Mostra fotográfica Lunar é inaugurada no Pelourinho

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Foto: Genilson Coutinho

A Mostra Fotográfica Lunar – Fotografia na Bahia Agora foi aberta na noite desta segunda-feira (17), na Galeria Solar Ferrão, no Pelourinho, em Salvador. Compareceram ao evento convidados, artistas, profissionais da área da fotografia, além dos fotógrafos integrantes do projeto composto por 18 obras que apresentam uma nova perspectiva sobre a Bahia e ampliam o olhar para além do real e do que é considerado normal sobre a cultura do estado.

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Ivã Coelho, um dos artistas expositores que integra uma nova geração de fotógrafos na Bahia, falou da importância da realização de atividades que abram oportunidades para novos talentos. “É fundamental que isso aconteça, pois mostra que nossa fotografia não está apegada ao tradicional, não sustenta uma estética datada sobre a Bahia, traz um novo olhar e incentiva uma leva de artistas que pode se ver representada através deste tipo de trabalho”, declarou Ivã.

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Valéria Simões, que já atua com fotografia há mais tempo, disse que se sente integrada ao trabalho dessa nova geração. “Participar da Lunar significa que meu olhar continua afiado, caminhando com o tempo”, relata a fotógrafa e artista plástica. Entre os visitantes, a artista Johanna Gaschler achou que a exposição cumpriu sua proposta de mostrar que a fotografia baiana da atualidade está voltada para uma nova visão. “Os artistas estão se mostrando mais universais e realmente conseguiram retratar a Bahia com imagens que fogem do comum”, disse Johanna.

Lunar tem parceria e curadoria do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA). Entre os artistas integrantes estão Alex Oliveira, Bianca Portugal, Fernanda Sanjuan, Ivã Coelho, Karla Rubia, Lia Cunha, Nicolas Soares, Patrícia Almeida, Rogério Ferrari, Sabrina Pestana e Valeria Simões. A exposição estará em cartaz até o dia 4 de agosto, de terça a sexta, de 12h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h. A entrada é gratuita.

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Monitores do Solar Ferrão se encontram com a curadora da exposição “Capoeira – Luta, Dança e Jogo da Liberdade”

Foto – Jorma Cunha

Desde a sexta-feira passada (13.07), o Solar Ferrão apresenta a exposição itinerante Capoeira – Luta, Dança e Jogo da Liberdade, do fotógrafo paulista André Cypriano, que ficará em cartaz na Galeria até o dia 19 de agosto. A equipe do Solar Ferrão recebeu a visita de Denise Carvalho, produtora cultural e curadora da exposição realizada pela Aori Produções Culturais, empresa que dirige, para um bate papo descontraído sobre o projeto.

Denise falou um pouco do trabalho desenvolvido pelo fotógrafo André Cypriano, o recorte temático abordado na exposição e sobre a concepção da mostra. Ela enfatizou também o contentamento por estar apresentando a exposição pela primeira vez em Salvador, em especial no Solar Ferrão, no coração do Pelourinho, local que abriga associações de Capoeira que possuem um trabalho de preservação e valorização desse patrimônio cultural, mundialmente reconhecido. O Encontro contou com a presença de Mestre Janja, do Instituto Nzinga de Capoeira, que foi conhecer o espaço onde será realizada a Oficina de Capoeira, sob a sua orientação, para alunos da Escola Vivaldo Costa Lima.

Solar Ferrão recebe exposição que conta a história da Capoeira

Foto: André Cypriano

Capoeira – luta, dança e jogo da liberdade é uma exposição fotográfica itinerante, que já passou pelo Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo entre 2010 e 2011. Neste ano de 2012, com o patrocínio da Petrobras (via Lei Rouanet), a mostra foi exibida em Aracaju, Recife e agora poderá ser vista em Salvador, a partir de 13 de julho, às 18h, no Solar Ferrão. Realizada pela Aori Produções Culturais com o apoio da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia, a exposição fica em cartaz até 19 de agosto.

A mostra apresenta fotografias de André Cypriano e é fruto da pesquisa para o livro homônimo – com textos de Rodrigo de Almeida e Letícia Pimenta – lançado em 2009. Os trabalhos resgatam a história da capoeira, desde seu surgimento no Brasil Colonial até os dias de hoje, ressaltando aspectos de promoção e valorização da cultura nacional, além de sua função de agregação social.

A exposição é composta por 40 fotografias em preto e branco e coloridas, além de 10 ilustrações (de autoria de Debret e Auguste Earle, entre outros), e de textos explicativos. Ela revela uma rica manifestação cultural brasileira, das mais pesquisadas no mundo, reconhecida e praticada em todos os estratos sociais, no território nacional e, também, em vários países. Entre 1992 e 2008, centros de capoeira e capoeiristas de Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Nova York, San Francisco, Recife, Brasília, Olinda e Angra dos Reis foram retratados pelas lentes de André Cypriano.

A expografia recria um ambiente de sala de capoeira e utiliza elementos como um assentamento para o Orixá Exu – a entidade que deve ser cumprimentada antes de qualquer roda iniciar-se –; uma fotografia em louvor ao grande Mestre Pastinha – remontando um pequeno altar existente em diversos centros de ensino e prática da capoeira –; os instrumentos musicais utilizados e uma ambientação sonora típica das rodas. Haverá ainda exibição do vídeo Dr. Mestre João Pequeno, produzido pela Fundação Palmares. A curadoria da exposição é de Denise Carvalho, produtora cultural e diretora da Aori Produções Culturais.

Além da exposição, será oferecida, entre 30 de julho e 03 de agosto, das 8h30 às 11h30, aos alunos da Escola Municipal Vivaldo Costa Lima e da Escola Criativa Olodum uma Oficina de Capoeira. A atividade será coordenada pelo Grupo N’zinga de Capoeira.

ANDRÉ CYPRIANO – Nasceu em 1964, em São Paulo. Em 1990, um ano após a sua mudança para os Estados Unidos, André começou a estudar fotografia em São Francisco. Desde então, realizou vários projetos que têm sido expostos em galerias e museus no Brasil, na Europa e nos EUA. Como parte de um projeto de longo prazo, começou a documentar estilos de vida tradicionais e práticas de sociedades em lugares menos conhecidos nos remotos cantos do mundo. Cypriano fotografou o povo de Nias, na costa oeste da Sumatra (Nias: pulando pedras), e práticas de rituais em Bali (Bali: uma busca espiritual). Seus documentários fotográficos têm sido usados em seminários educativos. Atualmente, ele trabalha como fotógrafo freelancer em Nova York e Rio de Janeiro, dando continuidade a projetos sociais e culturais.

AORI PRODUÇÕES CULTURAIS – A Aori é uma empresa que há 10 anos desenvolve, gerencia e produz conteúdos culturais, como projetos de exposições itinerantes e edições de livros nas áreas de patrimônio cultural brasileiro, temas sociais e artes visuais. Seus trabalhos primam pelo critério de suas escolhas, qualidade do planejamento à execução, e sofisticação dos resultados.

Museu Udo Knoff ficará fechado até quarta (20)

A Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia informa que, por conta da realização de obras em suas dependências – pintura da fachada do prédio e restauração do piso do andar térreo -, o Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica ficará fechado para visitação até a próxima quarta, 20 de junho.

A partir de quinta (21), o público pode visitar as mostras A Arte de Ser Diferente, com obras confeccionadas por alunos da APAE Salvador, e Azulejos de Udo, que constrói uma leitura histórica sobre as especificidades do cenário urbano ao apresentar mais de 300 azulejos que trazem parte significativa da arquitetura de Salvador. O Museu funciona de terça a sexta, das 12h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h.

Santos Juninos são homenageados em mostra no Solar Ferrão

Oficina de Construção de Altares Juninos Foto – Lázaro Menezes

Simpatias, rezas, apresentação de quadrilha e muito forró marcam a abertura da mostra Altares Juninos, no dia 12 de junho, às 17h, na Galeria Solar Ferrão. Com o objetivo de celebrar uma das maiores manifestações populares do país, a mostra homenageia os três santos juninos – Santo Antônio, São João e São Pedro – e apresenta ao público os tradicionais altares montados em devoção a eles. Realizada pelo Solar Ferrão, Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica e Museu Tempostal, a mostra integra a programação da Secretaria de Cultura do Estado para os Festejos Juninos no Pelourinho.

Altares Juninos é resultado de uma série de oficinas promovidas pelo Núcleo de Ações Socioculturais e Educativas da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia, entre os dias 31 de maio e 06 de junho, no Solar Ferrão. A atividade foi desenvolvida junto à comunidade do Centro Histórico, que, além de ter participado da confecção e montagem da mostra, teve a oportunidade de conhecer um pouco mais da história e tradição das manifestações juninas no Brasil. “Nas oficinas, além de revisitar a memória dos três santos, acabamos revisitando também as histórias de vida dos participantes, que trouxeram suas experiências e fizeram dessa atividade um momento de troca e de alegria”, relatou o arte-educador Ubirajara Santos, coordenador do projeto.

Para a diretora de Museus do IPAC, Maria Célia T. Moura Santos, “a ação permite ampliar as possibilidades de comunicação entre os museus e a comunidade, reafirmando o compromisso da Dimus com o desenvolvimento de atividade associadas ao lazer e à produção do conhecimento”. E os festejos juninos, ressalta ela, são uma excelente oportunidade para atingir estes objetivo.

Maria do Socorro Pinto. Foto – Lázaro Menezes

Também integra a mostra um vídeo com depoimentos de moradores do Centro Histórico. Maria do Socorro Pinto, 70 anos, é uma das entrevistadas e afirma seu compromisso com a tradição familiar que vem passando para os netos. “Para mim, a devoção a Santo Antônio é algo muito especial. Cada membro da família assume uma responsabilidade, contribuindo na preservação de uma tradição deixada pelos nossos ancestrais”, diz emocionada. Além dela, a cabeleireira especializada em penteados afro, Negra Jhô, a quituteira Alaíde do Feijão, o cantor Portela Açúcar e o mestre de cerimônia da Irmandade do Divino Espírito Santo, Sabino Braga Torres, também falam sobre sua relação com os festejos juninos.

Durante o evento de abertura, o público poderá vivenciar uma típica festa junina com direito a reza cantada, apresentação da quadrilha Forrozinho Junino, tradicional forró pé de serra ao som da sanfona de Cicinho de Assis e quitutes da estação. E para que todos tenham fartura, serão distribuídos os tradicionais pãezinhos de Santo Antônio. A mostra pode ser visitada pelo público até 05 de julho, de terça a sexta, das 12h às 18h, e fins de semana e feriados, entre 12h e 17h.

Solar Ferrão promove Oficina de Construção de Altares a partir desta quinta

Por conta da greve dos rodoviários que ocorreu na semana passada, o período de realização da Oficina de Construção de Altares Juninos no Solar Ferrão foi alterado. A atividade, que será ministrada pelo arte-educador Ubirajara Santos, acontecerá de 31 de maio a 6 de junho (com exceção dos dias 2 e 3 de junho), entre 10h e 12h e das 14h às 16h. Serão oferecidas 30 vagas, sendo que 20 destinadas aos moradores do Centro Histórico e adjacências e 10 ao público em geral. Não há necessidade de se inscrever previamente. As inscrições permanecem abertas durante todos os dias da oficina. Para participar, basta comparecer ao Solar Ferrão. As peças que serão produzidas durante a atividade irão compor uma mostra de altares juninos que será exposta na Galeria Solar Ferrão durante o mês de junho.

10ª Semana de Museus mobiliza espaços expositivos da Bahia

MAM-BA inaugura a exposição Estranhamente Possível

De 14 a 20 de maio, museus, memoriais e galerias de todo o estado organizam uma série de atividades que integram a 10ª Semana de Museus, ação de âmbito nacional coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC). O evento marca as comemorações do Dia Internacional de Museus (18 de maio) e, nesta edição, traz o tema “Museus em um Mundo em Transformação – novos desafios, novas inspirações”. Mobilizados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia, articuladora estadual da Semana de Museus, 37 espaços baianos irão promover eventos que valorizam a pluralidade cultural, conectando o tradicional e o contemporâneo.

No dia 15 de maio, das 9h às 17h, será realizada na Praça Municipal de Salvador a 2ª Feira de Museus da Bahia. Nesta data, os visitantes irão se deparar com muita arte, cultura e com grande parte da memória do nosso estado. A feira contará com a participação de 32 museus de diversas regiões do estado. Várias atrações artísticas se apresentarão no palco especialmente montado para o evento. O público também poderá conferir a exposição itinerante Museus da Bahia: Identidade e Territórios e o Ônibus Ciência Móvel do Museu de Ciência e Tecnologia da UNEB. “Desde o ano passado, a feira tem funcionado como uma ótima estratégia para aproximar a sociedade dos museus, integrar as instituições museais baianas e divulgar seus acervos e exposições”, explica Maria Célia T. Moura Santos, diretora de Museus do IPAC.

A Mesa Redonda “Museus, Cidades e Memórias” marca a passagem do Dia Internacional dos Museus. A atividade acontece no dia 18 de maio, às 17h30, no Palácio da Aclamação e integra o Fórum de Pensamento Crítico, ação promovida pela Secretaria de Cultura do Estado em parceria com a Secretaria de Planejamento. Participam do evento o professor emérito da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da USP, Ulpiano Bezerra de Meneses, o professor doutor da Faculdade de Arquitetura da UFBA, Eugênio Lins, e o professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, o museólogo Mário Chagas. Após as palestras, o debate é aberto ao público. 

Exposições também serão inauguradas durante a Semana de Museus. Estranhamente Possível e Remue-Ménage levam ao Museu de Arte Moderna da Bahia obras dos videoartistas Maurício Dias e Walter Riedweg, dupla reconhecida internacionalmente, e um projeto transcultural e interativo da associação suíça Charlatan a partir de 18 de maio, às 19h. O Museu Udo Knoff apresenta, entre 15 e 20 de maio, a mostra Parabéns Irará, com obras de ceramistas e artesãos do município. No mesmo período, as pessoas que transitam pelo Terminal Rodoviário de Salvador poderão conhecer a exposição Museus da Bahia: Identidade e Territórios, que evoca o patrimônio integral de 25 territórios de identidade baianos, através de mapas, fotografias e dados estatísticos.

O público tem ainda a sua disposição variadas tipologias de acervo e mostras com diversos estilos artísticos. O imaginário do rei – visões do universo de Luiz Gonzaga e Auguste Rodin – Homem e Gênio estão em cartaz no Palacete das Artes Rodin Bahia. A Arte de ser diferente está aberta a visitação no Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica. A sala de exposições do Setor Educativo do Museu de Arte da Bahia expõe a mostra Cores e Sabores. E o Memorial dos Governadores, no Palácio Rio Branco, apresenta a exposição Antônio Balbino: Ideias e Realizações.  

Para consolidar os museus como espaços que aliam à preservação do patrimônio o estímulo à criatividade e ao aprendizado, uma extensa programação educativa, voltada para públicos de todas as idades, movimenta os espaços museais durante estes sete dias. São visitas mediadas, palestras, debates, lançamentos de livros, exibições de filmes, narração de histórias, apresentações musicais, além de oficinas que contemplam diversas linguagens artísticas: dança, música, pintura, escultura, fotografia, modelagem em argila e construção de instrumentos musicais. Confira aqui a programação completa.

Semana de Museus – A Semana Nacional de Museus é realizada anualmente pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) desde 2003, ano em que foi instituída uma política nacional para o setor. A primeira edição contou com a participação de 57 museus, os quais realizaram cerca de 270 eventos em 36 cidades brasileiras. Hoje, as nove edições da Semana de Museus totalizam mais de 4.000 participações e aproximadamente 12.300 eventos realizados em 600 municípios espalhados pelo território nacional. Em 2012, 1.114 museus e organizações culturais de 513 cidades brasileiras promoverão 3.420 atividades em torno do tema proposto pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM).

Desfile no Museu Udo Knoff marca Dia Internacional da Mulher

Foto: Bernardo Bezerra

No dia 08 de março (Dia Internacional da Mulher), às 16h, será realizado, no Museu Udo Knoff, o desfile de Torços e Turbantes “Coroa de Ouro”.O evento integra a programação da exposição homônima que está em cartaz no museu, uma criação da hair designer Negra Jhô. Além de apresentar as indumentárias produzidas pela cabeleireira especializada em penteados afros, o desfile exibirá peças de reconhecidos estilistas baianos que se inspiram, assim como ela, na afrodescendência. Haverá também apresentação musical de Afro Jhô e convidados. O evento é uma realização do Instituto Kimundo com o apoio da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC).

A exposição Coroa de Ouro apresenta 20 turbantes estilizados. Até 08 de março, data de realização do desfile, o público poderá conferir um pouco da arte que Negra Jhô vem produzindo na cabeça de baianos e turistas do mundo inteiro. O acessório foi escolhido pela hair designer por ser um símbolo de destaque na estética, cultura e religiosidade de matriz africana. Na mostra, os turbantes ganham nomes de personalidades como Carmem Miranda, Carlinhos Brown, Erykah Badu e Zumbi dos Palmares. As criações de Negra Jhô ficam abertas a visitação de terça a sexta, das 10h às 18h, e fins de semana e feriados, das 13h às 17h.

Solar Ferrão recebe oficinas de games, pintura e modelagem

Foto: Luciano Oliveira

Em iniciativa inusitada, o Solar Ferrão, uma das mais antigas edificações do Pelourinho, no Centro Histórico de Salvador (CHS), será ocupado neste sábado, 28 de janeiro, por ações educativas de moderna tecnologia digital com mensagens de esportes, danças e aventura. As atividades são voltadas para crianças de até 12 anos e integram o projeto “Todos Verão Pelô”, realizado pela Expo Eventos, com patrocínio da AmBev, através do Fazcultura.

Além de brincar com jogos eletrônicos, entre 13 e 17h, a garotada poderá visitar as exposições que estão em cartaz no local – Fragmentos: artefatos populares, o olhar de Lina Bo BardiSmetak – O alquimista do Som e PANÁFRICA – e participar de oficinas de pintura e modelagem. Cada turma será composta por 60 crianças. “As atividades atrairão as crianças para visitar o museu. Enquanto um grupo visita as exposições, o outro fica nas oficinas aprendendo e brincando”, explica Ivana Costa, produtora do evento.

O projeto “Todos Verão Pelô” tem apoio da Secretaria de Cultura, por meio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac) e da Diretoria de Museus.