Museum Selfie Day

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As selfies já são um fenômeno cultural de massa. Independentemente do lugar, as pessoas adoram tirar um bom autorretrato para compartilhar nas redes sociais. Por conta disso, em 2014, surgiu a campanha Museum Selfie Day (Dia de Selfie no Museu, em tradução livre do inglês), que este ano acontecerá amanhã (16).
 
A proposta é fazer com que o público tire selfies durante a visita aos museus e divulgue nas redes sociais, usando a hashtag #museumselfie. Assim, espera-se aumentar o engajamento dos visitantes, além de mostrar que os museus são espaços conectados com a tecnologia.
 
Na Bahia, pelo quarto ano consecutivo, nove museus administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac) participarão da ação, que será estendida até o domingo (20). A campanha é aberta a participação de todos os interessados, que podem postar selfies, usando a hashtag da campanha e marcando o nosso perfil (@ipac.ba) e o perfil dos museus do IPAC!
 
Vale usar toda a criatividade para produzir a selfie, mas sem colocar em risco as obras que estão expostas, certo? As instituições museológicas têm normas próprias que podem ser consultadas nos locais.
 
Quer acompanhar as imagens? Basta clicar na hashtag #museumselfie na sua rede social de preferência.
 
Confira nossos museus: http://www.ipac.ba.gov.br/museus
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EXPOSIÇÃO “A PAZ PEDE PASSAGEM” DA BRAHMA KUMARIS EM CARTAZ NA GALERIA DO SOLAR FERRÃO

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Foi aberta na tarde da última sexta-feira (04/01) a exposição ‘A Paz Pede Passagem’ na Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho). A mostra coletiva promovida pela Brahma Kumaris conta com obras interativas com o objetivo de encantar, surpreender e inspirar o público, além de assumir a tarefa de tornar-se um pacificador da paz. A exposição tem curadoria do artista plástico Ray Vianna e pode ser conferida até 30/03 de segunda a sexta-feira das 10h às 17h e sábado das 13h às 17h.

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“É a primeira vez que venho aqui e achei a exposição linda. Nós precisamos falar sobre paz em um mundo tão violento”, disse a professora Deijanila de Jesus. “Sou de Brasília e fiquei encantada com a leveza da exposição. Sem sombra de dúvidas esta mostra veio em um momento bastante oportuno, pois estamos vivendo um momento muito difícil no nosso país e também no mundo”, disse a psicóloga Gabriela Feitoza.

“Esta exposição tem como objetivo sinalizar a reflexão sobre o caminho até a paz. A busca principal vem de dentro, de um processo de autoconhecimento, de meditação. A exposição é apenas uma oportunidade de mostrar essa mensagem que é fundamental nos dias atuais”, explicou o curador Ray Vianna.

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Entre as obras, destaque para a “Chuva de vestes”, com 12 vestes penduradas em cabides transparentes que trazem textos sobre alma e matéria (consciência de paz), de onde viemos e pra onde vamos? (a morada da paz), a lei da causa e efeito (ações de paz), meditação Raja Yoga (acesso à paz) etc. Outra obra, “A roda da Vida/ Gire a paz em silêncio”, traz uma peça circular giratória, branca, posicionada sobre uma mandala plotada no chão com a roda da vida no alto (como um mobile, uma pequena roda de luz, como uma aura). A mostra conta ainda com o “Santuário da Paz”, uma tenda branca de meditação com iluminação e música ambiente para meditação e óculos 3D; o “Varal da Paz” – um varal luminoso para que as pessoas deixem desenhos e textos sobre paz; o “Espelho da Paz/Tem um ser de paz aí?!”, espelho com um texto reflexivo; o “Laboratório da Paz” que são potes de vidro e acrílico transparentes contendo frases e reflexões sobre a paz; e “Escute a paz”, fone de ouvido com a música “A Paz é Demais”, de autoria de Alex Pochat, na voz de Mariene de Castro, entre outras obras.

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De acordo com a responsável pela mostra da Brahma Kumaris, Goreth Dunningha, o propósito da exposição é oferecer inspiração e também algumas pistas sobre a verdadeira natureza e o poder da paz que cada indivíduo já carrega em si. Ela pretende mostrar um “espaço interior”, onde sempre se poderá encontrar paz. “Cada ser humano é um ‘pacificador’ em potencial no mundo de suas casas e de seu trabalho, bem como no próprio mundo. Mas primeiro é preciso redescobrir a paz interior e conhecer seu poder. É uma descoberta razoavelmente fácil. Mas requer uma tomada de consciência. No entanto, em meio aos desafios diários de um mundo turbulento, também é fácil perder a consciência e conexão com o que é o maior recurso interior, a paz”, explica.

A Brahma Kumaris é um movimento espiritual difundido por mais de 110 países, com sede em Mount Abu (Índia), escritórios em Londres (Reino Unido), Moscou (Rússia), Nairóbi (Quênia), Nova York (EUA) e Sidney (Autrália). A BK promove meditação, a prática filosófica da Raja Yoga, retiros espirituais, iniciativas ambientais, projetos educativos, culturais e artísticos. Mais informações: www.brahmakumaris.org.br.

Responsável por receber a exposição, a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) está sediada em uma das mais importantes edificações do Centro Histórico de Salvador, o Centro Cultural Solar Ferrão. Unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), o Solar Ferrão é uma construção de seis pavimentos originária do século XVII, instalada no declive entre o Pelourinho e a Baixa dos Sapateiros, e tombada desde 1938 como Patrimônio Nacional pelo IPHAN/MinC.

 

Serviço: Exposição A Paz pede Passagem 

Local: Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45 -Pelourinho)

Período: até de 30/03

Mais informações: 3356-3900

Entrada franca

Visitação: de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h; sábado, das 13h às 17h

Acesse as redes sociais da DIMUS:

Blog: https://dimusbahia.wordpress.com;

Facebook: dimusbahia.wordpress.com

Instagram: @museusdabahia

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EXPOSIÇÃO “A PAZ PEDE PASSAGEM” DA BRAHMA KUMARIS NO PELOURINHO

A mostra será aberta em 4 de janeiro de 2019, às 17h, no Centro Cultural Solar Ferrão

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Em tempos tão confusos nos quatro cantos do mundo, refletir sobre a paz é tarefa das mais urgentes. Pensando nisso, a Brahma Kumaris apresenta a exposição “A Paz pede Passagem”, com abertura em 04 de janeiro, às 17h, no Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho). A mostra coletiva – que fica em cartaz até 30/03 – conta com algumas obras interativas e pretende encantar, surpreender e inspirar o público a assumir também a tarefa de tornar-se um pacificador. A curadoria é do artista plástico Ray Vianna.

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Entre as obras, destaque para a “Chuva de vestes”, com 12 vestes penduradas em cabides transparentes que trazem textos sobre alma e matéria (consciência de paz), de onde viemos e pra onde vamos? (a morada da paz), a lei da causa e efeito (ações de paz), meditação Raja Yoga (acesso à paz) etc. Outra obra, “A roda da Vida/ Gire a paz em silêncio”, traz uma peça circular giratória, branca, posicionada sobre uma mandala plotada no chão com a roda da vida no alto (como um mobile, uma pequena roda de luz, como uma aura). A mostra conta ainda com o “Santuário da Paz”, uma tenda branca de meditação com iluminação e música ambiente para meditação e óculos 3D; o “Varal da Paz” – um varal luminoso para que as pessoas deixem desenhos e textos sobre paz; o “Espelho da Paz/Tem um ser de paz aí?!”, espelho com um texto reflexivo; o “Laboratório da Paz” que são potes de vidro e acrílico transparentes contendo frases e reflexões sobre a paz; e “Escute a paz”, fone de ouvido com a música “A Paz é Demais”, de autoria de Alex Pochat, na voz de Mariene de Castro, entre outras obras.

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De acordo com a responsável pela mostra da Brahma Kumaris, Goreth Dunningha, o propósito da exposição é oferecer inspiração e também algumas pistas sobre a verdadeira natureza e o poder da paz que cada indivíduo já carrega em si. Ela pretende mostrar um “espaço interior”, onde sempre se poderá encontrar paz. “Cada ser humano é um ‘pacificador’ em potencial no mundo de suas casas e de seu trabalho, bem como no próprio mundo. Mas primeiro é preciso redescobrir a paz interior e conhecer seu poder. É uma descoberta razoavelmente fácil. Mas requer uma tomada de consciência. No entanto, em meio aos desafios diários de um mundo turbulento, também é fácil perder a consciência e conexão com o que é o maior recurso interior, a paz”, explica.

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A Brahma Kumaris é um movimento espiritual difundido por mais de 110 países, com sede em Mount Abu (Índia), escritórios em Londres (Reino Unido), Moscou (Rússia), Nairóbi (Quênia), Nova York (EUA) e Sidney (Autrália). A BK promove meditação, a prática filosófica da Raja Yoga, retiros espirituais, iniciativas ambientais, projetos educativos, culturais e artísticos. Mais informações: www.brahmakumaris.org.br.

Exposição A Paz Pede Passagem_Brahma Kumaris_Solar Ferrão (7)

Responsável por receber a exposição, a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) está sediada em uma das mais importantes edificações do Centro Histórico de Salvador, o Centro Cultural Solar Ferrão. Unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), o Solar Ferrão é uma construção de seis pavimentos originária do século XVII, instalada no declive entre o Pelourinho e a Baixa dos Sapateiros, e tombada desde 1938 como Patrimônio Nacional pelo IPHAN/MinC.

 

Serviço: Exposição A Paz pede Passagem 

Local: Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45 -Pelourinho)

Período: de 4 de janeiro a 30 de março de 2019

Mais informações: 3506-3900

Entrada franca

Visitação: de terça-feira a sexta-feira, das 10h às 17h; sábado, das 13h às 17h

Acesse as redes sociais da DIMUS:

Blog: https://dimusbahia.wordpress.com

Facebook: @museusdabahia 

Instagram: @museusdabahia

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Negra Jhô promove oficina e desfile na mostra de turbantes no Museu Udo Knoff

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Na tarde de terça-feira (18), aconteceu uma atividade paralela à exposição “Coroa de Ouro: Torsos e Turbantes” que está em cartaz até dia 25 de janeiro de 2019 no Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho). No evento, a cabeleireira e esteticista afro hair Negra Jhô promoveu uma oficina e desfile com apresentações musicais, onde foi dada oportunidade para jovens e crianças desfilarem com os 21 turbantes produzidos. Negra Jhô posou para fotos e também fez performances durante as atividades.

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“Eu acho essa exposição importante porque minha vó (Negra Jhô) luta há muito tempo para essa arte se expandir”, disse a neta de Negra Jhô, Kailane Maquiny. “É uma exposição muito rica de cultura e demonstra a própria realidade da Negra Jhô. Nas oficinas, ela também nos ensina o poder da mulher negra na sociedade para que possamos entender nosso lugar de fala”, explicou uma das modelos do desfile, Bruna Maquiny.

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De autoria de Negra Jhô, a exposição “Coroa de Ouro: Torços e Turbantes” é uma parceria com a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) e conta com turbantes estilizados e confeccionados pelo Instituto Kimundo. “O turbante faz parte da nossa cultura. Não existiria Ilê Ayiê, Filhos de Ghandi e diversos outros blocos afros sem esse adereço. O turbante também representa nossa autoestima e a valorização da ancestralidade”, afirma a artesã Negra Jhô.

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Filha de Ogun com Iansã, a estilista é conhecida por seus projetos que visam promover a autoestima e o orgulho pela identidade negra por onde passa. Além da exposição, também serão realizadas mediações e oficinas de turbantaria e estamparia afro promovidas pela própria Negra Jhô e pelo setor educativo do museu. No encerramento da exposição, o público poderá apreciar 21 modelos num desfile que mostrará os torços e turbantes da mostra, além de indumentárias produzidas por estilistas e grifes afro-baianas.

Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica – O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. A área inferior expõe as peças criadas pelo ceramista Udo Knoff, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII. O museu integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA). Visitação: terça a sexta, das 10h às 17h; sábados das 13h às 17h. Entrada: grátis. Endereço: Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA). Contato: (71) 3117-6389.

 

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Alunos da Funceb fazem homenagem a Emília Biancardi no Centro Cultural Solar Ferrão

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A etnomusicóloga, professora e pesquisadora Emília Biancardi – criadora do primeiro grupo parafolclórico do Brasil (em 1962), o “Viva Bahia” – foi homenageada pelos alunos da Escola de Dança Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), em 20/11, no Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho). Na ocasião, os alunos bateram um papo sobre a história da artista e apresentaram um vídeo em sua homenagem. Além dos alunos e da homenageada, estiveram presentes a coordenadora do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) Ana Liberato e a responsável pela Diretoria de Museus (DIMUS) Fátima Santos.

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Emília Biancardi é especialista nas manifestações tradicionais da Bahia, responsável pela Orquestra Museofônica criada em 2012 com objetivo de manusear e conhecer os instrumentos musicais tradicionais e suas possibilidades, além da Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi, em cartaz no Solar Ferrão. Para esta coleção, Biancardi empreendeu importantes pesquisas em busca de entender a experiência humana na criação de sons, coletando, criando e recriando instrumentos musicais. A coleção apresentando um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos musicais indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros.

O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA). Visitação: terça a sexta, das 10h às 17h; sábado das 13h às 17h. Entrada: grátis. Endereço: Rua Gregório de Mattos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA). Contato: (71) 3116- 6743. Acesse as redes sociais da DIMUS: blog (https://dimusbahia.wordpress.com), Facebook (@museusdabahia) e Instagram (@museusdabahia). 

Bio – Nascida em Salvador (BA), viveu sua infância e parte da adolescência em Vitória da Conquista, interior do Estado, o que lhe proporcionou os primeiros contatos com as manifestações populares que, desde então, a fascinavam. Como professora do Colégio Estadual Severino Vieira, Biancardi idealizou, em 1968, a Orquestra Afro-Brasileira, usando instrumentos tradicionais, e outros criados e confeccionados por ela e pelos alunos. Criou e dirigiu por 10 anos a Fundação Yabás Arte Brasil em Woodstock-Nova Iorque, EUA. Compõe músicas para balés e peças de teatro, aplicando os conhecimentos adquiridos através de pesquisas da música folclórica rural e urbana. Tem seis livros publicados (“Lindro Amo”, 1968; “Cantorias da Bahia”, 1969; “Viva Bahia Canta”, 1970; “Dança da Peiga”, 1983; “Olelê Maculelê”, 1990 e “Raízes Musicais da Bahia”, 2001), além de textos sobre a música tradicional publicados em livros e revistas no Brasil e exterior. Lançou três LPs pela Philips do Brasil (“Viva Bahia nº. 1”, “Viva Bahia nº. 2” e “Folclore Rural”) e um Cd pelo Club House Studio Germantown, Nova Iorque, EUA.

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Inscrições para a 17ª Semana Nacional de Museus já estão abertas

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O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) abriu na última segunda-feira (10) as inscrições para a 17ª Semana Nacional de Museus. Até o dia 17 de março de 2019, museus e outras instituições culturais interessadas em participar da ação devem inscrever atividades para serem realizadas entre os dias 13 e 19 de maio de 2019, chamando a comunidade para refletir, discutir e trocar experiências sobre o tema sugerido pelo Conselho Internacional de Museus – ICOM: Museus como Núcleos Culturais: O Futuro das Tradições.

O tema da 17ª edição propõe discutir o papel dos museus como centros emanadores e, igualmente, receptores de práticas, costumes e pensamentos de nossa cultura. Essa discussão não constitui novidade, já que desde os anos de 1970 este tema tem sido trabalhado, entretanto é necessário olhar para os espaços museológicos também vinculados à noção de cultura e à diversidade que essa palavra carrega, pois, assim como a palavra tradição, ela não possui sentido único. Saiba mais sobre o tema.

A inscrição deve ser feita exclusivamente por meio de preenchimento do formulário eletrônico disponível no site do Ibram.

Fonte: IBRAM

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IPAC inicia homenagem aos museólogos e museus baianos

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Na foto:

Foto: Angeluci Figueiredo, em 01/09/2006

Começou ontem (18), no Dia do Museólogo, homenagem especial a esses profissionais e aos museus baianos, que incluirá campanha digital sobre as programações artístico-culturais da temporada de verão 2019 nos museus estaduais e outras ações. A iniciativa é do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura (SecultBA), que coordena a política museológica e detém os mais importantes museus. Dentre eles, o Museu de Arte Moderna (MAM), localizado no Solar do Unhão, Palacete das Artes, na Graça, Museu de Arte da Bahia (MAB), no Corredor da Vitória, Centro Cultural Solar Ferrão, no Pelourinho. A programação completa dos museus estará disponibilizada on line a partir do dia 26 deste mês.

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“Além de importantes instrumentos de preservação da memória de um povo, difundindo os patrimônios materiais e imateriais do estado, os museus baianos salvaguardam e disseminam informações e se tornaram centros aglutinadores da população para reflexão, entretenimento e socialização de baianos e turistas”, explica o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira. Juntos, os museus do IPAC somam mais de 400 atividades gratuitas a cada mês. A frequência atingiu mais de 350 mil pessoas em todos os espaços do IPAC durante essas campanhas. Os museus do IPAC (www.ipac.ba.gov.br/museus) têm acesso gratuito de terça-feira a domingo, sempre no turno da tarde, em Salvador e interior do estado.

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MUSEÓLOGOS – Nos últimos quatro anos foram empreendidos esforços do Instituto para implantar o Programa de Dinamização de Museus, através de novas exposições, ampliação de acervos, promoção de palestras, peças teatrais e shows musicais aumentando em mais de 60% a frequência nesses equipamentos. Em quatro anos esses museus produziram cerca de 200 ações expositivas, 450 eventos artístico-culturais e 600 atividades educativas.  As apresentações juninas de Zelito Miranda, depois Amanda Santiago e o acústico de Daniela Mercury, todos no MAM, são alguns deles. “Os museólogos e as equipes de profissionais dos museus foram fundamentais nesse processo, pois propõem ações de excelência e com muita criatividade, mesmo lidando com problemas logísticos e de recursos”, ressalta João Carlos de Oliveira.

O IPAC/SecultBA participa ainda de campanhas fixas anuais nacionais e internacionais em benefício dos museus. Dentre elas, a Semana de Museus que comemora o Dia Internacional do Museu, a 18 de maio, reunindo mais de 1,1 mil participantes e 3,2 mil eventos em 489 cidades de 26 estados brasileiros. As inscrições para a 17ª edição de 2019 já estão abertas e se encerram em 17 de março no site do Ibram/MinC. O IPAC promove também a Primavera de Museus em setembro, se integrando aos 900 espaços museológicos e com 2,5 mil atividades em todo o país.

WANDERLEY PINHO e MORRO DE SÃO PAULO – Parque Castro Alves em Cabaceiras e Museu do Recolhimento em Santo Amaro também são coordenados pelo IPAC. Já o Museu Wanderley Pinho, em Candeias, ganhou ação inédita em parceria com a Secretaria de Turismo (Setur), já com contratos de estudos de viabilidade técnica, socioeconômica e ambiental, projetos executivos de arquitetura, restauração, paisagismo e de engenharia para esse importante equipamento do século XVII. Ainda com a Setur, o IPAC apresentou os museus baianos na 45ª ABAV, em São Paulo. “Os museus são fundamentais para a permanência dos turistas na Bahia ao possibilitar contato com a história e memória locais”, disse à época o subsecretário de Turismo, Benedito Braga. No mesmo evento foi lançada a marca ‘Museus da Bahia’ apresentando 40 museus da capital e interior, com as ações promocionais #VemPraBahia e #VemProMuseu.

Em parceria com o Instituto de Desenvolvimento do Baixo Sul, o IPAC participou do restauro da Fortaleza de Morro de São Paulo com recursos de R$ 8,5 milhões do BNDES para transformá-la em espaço museológico. Já em parceria com a Secretaria de Comunicação (Secom), o IPAC criou as campanhas #MusEuCurto, #MusEuCuido e #MusEuVou, produziu os vídeos Rota de Museus 1 (https://goo.gl/uQS9NG) e 2 (https://goo.gl/vphG2s). Conheça vídeos dos museus (https://goo.gl/HriC4J), educação patrimonial (https://goo.gl/rJggpk) e Dinamização (https://goo.gl/S4EyRn). Acesse: www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, twitter ‘@ipac_ba’ e instagram ‘@ipac.ba’.

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