Nota: MUSEUS E ESPAÇOS PÚBLICOS DO IPAC

 

MAM

Museu de Arte Moderna da Bahia – MAM

A respeito de notícias que estão sendo veiculadas nos últimos dias à respeito do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), autarquia da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), esclarece que a solicitação do artista Zivé Giudice para ser exonerado da Direção do MAM, foi aceita, sendo feita a transição do cargo com tranquilidade e transparência que a gestão pública solicita.

O IPAC também informa que para a solicitação de gravação de ‘passagem’ (termo de reportagem para gravação de três frases) do programa ‘Esquenta’ da TV Globo foi aberto processo administrativo nº0607160017700, com parecer da Procuradoria Jurídica do IPAC, procedimento padrão para as demandas de igual teor na gestão dos espaços públicos.  No caso, tratava-se de captação sonora de 01 (uma) apresentadora de TV por apenas 30 (trinta) minutos na área externa do Solar do Unhão, assim como, essa produção agendou em outras localidades turísticas de Salvador (Farol da Barra, Dique do Tororó, igreja no Pelourinho, Carmo, bairro de São Caetano), e em demais capitais do país.

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Centro Cultural Solar Ferrão – Pelourinho

Ao contrário do que vem sendo comentando por veículos, nunca existiu solicitação para “programa de auditório”. Seria uma gravação de ‘sonora’ no MAM para ocorrer ontem (23) terça-feira, ou hoje (24), pela manhã, período em que o MAM e todos os museus do IPAC encontram-se fechados, o que garante não comprometer a administração desse espaço de uso público. Os museus do IPAC só funcionam a partir das 13h.

 

FILMAGENS e GRAVAÇÕESO MAM está localizado em área urbana originária do século XVII, tombada como Patrimônio do Brasil em 1943, configurando-se como atrativo e ponto de visitação internacional de Salvador, e recebe cerca de 50 (cinquenta) solicitações mensais como cenário externo de fotos, gravações de vídeo e filmagens.

Entre dezembro/2015 a agosto/2016, o MAM autorizou mais de 80 (oitenta) coberturas fotográficas, gravações e filmagens, como consta em relatório permanente do IPAC. Também, todos os sábados, o museu recebe o projeto ‘JAM no MAM’ na área externa do Solar do Unhão, com coberturas fotográficas, videográficas e filmagens, convivendo de forma regular e pacífica com o funcionamento desse equipamento público.

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JAM no MAM

CAPACITAÇÃOO IPAC é um órgão público pioneiro no Brasil com 50 anos de funcionamento e capacitação técnica especializada para avaliar gravações e filmagens que possam ocorrer nos prédios sob a sua responsabilidade, como ocorrem no Passeio Público (Campo Grande), Palacete das Artes (Graça), Museu de Arte (Corredor da Vitória), Solar Ferrão e Praça das Artes (Pelourinho), Parque Histórico Castro Alves (Cabaceiras) e Museu dos Humildes (Santo Amaro), dentre outros, sem qualquer dano ao patrimônio ou comprometimento administrativo.

Acesse:  www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, twitter ‘@ipac_ba’ e instagram ‘@ipac.patrimonio.

 

 Programação dos Museus Dimus/IPAC – 25 a 31/08

 Confira a programação semanal dos espaços vinculados à Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/Ipac):

 

DESTAQUES

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Últimos dias da exposição “Pinte em Cachoeira” no Solar Ferrão

Depois de sediar a mostra ‘Imagens dos Vaqueiros da Bahia’, o Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Matos, Pelourinho) recebe mais uma exposição para dialogar com a cultura do estado. Denominada ‘Pinte em Cachoeira’, com curadoria de Marcia Schlapp, a exposição traz a riqueza da cultura cachoeirana através de 48 obras, entre elas pinturas, esculturas, gravuras e fotografias. Entre os artistas que participam da mostra, são destacados o fotógrafo Pedro Arcanjo, o escultor Doidão da Bahia, e o artista visual Pirulito, considerados grandes nomes na difusão das artes no Recôncavo baiano. Em cartaz até 28/08.

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Museu Tempostal realiza Oficina de “Livro Flor” nesta quinta (25)

O Museu Tempostal (Rua Gregório de Matos, Pelourinho) promove em 25/08, às 14h, a primeira edição da Oficina de Livro Flor. A atividade será ministrada pela artesã Maria de Lourdes Tomé e tem como objetivo ensinar as técnicas para a criação de um Livro Flor, que se caracteriza por um trabalho de dobradura simples em papel, construído com cola branca e tecido de algodão. O Livro Flor pode ser utilizado como porta-retratos ou bloco de notas. As inscrições podem ser realizadas através do e-mail servicoeducativo.tempostal@gmail.com ou pelo telefone 3117-6383 e possuem o custo de R$ 25,00, valor direcionado aos investimentos professora. A Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) é uma unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

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Exposição “Museus: Paisagens Culturais” em cartaz no Passeio Público

Está em cartaz no Passeio Público (Av. Sete de Setembro, Campo Grande) a exposição “Museus: Paisagens Culturais”, formada por painéis com cerca de 4 X 2 metros de fotografias produzidas no final do século XIX de vários pontos da cidade de Salvador. As imagens foram retiradas do livro ‘50 anos de urbanização – Salvador da Bahia no Século XIX’, resultado de pesquisa da historiadora Consuelo Novais, já falecida. O livro foi vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares (historiador e crítico de arte brasileiro), promovido pela Odebrecht que doou ao Museu de Arte da Bahia (MAB) do IPAC. A visitação é gratuita.

  

MUSEUS DIMUS

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SOLAR FERRÃO

 1- Coleção de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004. Permanente.

 2- Coleção de Arte Popular.  Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos, ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano. Permanente.

 3- Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita em suas experiências. Permanente.

 4– Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. A coleção apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A exposição habita três salas na nova ala do museu, cujo acesso pode ser feito através da segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical. Permanente.

 Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Matos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA)

(71) 3116- 6743

 

MUSEU ABELARDO RODRIGUES

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O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O Museu Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6440

 

MUSEU TEMPOSTAL

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1- O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Em cartaz.

2- A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX.  Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana. Permanente.

3 – A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão. Permanente.

Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6383

 

MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA

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O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição “Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII.

No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o colecionador e ceramista.

Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O espaço sediado no Pelourinho, em Salvador, integra os museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da secretaria estadual de Cultura (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas

Entrada: grátis

Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6389

 

PASSEIO PÚBLICO

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Localizado em espaço nobre da capital baiana, com vista para a Baía de Todos os Santos e espécies de flora que proporcionam ambiente bucólico, o Passeio Público é considerado um museu a céu aberto pela sua importância arquitetônico-paisagística e urbanística, e por elementos artísticos presentes, como estátuas.

Conhecido por ser um espaço democrático, onde acontecem diversas manifestações educativas e culturais, o Passeio Público é administrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), que também tombou e está responsável pelo Palácio da Aclamação, edificação contígua ao Passeio e antiga residência dos governadores da Bahia.

O Passeio Público integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Endereço: Av. Sete de Setembro, S/N – Campo Grande, Salvador – BA

 

PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)

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Por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, informações e objetos pessoais dele e familiares. Além do museu, o parque contém um anexo com sala multimídia, auditório, biblioteca, infocentro, reserva técnica, refeitório e administrativo. Na área de Mata Nativa, os visitantes podem fazer uma trilha e visitarem o Pouso de Adelaide, o Anfiteatro, a Cruz da Estrada, a Fonte e o Marco da Fazenda.

O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves. O Parque Histórico Castro Alves (PHCA), integra os espaços administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h

Entrada: grátis

Praça Castro Alves, 106, Centro – Cabaceiras do Paraguaçu (BA)

(75) 3681-1102

Exposição “Pinte em Cachoeira” em cartaz no Centro Cultural Solar Ferrão

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A exposição ‘Pinte em Cachoeira’ fica aberta ao público dentre os dias 22 a 28/08

Depois de sediar a mostra ‘Imagens dos Vaqueiros da Bahia’, o Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Matos, Pelourinho) recebe mais uma exposição para dialogar com a cultura do estado. Denominada ‘Pinte em Cachoeira’, com curadoria de Marcia Schlapp, a exposição traz a riqueza da cultura cachoeirana através de 48 obras, entre elas pinturas, esculturas, gravuras e fotografias. A mostra fica aberta ao público até 28/08.

“É importante levar os artistas de Cachoeira para o Centro Histórico de Salvador, que é uma vitrine e Patrimônio Cultural da Humanidade. Com isso, é dada maior visibilidade para os artistas dos mais diversos estilos artísticos do Recôncavo” afirma André Reis, Secretário de Cultura de Cachoeira. Entre os artistas que participam da mostra, são destacados o fotógrafo Pedro Arcanjo, o escultor Doidão da Bahia, e o artista visual Pirulito, considerados grandes nomes na difusão das artes no Recôncavo baiano.

De acordo com a curadora da mostra, Marcia Schlapp, a exposição tem como objetivo reunir sob o mesmo espaço esse conjunto de pinturas, esculturas e fotografias permitindo a contemplação e conscientização coletiva dos reais valores da cidade de Cachoeira, com intensas manifestações culturais, que são patrimônios imateriais da humanidade eternizadas nas obras desses artistas. “Sendo assim, não serão reunidos e apresentados apenas quadros, mas todo um conjunto de valores e conhecimentos intrínsecos plasticamente nas obras. Também homenageamos Augusto Regis, importante difusor da cultura do Recôncavo sobretudo, Cachoeira e São Felix”, acrescenta.

A realização é da Prefeitura Municipal de Cachoeira, através da Secretaria de Cultura e Turismo com o apoio do IPAC/DIMUS com curadoria (exposição) da artista Marcia Schalapp. O Centro Cultural Solar Ferrão integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

 

Serviço: Exposição ‘Pinte em Cachoeira’
Local:
Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Matos, Pelourinho)
Data:
22/08 a 28/08
Horário de visitação: terça a sexta, das 12h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada gratuita

Realizadores:

André Reis – Secretário de Cultura e Turismo de Cachoeira

Tel.: (75) 99241-7844
Márcia Schlapp – Curadora

Tel.: (75) 99216-3992

Dimus realiza Oficina de Educação Patrimonial para alunos e professores no bairro de Plataforma

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O Núcleo de Articulação da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/Ipac) realizou, entre os dias 16 e 19/08, no Acervo da Laje (Plataforma) uma Oficina de Educação Patrimonial destinada a alunos e professores de escolas diversas. A atividade integrou o projeto “Quem Somos” e teve como objetivo sensibilizar os participantes quanto ao reconhecimento, valorização e preservação do nosso patrimônio cultural. O tema ‘Patrimônio’ foi trabalhado através da abordagem dos conceitos de memória, identidade, cultura, cidadania e outros relacionados mediante mostra de vídeos, dinâmicas e discussões que possibilitam o entendimento dos participantes. Confira:

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A Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) é uma unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Museu Tempostal realiza Oficina de “Livro Flor” nesta quinta (25)

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O Museu Tempostal (Rua Gregório de Matos, Pelourinho) promove em 25/08, às 14h, a primeira edição da Oficina de Livro Flor. A atividade será ministrada pela artesã Maria de Lourdes Tomé e tem como objetivo ensinar as técnicas para a criação de um Livro Flor, que se caracteriza por um trabalho de dobradura simples em papel, construído com cola branca e tecido de algodão. O Livro Flor pode ser utilizado como porta-retratos ou bloco de notas.

As inscrições podem ser realizadas através do e-mail servicoeducativo.tempostal@gmail.com ou pelo telefone 3117-6383 e possuem o custo de R$ 25,00, valor direcionado aos investimentos professora. A Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) é uma unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

 

Serviço: Oficina de Livro Flor

Data: 25/08, às 14h

Endereço: Museu Tempostal (Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho)

Inscrições: servicoeducativo.tempostal@gmail.com

Valor: R$ 25,00 (vinte e cinco reais)

Tel.: (71) 3117-6383

LabDimus recebe alunos do Colégio Estadual Azevedo Fernandes para Oficina de Colagem nesta terça-feira (23)

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O LabDIMUS (Laboratório de Educação Digital: Museu, Arte e Cultura), localizado no Pelourinho, promove nesta terça-feira (23/08), às 9h, uma Oficina de Colagem direcionada a estudantes do Colégio Estadual Azevedo Fernandes, sob a responsabilidade da professora Rose Kalile. A oficina tem por objetivo abordar o conceito da colagem, bem como o contexto histórico de criação desta técnica que será utilizada para a construção de um mural através de recortes diversos como revistas, jornais e papeis coloridos. O mural terá como base o papel metro e poderá seguir temáticas diversas, que serão definidas pelo professor e por cada equipe no dia da oficina.

O LabDIMUS integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Serviço: Oficina de Colagem no LabDimus

Data: 23/08

Horário: 9h

Atividade Gratuita

Endereço: Rua Gregório de Mattos, nº39 – Fundos, Praça das Artes – Pelourinho

10ª Primavera dos Museus

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Museus e centros culturais que ainda não inscreveram atividades na 10ª Primavera dos Museus têm até hoje (22/08) para garantir a participação no evento que acontece entre os dias 19 e 25 de setembro com o tema Museus, Memória e Economia da Cultura. As inscrições para a 10ª Primavera dos Museus podem ser feitas aqui:http://eventos.museus.gov.br/. O tema escolhido para este ano destaca o importante papel social desempenhado pelos museus na promoção de trocas simbólicas, culturais, de saberes e de experiências, assim como sua contribuição para a dinamização da cadeia produtiva da cultura de modo sustentável. Saiba mais sobre o tema.

Abertas inscrições para oficina de elaboração de projetos em Cultura Popular

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“Grande parte das pessoas que produz cultura popular na Bahia necessita de orientação e facilitadores para que as suas ideias e trabalhos possam contar com apoio público. Essas oficinas dão oportunidade para que o povo desse segmento consiga elaborar seus projetos”. Com essas palavras, a diretora do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), Arany Santana, destaca a ‘Oficina de Elaboração de Projetos para o Patrimônio Material e Imaterial’ que acontece na próxima terça-feira (23), no Pelourinho.

A oficina é fruto da parceria de três instâncias da Secretaria de Cultura (SecultBA): o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), o CCPI e o Bahia Criativa – escritório público de atendimento e suporte a profissionais e empreendedores dos setores criativos. O curso é ministrado pela coordenadora do Bahia Criativa, Luciana Vasconcelos, das 9h às 18h, no Museu Udo do IPAC, na Rua Frei Vicente, nº3, Pelourinho.

“O CCPI tem sido um importante parceiro para a dinamização da política pública de proteção aos bens culturais, e a superintendência de Promoção Cultural/Bahia Criativa já é nossa parceria desde maio (2016) com o programa Narrativas”, afirma o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira.

 

NARRATIVAS PATRIMONIAISA oficina integra o programa ‘Narrativas Patrimoniais’ do IPAC, que propõe diálogo, fomento e qualificação para todas as pessoas interessadas em elaborar projetos culturais. Técnicos da gerência de Patrimônio Imaterial (Geima) estarão presentes para esclarecer dúvidas sobre o tema. “Nesses eventos trocamos experiências, compartilhamos dados, projetos colaborativos e o conhecimento produzido”, explica a coordenadora de Editais do IPAC, Ana Coelho.

A inscrição na oficina acontece via formulário (https://goo.gl/mYA62K) até segunda-feira (22). Depois de preenchidos, os formulários devem ser enviados para o endereço narrativaspatrimoniais@ipac.ba.gov.br. “O foco é no patrimônio cultural, principalmente, o intangível, as manifestações culturais produzidas em toda a Bahia”, explica a coordenadora de Mobilização e Parcerias Institucionais do IPAC, Milena Rocha.

 

MANIFESTAÇÕES e OFÍCIOS Dentre os possíveis interessados estão pessoas que trabalham com restauração de bens integrados, projetos de capoeira, memorial de terreiros, manifestações culturais, ofícios como vaqueiros e baianas de acarajé e modos de fazer cultural. O curso tem 20 vagas.

A inscrição acontece via formulário (https://goo.gl/mYA62K) até segunda-feira (22). Depois de preenchidos os formulários devem ser enviados para o endereço narrativaspatrimoniais@ipac.ba.gov.br. Informações, via telefone (71) 3117-7482 e endereço narrativaspatrimoniais@ipac.ba.gov.br. Acesse: www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, twitter ‘@ipac_ba’ e instagram ‘@ipac.patrimonio’.

 

Serviço: Narrativas Patrimoniais – Oficina de Elaboração de Projetos para o patrimônio material e imaterial

Data: 23/08, das 9h às 18h

Local: Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Rua Frei Vicente, Pelourinho)

Inscrições: www.ipac.ba.gov.br, narrativaspatrimoniais@ipac.ba.gov.br

Atividade gratuita

Cidadania cultural é discutida em ciclo de debates da SecultBA

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Reconhecer a amplitude do conceito de cidadania cultural: este é o principal objetivo do projeto “Cidadania Cultural em Debate”, um ciclo de debates que vai pautar temas que impactam nos direitos culturais de minorias sociais. A iniciativa marca uma nova proposição da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), por meio da Diretoria de Cidadania Cultural (DCC), setor vinculado à Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura (Sudecult), no sentido de incorporar em suas políticas perspectivas mais profundas das diversidades culturais. A estreia se realiza no próximo dia 24 de agosto, das 18h30 às 20h30, com uma discussão sobre “Drogas lícitas e ilícitas: culturas, usos e usuários”, no auditório do PAF 5 da Universidade Federal da Bahia (UFBA), local que receberá as edições mensais de debates até o fim do ano.

A cada encontro, cidadãos em seu lugar de fala, representantes de movimentos sociais, ativistas, especialistas e gestores públicos dialogam com a plateia. Assuntos emergentes, que vêm repercutindo na vida pública de maneira expressiva, entram numa discussão que se compromete com a inclusão. Assim, esta frente abre olhar para a urgência de que as políticas públicas culturais cumpram seu papel de contribuir para que a livre expressão das variadas manifestações humanas não sejam empecilho para o pleno exercício da cidadania.

“Estamos assumindo a decisão de reconhecer que territórios culturais não são apenas geográficos, mas também simbólicos e identitários. Estamos em busca de compreender como o desenvolvimento da cultura possa de fato gerar mais justiça social e ser vivenciado por cada vez mais baianos”, afirma Sandro Magalhães, superintendente de Desenvolvimento Territorial da Cultura, que espera mapear diretrizes para esta atuação.

Depois da edição inaugural, já estão agendadas as pautas “Cultura LGBT fora do armário: identidades e representações” (28 de setembro), “Infância e juventude: a cultura como chave para o ensino e aprendizado” (26 de outubro), “Culturas negras: proteção, afirmação e resistência” (23 de novembro) e “A mulher, os feminismos e a cultura machista” (14 de dezembro).

Cidadania Cultural em Debate - programação

CULTURA E CIDADANIA – No Brasil, a Constituição Federal coloca os direitos culturais na categoria de direitos humanos fundamentais. Neste contexto, é essencial perceber o conceito de cultura em sua grandeza, que extrapola a produção cultural e artística e se sobressai quanto ao acesso a produtos: ela começa na possibilidade de que as pessoas possam afirmar e valorizar sua própria identidade, se reconhecer como parte de comunidades e da sociedade, além de ter sua integridade e liberdade de expressão protegidas.

“É preciso pensar em cidadania cultural também na via da cultura cidadã. Estimular a responsabilidade de cada um nas transformações da sociedade e construir uma cultura política efetivamente democrática. Para isso, é preciso formular, desafiar pensamentos”, contextualiza Luísa Saad, diretora de Cidadania Cultural. “E se todas e todos tivessem acesso aos círculos, espaços e políticas culturais? De que forma a cultura pode contribuir para uma sociedade com direitos igualitários?”, completa ela. Identificação, emancipação, empoderamento, afirmação e resistência são palavras-chave para que se estimule esta reflexão e para que se combata a marginalização de determinadas formas de fazer cultura.

 

DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS: CULTURAS, USOS E USUÁRIOS – O primeiro encontro do “Cidadania Cultural em Debate” apresenta um tema tabu entre sociedade e Estado: as políticas de drogas. Direito do usuário, informação e desinformação, fatos científicos, sociais e políticos, descriminalização, legalização, regulação do mercado de substâncias ilícitas, segurança e saúde pública são assuntos que vão permear a conversa.

Na mesa, estarão quatro convidados: Cétila Itas, graduanda em Ciências Sociais, redutora de danos e idealizadora do projeto Próxima Parada e da iniciativa Vidas Negras Importam; Edward MacRae, professor associado do Departamento de Antropologia e Etnologia da UFBA, pesquisador associado do Centro de Estudos e Terapia de Abuso de Drogas (CETAD) e líder do Grupo Interdisciplinar de Estudos sobre Substâncias Psicoativas (GIESP); Laércio Santos, do Movimento Nacional de População de Rua e do Movimento de População de Rua – Bahia; e Emanuelle Silva, diretora de Gestão e Monitoramento de Políticas sobre Drogas da Superintendência de Políticas sobre Drogas e Acolhimento a Grupos Vulneráveis (SUPRAD) da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), especialista em Gestão de Direitos Humanos e mestre em Gestão de Políticas Públicas e Segurança Social pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).

 

Cidadania Cultural em Debate: “Drogas lícitas e ilícitas: culturas, usos e usuários”

Com: Cétila Itas, Edward MacRae, Laércio Santos e Emanuelle Silva

Quando: 24 de agosto de 2016 (quarta-feira), das 18h30 às 20h30

Onde: Auditório do PAF 5 da UFBA (Ondina)

E-mail: sudecult@cultura.ba.gov.br

Quanto: Gratuito

O evento é aberto ao público e não exige inscrição prévia. A participação está sujeita à lotação do espaço. Será realizado credenciamento na entrada para posterior envio de certificado virtual.

Apoio: Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos (IHAC/UFBA)

Realização: SecultBA

Oficina de Criação de Porta-Lápis será ministrada no Museu Udo Knoff

Exposição no Museu Udo ft. Lazaro Menezes (2)

Museu Udo Knoff

Nesta segunda (22), às 14h, o Museu Udo Knoff receberá as crianças do Centro de Educação Infantil da Santa Casa da Bahia para a ‘Oficina de Criação de Porta-Lápis’. Geise Ferreira e Tita Anjos, artistas plásticas da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (UFBA), vão orientar o público infantil na confecção dos objetos, em que serão utilizados materiais recicláveis e EVA (também conhecido como “emborrachado”). O objetivo da oficina é estimular o potencial criativo e a sensibilidade das crianças através da arte, usando personagens do folclore brasileiro para tal. A atividade será fechada ao público específico.

Sobre o Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica

 Localizado na Rua Frei Vicente, no Pelourinho, o Museu Udo Knoff de azulejaria e cerâmica é o resultado da coleção particular do ceramista Udo Knoff, natural da Alemanha, radicado na cidade do Salvador, Bahia, desde o ano de 1952.  “Ao vender sua coleção, Udo Knoff acreditava que a criação de um Museu de Azulejo seria a melhor forma de preservá-la, além de possibilitar a abertura de um espaço de oficinas como meio de educar a comunidade para respeitar e valorizar tal acervo”, explica Ana Liberato, diretora da Dimus.

 A Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) é uma unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).