação artística e cultural nessas festividades. Um grande evento no Palácio da Aclamação, em Salvador, anunciará os resultados finais às 19 horas do dia 27 de dezembro, quando será lançado o Prêmio Festejos da Bahia 2012, que será ampliado para todos os festejos baianos da Cultura Popular.

Nos últimos quatro anos, a cultura denominada de ‘nordestina’ tem recebido atenção especial do governo baiano. Está prevista a construção de um museu em Feira de Santana e prepara-se evento para discutir o tema, nacional e internacionalmente. A Setur incentiva festas juninas tradicionais, enquanto o IPAC fez pesquisas para que o Ofício dos Vaqueiros se tornasse Patrimônio Imaterial. O Instituto também iniciou estudos sobre os Penitentes de Juazeiro, manifestação popular religiosa muito encontrada no Nordeste do Brasil.

DIMUS promove encontro sobre acessibilidade nos museus

Na próxima quarta-feira, 23 de novembro, a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) dá inicio ao ciclo de encontros “Museus e Prosa” com um debate sobre o tema “A acessibilidade universal nos museus”. A atividade acontece no auditório do Conselho Estadual de Cultura da Bahia, das 14h às 18h, e tem como principal objetivo o desenvolvimento de projetos e programas que contribuam para a democratização do acesso aos museus vinculados à DIMUS a partir de um diálogo com diversos setores da sociedade. O evento é aberto ao público.

“Temos consciência de que tornar os nossos espaços acessíveis a todos os tipos de público é uma demanda urgente. Por isso, estamos dando prioridade a esta questão. Nesse sentido, a realização do encontro é fundamental porque as discussões fornecerão subsídios para o enriquecimento da política setorial que estamos propondo para os museus do estado, em destaque o eixo programático Democratização e Acesso”, explica a assessora da DIMUS, Ana Liberato.

A programação do evento inclui palestras de Márcia Moreno, coordenadora do Memorial da Cultura Cearense, localizado no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza, e de Patrícia Magris, coordenadora do Núcleo de Educação Especial da Uneb (Nede), que abordarão os temas “Inclusão e acessibilidade” e “Acessibilidade universal”. Além das duas convidadas, a diretora de Museus do IPAC, Maria Célia T. Moura Santos, apresentará a proposta de Política Setorial para os Museus do Estado da Bahia.

Entre o final do mês de outubro e meados deste mês, a DIMUS realizou reuniões individuais com seis instituições voltadas a distintos públicos: Coordenadoria de Atenção e Promoção à Saúde (COAPS), unidade responsável pelos Centros de Atenção Psicossocial de Salvador; Associação para Inclusão à Comunicação, Cultura e Arte (ARCCA), que atua na defesa da cidadania de pessoas com deficiência; Associação Baiana de Deficientes Físicos (ABADEF); Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Salvador (APAE); Associação Brasileira dos Clubes da Melhor Idade – Bahia (ABCMI) e Associação de Pais e Amigos de Deficientes Auditivos (APADA).

Durante as reuniões, foram sinalizados alguns pontos que impactam na visitação aos museus, tais como o uso de rampas móveis, elevadores e pista tátil, a qualificação dos mediadores para atender pessoas com deficiência (o que inclui treinamento para áudio-descrição e linguagem de libras), a elaboração de catálogos em braille e a criação de mostras que estimulem o tato e o olfato.