Palestra sobre deficiência destinada a colaboradores do IPAC acontecerá no Museu Udo Knoff na terça (04)

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O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Rua Frei Vicente, Pelourinho) junto à Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), convida seus funcionários dos diversos setores para a palestra ‘Desmitificando a Deficiência’ que será ministrada pela educadora Alzira de Castro, do Centro de Educação Especial da Bahia (CEEBA), em 04/10, às 9h30. A atividade acontece no próprio museu e tem como objetivo auxiliar as equipes das unidades DIMUS/ IPAC no atendimento às pessoas que apresentam deficiências intelectuais e físicas, aperfeiçoando a interação com esse público que possui demandas específicas.

O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Rua Frei Vicente, Pelourinho) é um equipamento da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) – unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Serviço: Palestra Desmitificando a Deficiência
Local: Museu Udo Knoff

Quando: 04 de outubro (terça)
Horário: 9h30
Palestrante: Alzira de Castro
Gratuito

Resultado dos Editais Setoriais 2016

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O resultado dos Editais Setoriais 2016 foi divulgado nesta quinta-feira (29). A lista com os projetos selecionados já pode ser consultada em nosso site. Ao todo, foram 372 projetos aprovados, do total das 2.690 que tiveram as inscrições homologadas. Nesta edição, o investimento alcançou R$ 40 milhões, o que consolida os editais setoriais como o maior instrumento de fomento cultural da Bahia.

+infos: https://goo.gl/WtdITx

Programação dos Museus Dimus/IPAC – 29/09 a 05/10

Por conta das eleições do próximo domingo, os museus da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) vão funcionar em horário especial no final de semana: das 10 às 14h no sábado (01/10) e estarão fechados no domingo (02/10). São eles: Centro Cultural Solar Ferrão, Museu Abelardo Rodrigues, Museu Tempostal e Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica – todos no Pelourinho – e o Parque Histórico Castro Alves, em Cabaceiras do Paraguaçu, no Recôncavo baiano. Confira a programação:

DESTAQUE

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Últimos dias para conferir a exposição “Festival de Aquarelas: Traduzindo Sonhos” no Centro Cultural Solar Ferrão

A exposição “Festival de Aquarelas: Traduzindo Sonhos”, em cartaz no Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Matos, Pelourinho), está em sua última semana. O público interessado tem até o próximo domingo (02/10) para conferir a mostra que apresenta 64 obras de 32 artistas aquarelistas integrantes da ABA (Associação Brasileira de Aquarela) e da International Watercolor Society (IWS-Brazil). A maioria destes artistas vem apresentando suas aquarelas em exposições digitais, bienais e/ou trienais em diversos países, como Bolívia, Paquistão, Bulgária, Itália, México e Suíça.

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Aquarela no Solar Ferrão

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Aquarela no Solar Ferrão

 

MUSEUS DIMUS/IPAC

SOLAR FERRÃO

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1- Coleção de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004. Permanente.

2- Coleção de Arte Popular.  Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos, ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano. Permanente.

3- Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita em suas experiências. Permanente.

4– Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. A coleção apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A exposição habita três salas na nova ala do museu, cujo acesso pode ser feito através da segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical. Permanente.

Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Matos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA)

(71) 3116- 6743

 

MUSEU ABELARDO RODRIGUES

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O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O Museu Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6440

 

MUSEU TEMPOSTAL

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1- O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Em cartaz.

2- A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX.  Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana. Permanente.

3 – A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão. Permanente.

Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6383

 

MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA

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O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição “Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII.

No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o colecionador e ceramista.

Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O espaço sediado no Pelourinho, em Salvador, integra os museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da secretaria estadual de Cultura (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas

Entrada: grátis

Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6389

 

PASSEIO PÚBLICO

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Está em cartaz no Passeio Público (Av. Sete de Setembro, Campo Grande) a exposição “Museus: Paisagens Culturais”, formada por painéis com cerca de 4 X 2 metros de fotografias produzidas no final do século XIX de vários pontos da cidade de Salvador. As imagens foram retiradas do livro ‘50 anos de urbanização – Salvador da Bahia no Século XIX’, resultado de pesquisa da historiadora Consuelo Novais, já falecida. O livro foi vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares (historiador e crítico de arte brasileiro), promovido pela Odebrecht que doou ao Museu de Arte da Bahia (MAB) do IPAC. A visitação é gratuita.

Localizado em espaço nobre da capital baiana, com vista para a Baía de Todos os Santos e espécies de flora que proporcionam ambiente bucólico, o Passeio Público é considerado um museu a céu aberto pela sua importância arquitetônico-paisagística e urbanística, e por elementos artísticos presentes, como estátuas.

Conhecido por ser um espaço democrático, onde acontecem diversas manifestações educativas e culturais, o Passeio Público é administrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), que também tombou e está responsável pelo Palácio da Aclamação, edificação contígua ao Passeio e antiga residência dos governadores da Bahia.

O Passeio Público integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Endereço: Av. Sete de Setembro, S/N – Campo Grande, Salvador – BA

 

PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)

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Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, informações e objetos pessoais dele e familiares. Além do museu, o parque contém um anexo com sala multimídia, auditório, biblioteca, infocentro, reserva técnica, refeitório e administrativo. Na área de Mata Nativa, os visitantes podem fazer uma trilha e visitarem o Pouso de Adelaide, o Anfiteatro, a Cruz da Estrada, a Fonte e o Marco da Fazenda.

O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves. O Parque Histórico Castro Alves (PHCA), integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h

Entrada: grátis

Praça Castro Alves, 106, Centro – Cabaceiras do Paraguaçu (BA)

(75) 3681-1102

Confira alguns destaques da 10ª Primavera de Museus

Entre os dias 19 a 25 de setembro, aconteceu a semana da 10ª Primavera de Museus nos espaços da DIMUS/IPAC (Diretoria de Museus/ Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural). Confira um resumo das atividades que foram realizadas nesses dias:

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Oficina de Mosaico de Azulejos no Palácio da Aclamação, 19 set.

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Oficina de Cupcake no Parque Histórico Castro Alves, 19 set.

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Mesa de Abertura no Palácio da Aclamação com Ana Liberato (diretora do MAM), Jorge Portugal (secretário de cultura do Estado) e João Carlos (diretor do IPAC), 20 set.

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Plantio de mudas doadas pela Caetá Ambiental e pela Associação Baiana de Empresas de Base Florestal (ABAF) no Passeio Púiblico. Na foto, Jorge Portugal, Wilson Andrade (diretor da ABAF) e membros da Associação de Pais, Amigos e Pessocas com Deficiência, de Funcionários do Banco do Brasil e da Comunidade (APABB), 20 set.

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Visita monitorada ao Parque Histórico Castro Alves, 20 set.

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Contação de Histórias no Parque Histórico Castro Alves, 20 set.

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Desfile da Orquestra Museofônica de Emilia Biancardi pelas ruas do Pelourinho, 21 set.

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II Feira Educativa de Economia Solidária no Colégio Estadual no Azevedo Fernandes, 21 set.

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Oficina de Cachepô em Papietagem no Parque Histórico Castro Alves, 21 set.

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Oficina de Fotografia no Palácio da Aclamação, 22 set.

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Oficina de Porta-Trecos no Museu Udo Knoff, 22 set.

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Apresentação da Oficina de Teatro no Parque Histórico Castro Alves, 22 set.

 

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Oficina de Contação de Histórias no Palácio da Aclamação, 23 set.

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Oficina de Flores, Palácio da Aclamação, 23 set.

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Oficina de Flores Decorativas, Palácio da Aclamação, 23 set.

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Apresentação do Boinho de Painho no Parque Histórico Castro Alves, 23 set.

Oficina de Pintura em Azulejos

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Confira como foi a Oficina de Pintura em Azulejos realizada em 26/09 no Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho). A oficina foi feita com o grupo da terceira idade  “Alegria de Viver Bem” do 3º MultiCentro de Saúde (situado na Rua Lima e Silva -Liberdade).

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A oficina, que foi ministrada pelas artistas plásticas Geise Ferreira e Tita Anjos,  tem o objetivo de proporcionar a experimentação de materiais artísticos, estimulando a criatividade, a percepção estética, o desenvolvimento sensório-motor e cognitivo através de imagens de referências do acervo e das experiências dos participantes. “Assim, procuramos contribuir para que os participantes façam uma relação entre a arte e a vida, compartilhando suas produções”, explica Renata Alencar, coordenadora do museu.

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Oficina de confecção de Carteiras e Porta-Moedas no LabDimus acontece na terça (27)

 

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Seguindo a temática da sustentabilidade e do consumo consciente, o LabDimus (Laboratório de Educação Digital: Museu, Arte e Cultura) promove na próxima terça-feira (27) a ‘Oficina de Reutilização de Resíduos Sólidos: Carteiras e Porta-Moedas’. A atividade, que acontece às 09h no próprio LabDimus (Rua Gregório de Mattos, 39, subsolo, Pelourinho), será voltada para os estudantes do Colégio Estadual Azevedo Fernandes (Rua do Açouguinho, 03 – Pelourinho). O objetivo da oficina é o estímulo da reutilização de materiais recicláveis e a conscientização de práticas sustentáveis, por meio da confecção de carteiras e porta-moedas reutilizando resíduos sólidos como caixas de leite treta Pack.

O LabDimus é uma unidade da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) – vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Museu Udo Knoff realiza oficinas para estimular a criatividade e a percepção estética dos participantes

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O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Rua Frei Vicente, Pelourinho) promove uma séria de oficinas na próxima semana. Segunda-feira (26/09), às 14h, acontece a Oficina de Pintura em Azulejos. Na terça-feira (27/09) será realizada às 14h a Oficina de Ecobag e Estamparia. Já na quinta-feira (29/09) é a vez da Oficina Pintura em Azulejos que acontece às 14h. De acordo com a coordenadora do museu, Renata Alencar, essas ações socioeducativas são realizadas periodicamente, com grupos pré-agendados ou não, com o objetivo de aproximar as pessoas do museu, dos acervos, da cultura e do patrimônio.

Voltada para um grupo de 30 mulheres da terceira idade,  a Oficina de Pintura em Azulejos será realizada na segunda-feira (26/09), às 14h, pelas artistas plásticas  Geise Ferreira e Tita Anjos, no próprio Museu Udo Knoff. A oficina tem o objetivo de proporcionar a experimentação de materiais artísticos, estimulando a criatividade, a percepção estética, o desenvolvimento sensório-motor e cognitivo através de imagens de referências do acervo e das experiências dos participantes. “Assim, procuramos contribuir para que os participantes façam uma relação entre a arte e a vida, compartilhando suas produções”, explica Renata.

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Participantes do Centro Social Urbano (Rua Lima e Silva, 100 – Liberdade) vão receber a equipe do Museu Udo Knoff na terça-feira (27/09), às 14 para a Oficina de Ecobag e Estamparia. A atividade, ministrada pelas artistas plásticas  Geise Ferreira e Tita Anjos, tem o intuito de apresentar a técnica de confecção de ecobag, além da arte em estamparia como uma técnica de produção simples que pode ser construída através da utilização de materiais acessíveis, além de estimular à manifestação do potencial artístico dos participantes.

A última atividade da semana acontece na quinta-feira (29/090, às 14h, no próprio Museu Udo Knoff, também ministrada pelas artistas plásticas  Geise Ferreira e Tita Anjos. Trata-se da Oficina de Pintura em Azulejo que vai ser realizada para o grupo do Centro de Apoio Psicossocial (CAPS), do Garcia. A atividade tem como objetivo desenvolver habilidades manuais e a criatividade e percepção estética, tendo como temática central os motivos de azulejo do Museu.

 

Sobre o Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica

Localizado na Rua Frei Vicente, no Pelourinho, o Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica é o resultado da coleção particular do ceramista Udo Knoff, natural da Alemanha, radicado na cidade do Salvador, Bahia, desde o ano de 1952. Ao vender sua coleção, Udo Knoff acreditava que a criação de um Museu de Azulejo seria a melhor forma de preservá-la, além de possibilitar a abertura de um espaço de oficinas como meio de educar a comunidade para respeitar e valorizar tal acervo. O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Rua Frei Vicente, Pelourinho) é um equipamento da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) – unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Endereço:Rua Frei Vicente, 03, Pelourinho, Salvador

Telefone: (71) 3117-6389