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funcionamento 15 nov

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Arte e herança africana em cartaz nos museus Dimus/Ipac

Convite Arte Africana Solar Ferrão 2018

Reabertura da Coleção de Arte Africana, exposição de turbantes de Negra Jhô e uma série de bate-papos sobre a importância da herança africana são os destaques da semana de 19 a 23/11, nos museus Dimus/Ipac localizados no Pelourinho. O Novembro Negro está sendo comemorado com uma série de atividades nos museus administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC-BA): Centro Cultural Solar Ferrão, Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica e Museu Tempostal (todos no Pelourinho).

Negra Jho_2

Em 20/11, às 18h, será aberta a 3ª edição da exposição “Coroa de Ouro: Torços e Turbantes” no Museu Udo Knoff, de autoria da cabeleireira, esteticista afro e hair designer Negra Jhô. Filha de Ogun com Iansã, a estilista é conhecida por seus projetos que visam promover a autoestima e o orgulho pela identidade negra. Nesta mostra, Negra Jhô traz 21 turbantes estilizados, confeccionados pelo Instituto Kimundo. Além da exposição, também serão realizadas mediações e oficinas de turbantaria e estamparia afro promovidas pela própria Negra Jhô e pelo setor educativo do museu. No encerramento da exposição – em 25 de janeiro de 2019 – o público poderá apreciar 21 modelos num desfile que mostrará os torços e turbantes da mostra, além de indumentárias produzidas por estilistas e grifes afro-baianas.

Ibejis etnia Iorubá_Arte Africana Solar Ferrão_Foto Fernando Barbosa_Ipac

O Museu Udo Knoff, dando continuidade à programação, promove em 21/11, às 14h, a palestra “Super-heróis negros nos quadrinhos” com o historiador e mestre em história Sávio Roz. No dia seguinte, 22/11, às 14h, acontece na Praça das Artes o “POEMUSIK: Poesia Musicada” com o tema sobre a ancestralidade baiana.

Máscara Gueledé 2 Iorubá_Arte Africana Solar Ferrão_Foto Fernando Barbosa_Ipac

O historiador Sávio Roz também participa de um bate-papo no Museu Tempostal, em 20/11, às 14h, com o tema “A evolução dos personagens negros nas histórias em quadrinhos”. No dia 21/11, às 14h, o museu fará uma conversa com a socióloga e youtuber Rose Hapuque, sobre a representatividade negra na atualidade. Fechando a programação do museu nesta semana, em 22/11, às 15h, acontece a mesa redonda “Ancestralidade: efetividade x afetividade: o cuidar dos terreiros” com Tiago Coutinho.

Trono etnia Bamum Bamileke_Arte Africana Solar Ferrão_Foto Fernando Barbosa_Ipac - Cópia

Arte Africana – Em 23/11, às 15h, o Centro Cultural Solar Ferrão reabre as três salas que abrigam a Coleção de Arte Africana Claudio Masella com bate-papo com o curador Ademir Ribeiro. Para a nova exposição foram selecionadas cerca de 200 peças, divididas em três núcleos expositivos que exploram o colecionador (e sua coleção), a questão das identidades africanas e a ancestralidade africana e afro-brasileira. De acordo com o curador, os objetos que são chamados de forma genérica por “arte africana”, como os exibidos nesta mostra, foram interpretados de forma distorcida pelas sociedades ocidentais, considerados primitivos. “A mudança dessa mentalidade ocorreu a partir do início do século XX, principalmente dentro do campo artístico, quando pintores e escultores engajados em movimentos de vanguarda valorizaram a arte africana e asiática como fontes de inspiração para a renovação da arte europeia. Tendo em vista que até hoje a arte africana é mal compreendida, são explorados nesta exposição os múltiplos sentidos dados a esses objetos em suas sociedades originárias”.

Solar Ferrão: Visitação: terça a sexta das 10h às 17h; sábado, das 13h às 17h. Entrada: grátis. Endereço: Rua Gregório de Mattos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA). Contato: (71) 3116- 6743.

Museu Tempostal: Visitação: terça a sexta das 10h às 17h; sábado, das 13h às 17h. Entrada: grátis. Endereço: Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho – Salvador (BA). Contato: (71) 3117-6383.

Museu Udo Knoff: Visitação: terça a sexta das 10h às 17h; sábado, das 13h às 17h. Entrada: grátis. Endereço: Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA). Contato: (71) 3117-6389.

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Museu Tempostal promove programação especial no Mês da Consciência Negra

Tempostal

Em comemoração ao Novembro Negro, o Museu Tempostal (Pelourinho) promove uma série de eventos durante o mês, com exposições, bate papos e mesas redondas. Em 14/11, às 13h, acontece o bate papo ‘Memórias Negras em Salvador’ com os participantes José Carlos Ferreira, especialista em história Afro-Brasileira e Movimento Negro no século XX; Débora Luz, museóloga e mediadora cultural; e José Eduardo Santos, Doutor em Saúde Coletiva pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Ainda parte das comemorações, em 20/11, às 14h, a “A evolução dos personagens negros nas histórias em quadrinhos” será o tema do bate papo com o mestre em História, Sávio Roz. No dia 21/11, às 14h, o museu fará uma conversa com a socióloga e youtuber Rose Hapuque, sobre a representatividade negra na atualidade.

Já em 22/11, às 15h, acontece a mesa redonda “Ancestralidade: efetividade x afetividade: o cuidar dos terreiros” com o convidado Tiago Coutinho.

Fechando a programação do Mês da Consciência Negra, está em cartaz até 17/11 a apresentação em powerpoint “O negro na memória do Museu Tempostal”. A mostra conta a história de oito personagens negras que influenciaram o seu tempo e que nos deixou de herança o seu conhecimento e a sua arte.

São elas: o escultor em madeira Agnaldo dos Santos; o escritor, artista plástico e sacerdote afro-brasileiro Mestre Didi; o pintor, escultor, gravador e professor brasileiro Rubem Valentim; a iyalorixá Olga do Alaketo; a iyalorixá Mãe Stella de Oxossi; o geógrafo Milton Santos; o professor de desenho geométrico, abolicionista e pesquisador Manoel Quirino e o advogado, escritor e abolicionista Luís Gama.

Museu Tempostal – O acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Visitação: terça a sexta das 10h às 17h; sábado, das 13h às 17h.

Entrada: grátis

Endereço: Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)

Contato: (71) 3117-6383

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Curso de narrativas seriadas televisiva no Museu do Recolhimento dos Humildes

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O Museu Recolhimento dos Humildes (Santo Amaro/BA) sedia o “Curso de extensão: narrativas seriadas televisivas”, do programa de extensão universitária “Laboratório de Análise do Audiovisual”, vinculado ao Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias (CECULT), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).  Coordenado pela professora Ludmila Carvalho, o curso inicia em 09/11 e acontece sempre às sextas-feiras, das 9h às 12h, com carga horária total de 36 horas. As inscrições estão abertas até 30/10 ou com o preenchimento das 30 vagas. Entrar em contato com a professora pelo e-mail: ludmila@ufrb.edu.br

De acordo com a professora, as séries de TV vêm ganhando notoriedade entre público e crítica nas últimas décadas devido, entre outros fatores, às novas plataformas de produção e veiculação das obras seriadas que, por sua vez, têm promovido novas formas de apreciação por parte do público. “O curso tem como objetivo introduzir os participantes aos principais elementos estéticos, poéticos e narrativos das ficções seriadas televisivas, sobretudo as séries contemporâneas do Brasil e dos Estados Unidos”, completa a professora.

O curso está arquitetado a partir da apresentação de trechos de obras audiovisuais para apreciação e posterior discussão em grupo, com o suporte da leitura de textos teóricos. Tópicos abordados: breve histórico das séries ficcionais nos EUA e no Brasil; principais gêneros e formatos narrativos; modos de produção, circulação e consumo das séries; a complexidade narrativa: marca das séries contemporâneas; composição de mundos ficcionais; composição de personagens e arcos dramáticos de longa duração; questões de serialidade; e diálogo entre séries televisivas e cinema.

“Estamos desenvolvendo diversas propostas de educação patrimonial. Dentre as atividades de 2018, teremos quermesses, oficinas de artes, culinária regional, música, costura, exposições temáticas, saraus, leituras e mostras literárias do Recôncavo, como o cordel e as manifestações artísticas da região”, disse a coordenadora de articulação do Museu do Recolhimento dos Humildes, Paola Publio.

O museu – Instalado no Convento de Nossa Senhora da Conceição dos Humildes, em Santo Amaro, o Museu do Recolhimento dos Humildes é datado de junho de 1980. O acervo é de propriedade da Congregação de Nossa Senhora dos Humildes composto por imagens sacras delicadamente ornamentadas pelas recolhidas, além de cristais, pratarias, mobiliário, porcelanas, paramentos, rendas e alfaias (objetos litúrgicos). São cerca de 500 peças datadas do século XIX e tombadas pelo (IPHAN). Já o prédio é tombado como Patrimônio da Bahia pelo IPAC. No momento, o museu está fechado para visitação por conta de reformas. O Museu do Recolhimento dos Humildes é administrado por meio de um Convênio de Cooperação Técnica e Administrativa pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

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Identidade cultural é valorizada na nova expografia da Coleção de Arte Popular

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A compreensão da nossa identidade cultural é a principal referência da Coleção de Arte Popular que acaba de ganhar nova expografia no Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho) e será reaberta para visitação pública em 14/11, às 16h. Em três salas totalmente reformadas, as 258 peças expostas são representativas da Cultura Popular do Nordeste coletadas entre as décadas de 50 e 60 do século XX. O núcleo inicial teve origem na coleção adquirida pelo cenógrafo e diretor de teatro Martim Gonçalves para subsidiar e ilustrar estudos e práticas na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (UFBA), posteriormente ampliado pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi.

O encontro de Martim Gonçalves com a arquiteta, primeira diretora do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), e a afinidade profissional entre ambos gerou diversos projetos não só para peças teatrais como para mostras de arte. Esta parceria viabilizou, em 1959, a “Exposição Bahia” (Arte Popular Nordestina), na V Bienal de São Paulo. O acervo também compôs a exposição “Nordeste”, realizada em 1963, no MAM, e diversas mostras promovidas na Bahia e em São Paulo. Em 2003, o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) passa a ter a guarda da coleção.

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Dentre as peças utilitárias e figurativas que compõem a Coleção de Arte Popular, encontram-se ex-votos, imaginária (arte sacra católica e de matriz africana), esculturas em cerâmica, utensílios domésticos como fifós, panelas, potes de barro, além de carrancas, brinquedos e outros objetos criados a partir de materiais reutilizáveis que representam a sintonia entre a arte e a vida cotidiana.

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Completam a nova expografia a obra “Emblemática Casinha”, de Denissena (2018) e a foto “Margem do Rio São Francisco – Barra (BA)”, de Mateus Pereira (2008).

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O artista plástico Denissena informou que esta foi a primeira vez que utilizou a técnica de argila sobre parede para, num processo experimental, produzir a obra. “Foi uma experiência muito gratificante, pois pude produzir pela primeira vez toda a textura, o relevo e os tons da argila sobre a parede para compor a obra. Além isso, este processo me remeteu às pessoas que constroem suas próprias casas de barro”, explicou.

A reabertura da coleção faz parte do processo de requalificação do Solar Ferrão. “Já revisitamos as salas da Coleção de Walter Smetak e agora estamos entregando a nova expografia da Coleção de Arte Popular. Além disso, estamos finalizando uma requalificação física geral do prédio e ainda vamos finalizar o trabalho no Museu Abelardo Rodrigues e da Coleção de Arte Africana”, explica a coordenadora da Diretoria de Museus (Dimus/Ipac), Fátima Santos.

“Neste momento em que o país vive após o incêndio no Museu Histórico Nacional, é emblemático que o Estado da Bahia entregue à população um equipamento que, além do seu acervo, seja extremamente rico e importante para a cultura não somente da Bahia, mas nacional. Um equipamento cuja arquitetura singular para o Brasil é patrimônio histórico nacional e da Unesco. Este trabalho deixa claro que existem politicas públicas importantes de enfrentamento, de continuidade no sentido de termos equipamentos que se comuniquem melhor com a sociedade, que sejam espaços mais qualificados para receber os cidadãos“, declarou o diretor geral do Ipac, João Carlos Oliveira.

Alguns destaques

Ex-voto figura humana_Arte Popular Solar Ferrão_Foto Fernando Barbosa_Ipac

Os ex-votos, presentes nesta mostra, são testemunhos de fé e agradecimento por graças alcançadas que podem estar relacionadas à cura de enfermidades no peito, no braço, na cabeça, ou em outras partes do corpo humano e até mesmo à conquista de um bem material. Cada peça traduz a capacidade inventiva e a percepção visual de artesãos e santeiros autodidatas, ou daqueles que herdaram o ofício de seus pais ou mesmo de parentes próximos. Esses artesãos, na maioria anônimos, buscavam soluções práticas, explorando os recursos materiais disponíveis em sua região e, dessa forma, conferiam a estas peças características específicas.

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O vaqueiro é um dos destaques da mostra, onde se pode ver sua indumentária e apetrechos da montaria e de sobrevivência. Do couro do boi se fazia a roupa de trabalho do vaqueiro que lhe permitia embrenhar-se pelas matas agrestes (calção, perneiras, gibão, guarda-peito, jaleco, luvas, chapéu, sapatos), o aparelho da montaria (sela, antolhos, barriguilha, cabresto, rédea, chincha, rabicho, peitoral, cabeço, brida) e os utensílios para sua sobrevivência e da montaria: o bogó para tirar a água do poço; a borracha para o transporte em viagem; o surrão destinado ao seu farnel; o embornal para a comida dos animais de tração ou viagem. O pouso dos vaqueiros para o seu repouso e o da sua boiada foi semente de muitas localidades que hoje constam em nossos mapas e que se iniciaram com a vida social das fazendas de criar que fixaram os homens nas terras dos sertões.

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A produção artística popular do Nordeste está representada nos utensílios decorativos e utilitários produzidos em vários municípios. São peças esculpidas ou talhadas em madeira e outras feitas em cerâmica, fruto da produção coletiva ou individual de mestres artesãos. Dentre as peças utilitárias, figuram as talhas, potes, porrões, quartinhas, panelas, alguidares, moringas, caborés, mealheiros e outros utensílios. As peças figurativas destinam-se ao uso religioso, lúdico e para o adorno, representando santos, anjos, animais, frutos, cenas e tipos regionais.

CENTRO CULTURAL SOLAR FERRÃO

Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: a Coleção de Arte Popular (ampliada pela arquiteta Lina Bo Bardi) que reúne peças representativas da cultura popular do Nordeste coletadas entre as décadas de 50 e 60; a Coleção de Arte Africana Claudio Masella, que mostra a riqueza estética e a diversidade da produção cultural africana do século XX; a Coleção de Instrumentos Musicais Walter Smetak, suíço que marcou a história da música brasileira, influenciando movimentos como a Tropicália; e a Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA). Visitação: terça a sexta das 10h às 17h; sábado das 13h às 17h. Entrada: grátis. Endereço: Rua Gregório de Mattos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA). Contato: (71) 3116-6743.

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Museu do Recolhimento dos Humildes promove oficina de escrita criativa

Em parceria com a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), o Museu do Recolhimento dos Humildes (Santo Amaro da Purificação/BA) promoveu na última terça-feira (06/11) a “Oficina de escrita criativa – poemas e crônicas”. Na ocasião os participantes aprenderam a produzir poemas e crônicas, exercitando a criatividade por meio da escrita e da literatura. A atividade, que faz parte do Projeto de Extensão Formação Continuada em Literatura da UFRB ainda acontece nos próximos dias 13, 20 e 27/11, das 14 às 17h, com 20 participantes.

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De acordo com o responsável pela oficina, o professor, poeta e cronista Rubens da Cunha, do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas da UFRB, o objetivo é fazer oficinas de 20h dedicados à leitura e escrita de poemas, contos e crônicas. “Serão abordadas questões teóricas, históricas e técnicas de cada gênero literário. O público são alunos da UFRB, escritores da região e comunidade em geral”, completa.

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“Estamos desenvolvendo diversas propostas de educação patrimonial. Dentre as atividades de 2018, teremos quermesses, oficinas de artes, culinária regional, música, costura, exposições temáticas, saraus, leituras e mostras literárias do Recôncavo, como o cordel e as manifestações artísticas da região”, disse a coordenadora de articulação do Museu do Recolhimento dos Humildes, Paola Públio.

Oficina de escrita criativa_Museu Humildes_06.11 (3)

O museu – Instalado no Convento de Nossa Senhora da Conceição dos Humildes, em Santo Amaro, o Museu do Recolhimento dos Humildes é datado de junho de 1980. O acervo é de propriedade da Congregação de Nossa Senhora dos Humildes composto por imagens sacras delicadamente ornamentadas pelas recolhidas, além de cristais, pratarias, mobiliário, porcelanas, paramentos, rendas e alfaias (objetos litúrgicos). São cerca de 500 peças datadas do século XIX e tombadas pelo (IPHAN). Já o prédio é tombado como Patrimônio da Bahia pelo IPAC. No momento, o museu está fechado para visitação por conta de reformas. O Museu do Recolhimento dos Humildes é administrado por meio de um Convênio de Cooperação Técnica e Administrativa pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

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Oficina de estamparia em tecido com tema afro no Museu Udo Knoff

Em parceria com a Escola Estadual Severino Vieira, o Museu Udo Knoff (Pelourinho) realizou na última segunda-feira (05/11), a ‘Oficina de estamparia em tecido’ com a temática ‘Ancestralidade Africana’. A atividade aconteceu de 09h às 15h com 18 alunos e foi mediada pela museóloga Etiene Bosetto e o artista plástico Sandoval Soares. A oficina ainda acontece na próxima sexta-feira (09/11) e faz parte das atividades programadas para celebrar o Dia da Consciência Negra (20 de Novembro).

Oficina de tecido_Udo Knoff_05.11 (3)

Além dessa atividade, o Museu Udo Knoff preparou uma programação especial para o Novembro Negro com oficinas, exposições e palestras durante todo o mês. Em 20/11, às 18h, será aberta a 3ª edição da exposição “Coroa de Ouro: Torços e Turbantes”, de autoria da cabeleireira, esteticista afro e hair designer Negra Jhô. Filha de Ogun com Iansã, a estilista é conhecida por seus projetos que visam promover a autoestima e o orgulho pela identidade negra por onde passa.

Oficina de tecido_Udo Knoff_05.11 (4)

Nesta mostra Negra Jhô traz 21 turbantes estilizados, confeccionados pelo Instituto Kimundo. Com o apoio da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC-BA), a exposição fica em cartaz até 25 de janeiro de 2019. Além da exposição, também serão realizadas mediações e oficinas de turbantaria e estamparia afro promovidas pela própria Negra Jhô e pelo setor educativo do museu. No encerramento da exposição, o público poderá apreciar 21 modelos num desfile que mostrará os torços e turbantes da mostra, além de indumentárias produzidas por estilistas e grifes afro-baianas.

Oficina de tecido_Udo Knoff_05.11 (2)

Negra Jhô, mulher negra, guerreira na luta para contribuir de forma eficaz para emancipação e valorização da sua ancestralidade africana. “A arte das tranças, torços e turbantes são consideradas um símbolo de destaque na estética, cultura e religiosidade das sociedades forjadas nas raízes africanas”, explica.

Nos dias 13 e 14/11, às 09h, será a vez da “Oficina de Pintura em Azulejos” com a temática as obras do artista Carybé presentes nos azulejos e livros de encomenda da coleção do museu. A atividade é uma parceria com crianças da Escola Municipal João Lino e será mediada pela museóloga Etiene Bosetto e o artista plástico Sandoval Soares.

Dando continuidade à programação, em 21/11, às 14h, acontece a palestra “Super-Heróis negros nos quadrinhos” com o historiador e mestre em história, Sávio Roz. No dia seguinte, 22/11, às 14h, acontece na Praça das Artes o “POEMUSIK: Poesia Musicada” com o tema sobre a ancestralidade baiana. Já no dia 28/11, às 09h, o museu promove uma “Mediação e Oficina de Pintura em Azulejos” também com a temática da ancestralidade africana. A atividade é parceria com o Teatro Escola Jorge Amado e será mediada pela museóloga Etiene Bosetto e o artista plástico Sandoval Soares.

Fechando as atividades do Mês da Consciência Negra, acontece no final do mês de novembro a “Oficina de Confecção de Bolsas” a partir de material reciclado com estampas étnicas. A atividade é parceria com o Grupo Casa de Maria e será mediada pela museóloga Etiene Bosetto e o artista plástico Sandoval Soares.

Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica – O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. A área inferior expõe as peças criadas pelo ceramista Udo Knoff, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII. O museu integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA). Visitação: terça a sexta, das 10h às 17h; sábados das 13h às 17h. Entrada: grátis. Endereço: Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA). Contato: (71) 3117-6389.

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Mostra de turbantes de Negra Jhô e ancestralidade africana no Novembro Negro do Museu Udo Knoff

Negra Jho

Em comemoração ao Novembro Negro, o Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) promove diversas atividades como oficinas, exposições e palestras durante todo o mês. Em 20/11, às 18h, será aberta a 3ª edição da exposição “Coroa de Ouro: Torços e Turbantes”, de autoria da cabeleireira, esteticista afro e hair designer Negra Jhô. Filha de Ogun com Iansã, a estilista é conhecida por seus projetos que visam promover a autoestima e o orgulho pela identidade negra por onde passa.

Nesta mostra Negra Jhô traz 21 turbantes estilizados, confeccionados pelo Instituto Kimundo. Com o apoio da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC-BA), a exposição fica em cartaz até 25 de janeiro de 2019. Além da exposição, também serão realizadas mediações e oficinas de turbantaria e estamparia afro promovidas pela própria Negra Jhô e pelo setor educativo do museu. No encerramento da exposição, o público poderá apreciar 21 modelos num desfile que mostrará os torços e turbantes da mostra, além de indumentárias produzidas por estilistas e grifes afro-baianas.

Negra Jho_2

Negra Jhô, mulher negra, guerreira na luta para contribuir de forma eficaz para emancipação e valorização da sua ancestralidade africana. “A arte das tranças, torços e turbantes são consideradas um símbolo de destaque na estética, cultura e religiosidade das sociedades forjadas nas raízes africanas”, explica.

Também como parte da programação do Novembro Negro do Museu Udo Knoff, acontece em 05, 08 e 09/11 a “Oficina de Estamparia em Tecido” em parceria com estudantes da Escola Estadual Severino Vieira. A atividade será realizada na escola às 9h e 15h com o tema da ancestralidade africana. A oficina será mediada pela museóloga Etiene Bosetto e o artista plástico Sandoval Soares.

Nos dias 13 e 14/11, às 09h, será a vez da “Oficina de Pintura em Azulejos” com a temática as obras do artista Carybé presentes nos azulejos e livros de encomenda da coleção do museu. A atividade é uma parceria com crianças da Escola Municipal João Lino e será mediada pela museóloga Etiene Bosetto e o artista plástico Sandoval Soares.

Dando continuidade à programação, em 21/11, às 14h, acontece a palestra “Super-Heróis negros nos quadrinhos” com o historiador e mestre em história, Sávio Roz. No dia seguinte, 22/11, às 14h, acontece na Praça das Artes o “POEMUSIK: Poesia Musicada” com o tema sobre a ancestralidade baiana. Já no dia 28/11, às 09h, o museu promove uma “Mediação e Oficina de Pintura em Azulejos” também com a temática da ancestralidade africana. A atividade é parceria com o Teatro Escola Jorge Amado e será mediada pela museóloga Etiene Bosetto e o artista plástico Sandoval Soares.

Fechando as atividades do Mês da Consciência Negra, acontece no final do mês de novembro a “Oficina de Confecção de Bolsas” a partir de material reciclado com estampas étnicas. A atividade é parceria com o Grupo Casa de Maria e será mediada pela museóloga Etiene Bosetto e o artista plástico Sandoval Soares.

Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica – O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. A área inferior expõe as peças criadas pelo ceramista Udo Knoff, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII. O museu integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA). Visitação: terça a sexta, das 10h às 17h; sábados das 13h às 17h. Entrada: grátis. Endereço: Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA). Contato: (71) 3117-6389.

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Oficina de escrita criativa no Museu do Recolhimento dos Humildes

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Em parceria com a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), o Museu do Recolhimento dos Humildes (Santo Amaro da Purificação/BA) recebe a “Oficina de escrita criativa – poemas e crônicas”. A atividade, que faz parte do Projeto de Extensão Formação Continuada em Literatura da UFRB, acontece nos dias 6, 13, 20 e 27/11, das 14 às 17h, com 20 participantes.

De acordo com o responsável pela oficina, o professor, poeta e cronista Rubens da Cunha, do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas da UFRB, o objetivo é fazer oficinas de 20h dedicados à leitura e escrita de poemas, contos e crônicas. “Serão abordadas questões teóricas, históricas e técnicas de cada gênero literário. O público são alunos da UFRB, escritores da região e comunidade em geral”, completa.

“Estamos desenvolvendo diversas propostas de educação patrimonial. Dentre as atividades de 2018, teremos quermesses, oficinas de artes, culinária regional, música, costura, exposições temáticas, saraus, leituras e mostras literárias do Recôncavo, como o cordel e as manifestações artísticas da região”, disse a coordenadora de articulação do Museu do Recolhimento dos Humildes, Paola Públio.

O museu – Instalado no Convento de Nossa Senhora da Conceição dos Humildes, em Santo Amaro, o Museu do Recolhimento dos Humildes é datado de junho de 1980. O acervo é de propriedade da Congregação de Nossa Senhora dos Humildes composto por imagens sacras delicadamente ornamentadas pelas recolhidas, além de cristais, pratarias, mobiliário, porcelanas, paramentos, rendas e alfaias (objetos litúrgicos). São cerca de 500 peças datadas do século XIX e tombadas pelo (IPHAN). Já o prédio é tombado como Patrimônio da Bahia pelo IPAC. No momento, o museu está fechado para visitação por conta de reformas. O Museu do Recolhimento dos Humildes é administrado por meio de um Convênio de Cooperação Técnica e Administrativa pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

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